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Saiba como economizar quase 50% na conta de luz

06:02:00
- Economiza 25% a 45% do consumo de energia elétrica mensal
- Estabiliza a tensão de alimentação
- Reduz o superaquecimento elétrico
- Melhora a eficiência e fator de potência
- Fácil de usar, livre de manutenção
- Terra amigável
-Prolonga a vida útil de dispositivos elétricos
-Poupa dinheiro
Modo de usar: Ligue o Power Saver em qualquer tomada, de preferência em uma das primeiras tomadas depois do reloógio de força.
A operação é simples, sem necessidade de manutenção ou acompanhamento.
SOB ENCOMENDA - COLOQUE NOME NA LISTA
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PERGUNTAS FREQUENTES

 1 – O que são os Economizadores/Controladores de energia eléctrica?
Os Economizadores/Controladores de energia eléctrica são equipamentos designados “inteligentes” que têm como função primordial a estabilização da voltagem de uma determinada instalação possibilitando a optimização dos recursos e a consequente melhoria de desempenho, bem como o prolongamento da vida útil dos aparelhos electrodomésticos.

  2 – Como funcionam os Economizadores/Controladores de energia eléctrica?
De uma forma muito elementar, estes equipamentos funcionam como filtros que afectam o “factor de potência”, os picos de corrente, as distorções das harmónicas e outras interferências oriundas da rede pública de distribuição. Um complexo conjunto de blocos indutivos, capacitivos e resistivos estão associados a filtros cerâmicos que provocam uma impedância igual a zero que elimina na totalidade as interferências que chegam da rede e afectam a instalação.

  3 – Qual a maior vantagem que advém da colocação de um destes equipamentos em minha casa?
Para além da estabilização da voltagem, da optimização da instalação e do aumento da vida útil de todos os electrodomésticos, a vantagem maior passa pela redução efectiva dos níveis de consumo eléctrico, com o evidente abaixamento do preço a pagar mensalmente ao seu fornecedor de energia eléctrica. A redução mínima cifra-se em cerca de 35% podendo em alguns casos chegar aos 60%.

 4 – O que é o factor de potência?
O factor de potência é a relação entre a energia activa (expressa em Kw/h) e a energia aparente (expressa em kVa).
Para se entender melhor o que é o factor de potência, vejamos um exemplo prático: Imagine um copo de cerveja à sua frente. Temos a cerveja propriamente dita e o “colarinho” de espuma. A espuma não é consumida embora você pague por ela. Se houver mais espuma do que líquido, você fica a perder. O melhor mesmo seria se o seu copo tivesse apenas,… cerveja!
Transpondo esta situação para o sistema eléctrico, a espuma é a energia que não produz trabalho e que por isso resulta em perda. O factor de potência, no fundo, mede a quantidade de “espuma” existente no sistema. Entende-se com facilidade que o melhor seria que ela não existisse.


 5 – O que são “harmónicas”?
Harmónicas são um fenómeno contínuo que altera a principal característica do sinal eléctrico em corrente alterna que é a sua curva sinusoidal. Ao afectar o sinal eléctrico, as harmónicas perturbam a instalação eléctrica. A origem das harmónicas pode ser outros sistemas ou equipamentos ligados à rede que gerem campos magnéticos que actuam directamente sobre a forma de onda da corrente de carga. Estas ondas prejudicam sobremaneira os condensadores reduzindo a sua reactância e minimizando o seu desempenho. Por comparação podemos dizer que as distorções harmónicas são como a hiper-tensão no ser humano. Pode ser fatal!, pois reduz o tempo de vida útil dos equipamentos e podem mesmo provocar avarias.
6 – O que são “picos de corrente”?
Também designados picos de tensão, os picos de corrente são rápidas alterações da corrente eléctrica. São descargas com variações espácio-temporais muito curtas, na ordem dos milissegundos e, com amplitudes muito agressivas. As suas frequências de alta intensidade têm consequências catastróficas nos aparelhos mais sensíveis pois danificam os seus componentes.

7 - Os Economizadores / Controladores funcionam em qualquer instalação?
 Sim,... sem qualquer dúvida pois que não existe nenhuma instalação totalmente isenta de interferências provocadas pela rede. No entanto há excepções: 1) A menos que essa mesma instalação já disponha de sistemas de “limpeza”, controlo e compensação ou, 2) se eventualmente ela estiver localizada muito perto do ponto de origem da energia. Tirando estes casos pode-se sempre esperar um ganho mínimo de 35%.

