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terça-feira, 26 de julho de 2016

O Que a Escola Esconde Sobre a Monarquia

A MONARQUIA ERA A FAVOR DA ESCRAVIDÃO.
Em 1870, poucos brasileiros eram contrários à escravidão, e ainda menos opunham-se publicamente a ela. Pedro II era um dos poucos que o faziam,  considerando-a uma "vergonha nacional". 
O Imperador nunca possuiu escravos. 
Em 1850, ameaçou abdicar a menos que a Assembléia Geral de-clarasse o tráfico negreiro no Atlântico ilegal. 
Opositores frequentemente diziam que "a abolição era seu desejo pessoal e não o desejo da nação". 

A MONARQUIA NÃO PRETENDIA INCLUIR OS ESCRAVOS À SOCIEDADE.
A indenização viria doBanco Mauá, que havia falido anos antes. O Visconde era sócio deste banco e, segundo a carta, 2/3 do seu patrimônio seria destinado à indenização dos escravos. Infelizmente, o desejo da Princesa não pôde se concretizar, pois, três meses depois, seria proclamada a República.


EXISTEM ELEIÇÕES NUMA MONARQUIA?
Numa monarquia há eleições assim como nas repúblicas. Só não se vota para a chefia de Estado, que é a função que um monarca ocupa. Nas monarquias parlamentaristas o poder é divido: temos a chefia de Estado e a chefia de Governo. Ao chefe de Estado cabe o papel de representar seu país e moderar o sistema político. Já a função de governar é papel do primeiro-ministro, que é Chefe de Governo. No nosso sistema presidencialista, a chefia de Estado e de Governo ficam concentradas numa só pessoa: o presidente da República.

MONARQUIAS FAVORECEM UMA RELIGIÃO.
O Império do Brasil adotava o catolicismo como religião oficial em razão de 99% da população ser católica e de isso ser uma tradição da época. Mas apesar de ser um estado confessional, a liberdade de culto era comum a todas as religiões, e isso era um direito constitucional. 11 O protestantismo, por exemplo, chegou ao Império em 1824, 12 assim como os judeus (tendo ambos se organizado ainda no período colonial). 13 O espiritismo veio em 1845 14 e diversos outros credos se organizaram a partir de então.
Não necessariamente monarquias são estados confessionais, e nem mesmo repúblicas não o são (como é o caso da Argentina, da Grécia e de outros países). Não há razão para se preocupar: numa eventual restauração, o status do Estado permaneceria laico, como está.

UMA MONARQUIA CUSTA CARO.
Manter uma família imperial é muito mais barato do que um presidente. Lula, por exemplo, nos custou mais caro que as monarquias europeias. Segundo dados do governo federal, de janeiro a setembro de 2006, a Presidência da República custou R$ 288,6 milhões ao contribuinte brasileiro (ou US$ 165,1 milhões à época).
No mesmo ano, a coroa britânica custou ao povo do Reino Unido US$ 73,3 milhões, a coroa dinamarquesa US$ 15,6 milhões  e a coroa sueca US$ 23,2 milhões.
Isto é, somadas, as três gastaram juntas, em 1 ano, quase 32% menos do que o governo brasileiro gastou em 8 meses!.

NA MONARQUIA O BRASIL ERA UM PAÍS ATRASADO.
O Brasil era uma nação sólida institucionalmente enquanto Império, e tinha muitos pontos positivos no seu governo: inflação controlada, média salárial alta para os padrões atuais e os da época, moeda estável, liberdade de imprensa, respeito internacional e etc. Não éramos perfeitos, muitos problemas existiam, mas estávamos mais próximos de alcançar um ideal de nação (e em alguns pontos, já o éramos). Falaremos disso na próxima seção.


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