8  - A Poupança de 35% é garantida?
Sim. Embora os valores médios de poupança estejam em torno dos 40% conseguem-se valores de poupança superiores e em certos casos pontuais chegar mesmo aos 60%. Os 35% de poupança garantida são o parâmetro mínimo de poupança que nos permite dizer que se essa     redução não for conseguida na sua instalação, considerando o que foi referido relativamente às excepções, devolveremos o seu dinheiro.

 9 - Quanto poderei poupar com a instalação de um Economizador?
 Normalmente consideramos um valor médio de poupança de cerca de 50% sobre o consumo de energia eléctrica actual. De todo o modo, cada caso é um caso e nessa conformidade 35% é o mínimo que concerteza vai poupar. No entanto,  para certas instalações poderemos fazer um estudo criteriosos e apresentar uma proposta detalhada.

 10 - Quanto tempo demorará a amortização do investimento?
Tudo vai depender dos valores dos consumos mensais. Quanto maior for o consumo e menor a potência, mais curto será o prazo de amortização. Se por outro lado o consumo for menor e a potência maior, o prazo de amortização será mais dilatado. Normalmente consegue-se amortizar o investimento num período que vai de 2 a 4 meses.

 11 - Qual é a vida útil dos Economizadores?
Em concreto e em termos reais, os economizadores duram cerca de 80 000 horas de utilização constante, ou seja, qualquer coisa como 9 anos de vida útil.

 12 - Corro o risco de ficar sem corrente eléctrica se o Economizador se avariar ou se se desligar?
Não. Se forem observados os procedimentos correctos quando da instalação dos equipamentos não haverá qualquer problema uma vez que os Economizadores não interferem no sistema eléctrico. São sempre colocados em “paralelo” e não existe qualquer risco de interrupção do fornecimento de energia eléctrica. Se o aparelho se avariar a única diferença que terá lugar será o aumento da sua factura de energia eléctrica.

 13 - Porque é que não ouvi falar dos Economizadores há mais tempo?
Simplesmente porque não é do interesse das empresas distribuidoras de energia eléctrica, darem a conhecer ao consumidor que a electricidade que chega á instalação de cada um, tem “defeitos” e que por isso mesmo o cliente está a pagar entre 35% a 50% mais do que devia. Há perdas energéticas que a companhia não assume e que o consumidor paga sem saber. Poe este motivo o seu fornecedor de energia eléctrica não faz qualquer tipo de publicidade, promoção ou referência à qualidade da electricidade que vende nem ao preço que cobra por ela.

 14 - Para além da economia que proporcionam, os economizadores trazem outros benefícios?
Sim. Para além da redução efectiva do consumo da energia eléctrica entre 35% a 50%, os economizadores de energia melhoram a qualidade da corrente eléctrica evitando o sobre-aquecimento dos fios condutores e aumentando a vida útil dos aparelhos eléctricos. Ao estabilizarem a voltagem, protegem toda a instalação dos picos de corrente.

 15 - Quais os custos de manutenção dos economizadores?
Os Economizadores são construídos e estão convenientemente protegidos para cumprirem o seu período de vida estimado sem necessidade de manutenção. Por isso não devem ser abertos. Se acontecer uma avaria, simplesmente contacte o vendedor e ao abrigo da garantia verá o seu problema resolvido.

 16 -  Uma vez instalado o aparelho, notarei alguma diferença na qualidade da energia eléctrica?
Num primeiro momento perceberá a redução do ruído dos motores eléctricos, tais como, máquina de lavar a roupa, máquina de lavar a loiça, etc... Posteriormente, e se for uma pessoa atenta, notará que a vida média das lâmpadas, motores, placas electrónicas e outros equipamentos eléctricos terão maior durabilidade. Geralmente o consumidor não associa os custos causados por estes problemas à má qualidade da electricidade que consumiam.

 17 - como e onde instalar ?
É muito fácil de instalar. Ligue o dispositivo a uma tomada mais próxima do contador, assim ele ficará conectado na geral da casa entre o contator e os aparelhos que consomem energia. Um único aparelho é suficiente levando em consideração seu consumo em watts.
Este aparelho é original , testado e revisado, empresa certificada e idonia.


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Mentiras sobre a Idade Média.

13:26:00
Reflexões sobre o Estudo da Idade Média

1. Nas últimas décadas, a Idade Média tem suscitado um interesse crescente. Desde os anos 50, aproximadamente, os estudos medievais conquistaram um posto de honra na historiografia, razão pela qual têm sido amplamente divulgados no Brasil; mas essa curiosidade já extrapolou os restritos círculos acadêmicos. Nos dias de hoje, a Idade Média exerce também uma fascinação irrecusável sobre a imaginação do grande público, conforme testemunham a crescente quantidade de publicações de textos literários medievais e o fato de que recriações das narrativas sobre o rei Artur, o Santo Graal ou o mago Merlin sejam atualmente responsáveis por alguns best-sellers nas livrarias e por gordas bilheterias nos cinemas: é o sucesso da Idade Média na sociedade de consumo.


Esse interesse é bem compreensível, pois falar da Idade Média é, de certa forma, falar de nós mesmos. Ela representa o longo período de gestação no qual foi criado o mundo moderno: as atuais nações européias, das quais derivamos, juntamente com suas respectivas línguas e literaturas, são parte do legado medieval. Nosso quotidiano está repleto de inovações surgidas naquela época, como as universidades, os bancos, e ainda a imprensa, o relógio mecânico e os óculos. De acordo com Hilário Franco Júnior, devemos à Idade Média inclusive a origem dos modernos sistemas de representação política e os fundamentos da mentalidade científica que caracterizam a civilização ocidental(1).

Pode-se afirmar, portanto, que os estudos medievais também auxiliam a compreender a história e a cultura dos países americanos: a própria expansão marítima, que ocasionou a descoberta do Novo Mundo, tem suas raízes solidamente vincadas na Idade Média. Temas da literatura medieval, como a gesta de Carlos Magno, permanecem vivos ainda hoje na poesia de cordel nordestina; além disso, é sabido que diversos escritores brasileiros de nosso século, entre os quais Manuel Bandeira, Guimarães Rosa e Adélia Prado, beberam fartamente de fontes medievais.

2. Apesar do significativo renovamento dos estudos sobre a Idade Média, ela ainda é muito pouco conhecida, ou — o que é pior — mal conhecida por quem não é especialista. As noções fragmentadas e contraditórias transmitidas na escola permitem que se use (e abuse) de conceitos relativos à Idade Média segundo a conveniência de cada um: desde o militante político que apelida a perversa concentração fundiária brasileira de “feudal”, até os novos “magos” de hoje que procuram se revestir de uma aura “medieval” para vender livros de auto-ajuda.


O fato mais grave, no entanto, é que a Idade Média segue sendo vítima de um grande preconceito. Para muitos, ela ainda representa um período no qual a humanidade, subjugada pela ignorância e flagelada pela peste, viveu oprimida sob o terror das fogueiras da Inquisição. Afinal de contas, continua a ser aceito o rótulo de “idade das trevas”, como se no milênio que permeia a queda do Império Romano e a chegada de Colombo à América não houvesse sido criado nada que fosse digno de nota. Que dizer então do canto gregoriano, da Divina Comédia ou dos avanços arquitetônicos que permitiram erguer catedrais ainda hoje admiradas? Muitas vezes estes são detalhes convenientemente esquecidos a fim de justificar um quadro histórico esquemático, segundo o qual deve haver uma época de barbárie que anteceda e justifique o Renascimento do século XVI — e assim equívocos históricos injustificáveis são perpetuados(2). Foi contra essa “lenda negra” que a medievalista francesa Régine Pernoud se insurgiu em seu livro O Mito da Idade Média(3).

3. O maior obstáculo ao conhecimento da Idade Média é justamente o arraigado preconceito que nutrimos acerca deste período. Estimulado por uma idéia preconcebida, o estudioso pode incorrer no erro de reduzir a pesquisa histórica à mera seleção de dados que corroborem sua impressão inicial. Acreditamos, por exemplo, ser este o defeito de O Nome da Rosa, famoso romance de Umberto Eco ambientado num mosteiro beneditino do século XIV. Embora o autor demonstre possuir conhecimento detalhado de algumas particularidades da cultura medieval, o resultado é no mínimo parcial: foram escolhidos apenas os elementos mais estereotipados do já gasto bordão sobre a Idade Média crédula e obscurantista. O fato de se tratar de um texto de ficção não muda os dados do problema. Veja-se a cena do incêndio da biblioteca ao final do romance: é destacada a destruição de livros, mas esqueceu-se de dizer que, se não fosse pela obra anônima dos monges que preservaram e estudaram com a proverbial paciência beneditina a obra dos escritores antigos ao longo de mil anos, ela não teria chegado até nós(4).


O conhecimento autêntico pressupõe aquela “vontade de nos enriquecermos, de sairmos de nós mesmos” que Henri-Irenée Marrou associava à virtude da docilitas, a humilde demanda da verdade(5). “Sair de nós mesmos”, neste caso, significa estar disponíveis a ouvir com atenção o que os documentos históricos têm a nos revelar, que é o contrário de projetar sobre eles idéias ou teorias preestabelecidas. Com efeito, a verdade pode nos enriquecer apenas se a procurarmos livres de qualquer tipo de censura prévia.

4. Outra fonte de equívocos é a tendência, muitas vezes inconsciente, de interpretar os fatos do passado utilizando critérios ditados pela cultura de nosso tempo, sem cuidar que eles talvez não se apliquem ao período estudado. Qualquer dado histórico manifesta plena e adequadamente seu significado apenas se é observado no contexto do qual faz parte; por isso, é necessário inteirar-se dos valores culturais e sociais da época que o gerou para avaliá-lo com propriedade.

Ora, uma das principais características da Idade Média é sua intensa religiosidade — e a dificuldade de compreensão deste fator fundamental tem sido uma importante fonte de mal-entendidos. Se hoje o fator religioso é percebido como algo estranho à vida, para o homem medieval, ao contrário, a esfera do sagrado era reconhecida presente e encarnada nas contingências da vida quotidiana(6). Congregados pelo irresistível apelo da religião, homens e mulheres de todas as regiões da Europa adquiriram, a partir do século X, a consciência de formar um povo único, uma entidade que pretendia espelhar e prefigurar a ordem celeste: a Cristandade. “Cada um”, observa Daniel-Rops, ”trabalhando ao longo de sua existência, tinha a certeza de colaborar numa grande obra que o ultrapassava”(7), contribuindo com sua pequena pedra para levantar a catedral, segundo a imagem utilizada por Paul Claudel(8). A “extraordinária capacidade que os homens da Idade Média tinham de pensar e agir em conjunto” deve-se, portanto, ao fato de que “o sentido da transcendência arrancava o indivíduo da sua condição particular (...) para impulsioná-lo rumo a um ideal absoluto, tal como uma terra santa a ser libertada, uma igreja a ser construída, ou então, com obstinada candura, um herege a ser queimado vivo”(9). Quem negligenciar esse dado prejudicará gravemente sua capacidade de compreensão histórica: como descrever as Cruzadas ou a Inquisição sem levar em conta o fato de que a religião era o cimento da sociedade medieval?


5. Até aqui insistimos sobre a necessidade de se adotar uma atitude de abertura e submissão aos documentos, alertando para o fato de que preconceitos e anacronismos podem distorcer os resultados da pesquisa. De fato, a realidade histórica sempre se revela mais densa, complexa e rica do que certos conceitos dos quais facilmente nos tornamos prisioneiros. Frisar a exigência de fidelidade às fontes, no entanto, não quer dizer que o ofício do historiador seja meramente passivo ou receptivo.

Ao estudioso cabe a tarefa de fazer os documentos falarem. Muitas vezes, o material analisado parece bem pouco eloqüente; a quantidade e a qualidade das informações que serão extraídas dele dependem da habilidade do historiador ao questioná-lo. A pesquisa não se resume à compilação de informações que os documentos já fornecem “prontas”: compete ao estudioso abordá-los adequadamente e formular hipóteses explicativas para os dados observados. Sendo assim, a documentação histórica pode ser considerada uma fonte inesgotável de conhecimentos, pois sempre poderá revelar aspectos até então ignorados se submetida a novas interrogações. É preciso observar, contudo, que o questionamento das fontes é uma habilidade que deve ser desenvolvida, pois atualmente se cultiva mais a dúvida sistemática (que termina por imobilizar a inteligência) do que a atenção genuína aos porquês últimos da realidade.

É justamente por ter formulado interrogações que ainda não haviam sido feitas, alargando os horizontes da pesquisa histórica, que a obra de certos medievalistas têm conquistado relevância crescente. Um dos precursores desta renovação foi Johan Huizinga, que — há 70 anos, quando a pesquisa histórica se limitava a temas políticos e econômicos — procurou descrever os ideais, os sentimentos e as formas de pensamento do homem medieval, numa obra que continua estimulante ainda hoje(10). Estava aberto o caminho para a “nova história”, escola à qual se filiam historiadores do porte de Jacques le Goff e Georges Duby.

6. Se o resultado da análise é condicionado pelo questionamento proposto pelo estudioso, conclui-se que a investigação histórica será sempre inevitavelmente plasmada pela personalidade do pesquisador. Os documentos históricos são “testemunhos da experiência de homens do passado”; como tais, solicitam que também a experiência humana de quem os lê entre em jogo para serem compreendidos(11). Quanto mais atento e curioso for o pesquisador, mais fecunda será portanto sua investigação: “o valor do conhecimento histórico é diretamente função da riqueza interior, da abertura de espírito, da magnanimidade de quem o elaborou. (...) O historiador deve ser também, primeiro que tudo, um homem plenamente homem, aberto a tudo o que é humano”(12). E não poderia ser de outra forma: o historiador, em particular o medievalista, lida com elementos que, embora cronologicamente distantes, dizem algo a respeito de sua própria pessoa e da sociedade na qual ele vive.

A pesquisa histórica pode ser descrita, portanto, como um encontro. Neste encontro com o outro reconheceremos, para além das diferenças, uma série de afinidades, graças às quais é possível estabelecer um diálogo com o passado. Com efeito, “é nesta tensão entre o mesmo e o outro que o conhecimento da humanidade mais antiga pode continuar a enriquecer nossa existência, num século em que a ansiedade do homem nasce do questionamento de todas as suas referências fundamentais”. Por isso, a história se escreve “apoiando-se ao mesmo tempo na presença da memória do passado e na compreensão da distância que existe entre esse passado e o presente”(13). Exemplar, neste sentido, é a reflexão de Régine Pernoud acerca das origens medievais dos conceitos de casamento e direitos da mulher, temas que estão no centro de debates cruciais dos dias de hoje(14).

7. A esta altura, o leitor poderá perguntar: se a investigação histórica é produzida no cruzamento entre o “eu” e o “outro”, entre presente e passado, como é possível o conhecimento objetivo da história?

O conhecimento objetivo ou científico do passado pressupõe a adoção de um método seguro, que permita uma abordagem fiel das fontes. Não se deve, entretanto, confundir rigor metodológico com a obsessão positivista de eliminar a possibilidade de interferência da personalidade do estudioso no desenvolvimento da pesquisa para evitar os riscos de uma análise “subjetiva” da documentação. Essa pretensão se revela, em particular no campo das ciências humanas, uma utopia prejudicial: se limitarmos nossa investigação somente àquilo que pode ser considerado “objetivo” ou “comprovado” — conceitos que são, de resto, bastante escorregadios —, terminaremos por reduzir a história a uma coleção de fatos desconexos ou então a simples sondagens estatísticas. Dessa forma, em suma, ficaríamos à margem do que é mais importante conhecer, isto é, o significado dos acontecimentos, das idéias e das experiências dos homens do passado(15).

A neutralidade total do pesquisador é uma meta inatingível: só seria possível na hipótese absurda de que o objeto de estudo lhe fosse inteiramente indiferente (mas então por que estudá-lo?). Imparcialidade não significa aridez; já notamos que a riqueza interior do estudioso é um ingrediente fundamental na elaboração do conhecimento histórico.

Contrariando a estéril tentativa de levar o pesquisador ao estado de ataraxia a fim de garantir a objetividade do trabalho científico, Marrou afirma que entre o sujeito e o objeto da investigação deve haver uma relação de simpatia e amizade, pois, como já dizia Santo Agostinho, “não se pode conhecer ninguém a não ser pela amizade”. Não se trata, evidentemente, de maquiar o passado, substituindo a “lenda negra” sobre a Idade Média por uma “lenda dourada” igualmente tendenciosa. A simpatia e a amizade de que o autor fala constituem o fundamento da dedicação sincera na tentativa de conhecer o outro como ele realmente é: “a amizade autêntica, na vida como na história, supõe a verdade”(16).

A verdadeira simpatia pelo objeto é, paradoxalmente, uma condição indispensável para gerar em nós aquele desapego necessário no caso de os resultados da pesquisa contrariarem nossas hipóteses ou expectativas. A humilde disponibilidade de aceitar a verdade tal como ela se nos apresenta, e não como gostaríamos que fosse, é o que Luigi Giussani apelidou de “regra moral” do conhecimento: “amor à verdade do objeto maior que nosso apego às opiniões que já formamos sobre ele”(17).

8. Embora entrem em conflito com algumas idéias atualmente em voga, as sugestões metodológicas propostas pelos autores citados estão em perfeita sintonia com a mentalidade medieval. Se para muitos hoje, o termo estudo evoca uma atividade insossa e meramente cerebrina, na Idade Média, como notou Luiz Jean Lauand, o alcance semântico de studium era mais amplo: “Studium significa amor, afeição, devotamento, a atitude de quem se aplica a algo porque ama”(18).

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Raúl Cesar Gouveia Fernandes
M. Sc. Letras FFLCHUSP - Prof. Filosofia FEI
e-mail: rfernandes@br2001.com.br



(1). A Idade Média: Nascimento do Ocidente. São Paulo, Brasiliense, 1986, pp. 170-179.

(2). Cf. Nunes, Ruy A. da Costa. História da Educação na Idade Média. São Paulo, EDUSP, 1979, pp. 9-30.

(3). Lisboa, Europa-América, s / d.

(4). Cf. Dawson, C. Il Cristianesimo e la Formazione della Civiltà Occidentale, Milão, Rizzoli, 1997, p. 60.

(5). Do Conhecimento Histórico, Lisboa, Martins Fontes, s / d, pp. 85 e 231.

(6). Cf. Giussani, Luigi. O Senso de Deus e o Homem Moderno, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1997, p. 101 e ss.

(7). A Igreja das Catedrais e das Cruzadas, São Paulo, Quadrante, 1993, p. 39.

(8). O Anúncio Feito a Maria, Rio de Janeiro, Agir, 1968, p. 28.

(9). Marchi, Cesare. Grandes Pecadores, Grandes Catedrais, São Paulo, Martins Fontes, 1991, p. 39.

(10). Cf. O Declínio da Idade Média, Lisboa, Ulisséia, s / d.

(11). Cf. Massimi, Marina. “Partir do Presente”, in: Litterae Communionis, 57, maio / junho 1997.

(12). Marrou, Henri-Irenée. Op. cit., p. 92.

(13). Fontaine, J. “Face à la Foi des Premiers Siècles”, in: Delumeau, J. L’Historien et la Foi, Paris, 1996, p. 116.

(14). Cf. A Mulher no Tempo das Catedrais, Lisboa, Gradiva, 1984.

(15). Cf. Brooke, Christopher. O Casamento na Idade Média, Lisboa, Europa-América, pp. 15-32.

(16). Marrou, Henri-Irenée. Op. cit., p. 88.

(17). Giussani, Luigi. O Senso Religioso. 2a edição, São Paulo, Companhia Ilimitada, 1993, p. 59.

(18). Cultura e Educação na Idade Média, São Paulo, Martins Fontes, 1998, p. 302.

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Discurso de Carlos Lacerda

12:04:00
“Do passado de um povo levantam-se vozes que ecoam no seu futuro. São as vozes dos que não temeram, as dos que não se curvaram, as vozes pioneiras, as vozes constantes, as vozes fiéis e generosas que lhe falaram a inteligência ainda mais que a emoção.
A democracia não é o governo dos piores e sim o governo em que o maior número escolhe os melhores. No Brasil, quando o povo em maior número conquistou o direito de escolher, logo se viu privado desse direito durante dez anos, pelo menos. 
Censura a imprensa, controle governamental sobre a escola e sobre a informação, propaganda política unilateral e maciça. Eis o que teve o povo brasileiro durante mais de dez anos. Assim, esse mesmo povo, convocado a escolher, foi deseducado para a escolha. 
A escola que deveria ser a melhor fonte foi depravada e desnaturada. A grande revolução a fazer no Brasil é a revolução da escola, mas esta não se consegue sem o voto. Este, por sua vez, não realiza sua obra revolucionária sem o verbo, sem a pregação, sem a mensagem de entusiasmo e de renovação.
Tudo hoje no Brasil parece convidar a confusão e ao desalento. A corrupção que se generaliza, a complacência que atingiu até os centros vitais da nacionalidade, tudo parece flutuar num mar de desesperança. 
Dizia que estão incapazes de reagir, de sobrepor-se as decepções e reafirmar a sua fé na liberdade e na honra, sem a qual nação alguma se sustenta.
A infiltração comunista faz-se as escâncaras, sob pretexto de um falso nacionalismo do qual está ausente o patriotismo e que se caracteriza pelo desprezo a liberdade e a honra. Esse nacionalismo que coloca um falso conceito de nação acima de tudo, inclusive da liberdade de produzir e de consumir, é uma posição tipicamente totalitária da qual o comunismo se serve para anestesiar as resistências nacionais e instalar no ventre do cavalo de pau nacionalista os agentes da traição que já encontram lugar no governo, nas forças armadas e na escola, impunes, estimulados pela deserção da justiça e pelo cansaço dos bons.
O cansaço dos bons, para me servir da expressão de Pio XII, fez com que contra um inimigo, para se apossar da consciência do povo, e instaurar aqui a pior tirania, que é a consentida, a tirania aplaudida, a tirania sem rebeldia. Tudo concorre para o cansaço dos bons, a começar pelo dinamismo dos maus. O ruim, no Brasil, parece ser o que mais atua. Os desonestos serão os mais dinâmicos. Essa lição: a visão de cada momento da vida brasileira em nossos dias.
Mas por isto mesmo é preciso reagir. Em cada setor, em cada campo, em cada canto, existem forças de futuro prontas a eclodir, como uma planta túrgida de seiva, a explodir em flores. Logo se anuncia a primavera. 
O sacrifício e no desencanto do povo, existem imensas possibilidades de ressurreição do seu civismo e de manifestação de sua vontade livre. 
Tudo depende de não desanimar. Tudo consiste em confiar no valor da resistência moral. Os que se impuseram pela força dos tanques, depois da insídia da fraude, podem ter os tanques que quiserem. Falta-lhes sempre a força final que é autoridade nascida do exemplo e da virtude cívica. Esta, a virtude cívica, acabará triunfante se ainda a tempo nos decidirmos a valorizá-la em nós, a despeito de nós, por cima de nossas fraquezas e desesperanças.
Hoje, nesta mesma hora, em alguma parte deste imenso país, nem tudo são roubos e ações malfazejas. Alguém trabalha, muitos se esforçam por fazer progredir o país dos governos fazem marcar passo. 

A crise moral e a crise material em que a nação se debate não são as únicas forças com que ela conta. Esta mesma hora, em muitos lugares do Brasil, há quem reze, há quem pense, há quem fale, há quem trabalhe com a cabeça, com os braços, por um progresso ao qual não faltará sentido na medida em que não nos separemos, não nos percamos, não nos deixemos vencer pelo cansaço.
Cada qual no seu lugar, por mais modesto que lhe pareça, tem algo a fazer pela terra em que vive, na qual nascem os que vão suceder ao seu esforço e hão de julgá-lo. Cada qual pode fazer alguma coisa, e todos querem fazê-la, para que o Brasil invés de afundar na ignomínia, ressurja. 

Para que a liberdade não pereça. Para que a honra prevaleça e o bem estar do povo, afinal, surja do trabalho e da inteligência do próprio povo.
Neste momento do mundo, de apreensões e de perspectivas que vão desde a da destruição a deslumbrante visão de uma humanidade redimida, o Brasil depende mais do que nunca do amor de seus filhos. Não continuamos a ser os cidadãos conformados de uma nação na qual quem rouba é quem manda mais e quem mais manda mais rouba. Não sejamos o paraíso do tolo e a delícia do esperto. Façamos deste país uma nação consciente. 
Confiante nas perspectivas do poder, serena em face das dificuldades a vencer, mas decidida a enfrenta-las e realizar na América uma civilização democrática, na qual, em feliz união, liberdade e autoridade se combinem.

Ao povo que acreditou em nós, some-se o outro: o que foi intrigado conosco, o que acreditou na calúnia, e pensando que se libertava, serviu ao que há de mais tenebroso no pântano: os batráquios que pedem rei, os corruptos que se medem pela fortuna que amontoam a custa da miséria alheia, os mandarins da República, os donos de todos os privilégios, os príncipes da corte maldita, os plebeus de um pátio de ambições horríveis, os cúpidos, os vorazes, os que dominam o Brasil há vinte e tantos anos e se habituaram a ter este país como uma estância sua e este povo como seus meros colonos."
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12 Mentiras da educação brasileira

05:15:00
12 mitos da educação brasileira [ titulo original ]
Texto: Gustavo iochepe

1. "O Brasil investe pouco em educação"

·        “Se um médico prescreve um remédio para uma doença e ele não surte efeito, a primeira opção é aumentar a dosagem. Se o problema persistir, provavelmente o médico tentará outro medicamento. Quando o assunto é educação, a lógica segue o caminho oposto: a solução para todos os problemas é sempre aumentar a dosagem do que se considera o único remédio, ou seja, o dinheiro. Os defensores desse tratamento desconsideram o fato de que repasses de verba cada vez maiores já foram anunciados por programas como Fundef e Fundeb sem melhorar a qualidade da educação. Apesar disso, o Plano Nacional de Educação, recém-sancionado pela presidente Dilma Rousseff, prevê que, até 2024, 10% do PIB brasileiro deve ir para o setor. Segundo a Unesco, países como Finlândia, China, Irlanda e Coreia do Sul, que apresentam os melhores índices educacionais do mundo, gastam até 5,7% do PIB com educação. Em contraponto, nações como Quênia, Namíbia, Armênia e Mongólia despendem entre 7% e 12,9% do PIB no setor: mesmo assim, não conseguiram solucionar o problema da baixa qualidade do ensino.”
w      

        2. "Os professores são mal remunerados"

“No Brasil, o salário da maioria dos profissionais, como médicos, engenheiros, artistas e professores, é em média 3,5 vezes inferior ao pago a profissionais das mesmas categorias nos Estados Unidos. A diferença salarial é explicada pelo PIB per capita de cada país. O professor ganha pouco por ser brasileiro, não por ser professor. O argumento comum, porém, é de que se o Brasil quiser atingir o patamar educacional de países desenvolvidos, como os próprios Estados Unidos, deve pagar o mesmo a seus docentes. Isso desconsidera o fato de que quase 80% do gasto com educação aqui são destinados a pagar salários de professores e funcionários. Se pagarmos aos docentes brasileiros, em termos nominais, o mesmo que os americanos recebem, eles seriam a única categoria a atingir esse patamar salarial no Brasil. Os demais profissionais, contudo, continuariam a ganhar 3,5 vezes menos.”

3. "Ganhando mais, os professores vão ensinar mais"

·        "Não há, na literatura empírica nacional e internacional, provas de que salários mais altos influenciam a melhora na qualidade do ensino. Uma simples constatação disso é que os sucessivos aumentos no piso salarial dos docentes brasileiros até hoje não tiveram reflexos nos índices educacionais e também não solucionaram os problemas das greves, que continuam a acontecer todos os anos. O sistema educacional é perverso: se o professor faz mal o seu trabalho e ainda assim ganha mais, por que lutar para fazer um trabalho melhor que não trará mais ganhos?”
     

·                                 4. "As salas de aula têm alunos demais"

·        “Este é um dos mitos comumente relacionados à baixa qualidade do ensino e à necessidade de aumento salarial dos docentes. A relação, porém, não resiste à apuração de pesquisas empíricas. Elas mostram que, em salas com menos de 20 alunos, a turma aprende o mesmo que em uma sala mais cheia. O único fator que faz diferença real é o professor e sua capacidade de gerir uma sala de aula e transmitir conhecimentos para um grupo.” 

·        5. "Escola em tempo integral vai melhorar os índices educacionais"

·        "Há evidências de que mais horas-aula melhoram o desempenho acadêmico. O problema é que a carga horária brasileira, que já não é alta, raramente é cumprida, e a maioria dos programas de ensino integral praticados no Brasil oferecem atividades não-acadêmicas, como música e esporte, no contraturno. Nesse modelo, o ensino em tempo integral é um desperdício. A primeira prioridade deveria ser usar o tempo de aula de modo eficiente, pois o Brasil é um dos países que mais desperdiça tempo com atrasos de professores e alunos, anúncios, chamada etc. Quando essa carga horária estiver bem ocupada, e quando os programas no contraturno forem de português, matemática e outras disciplinas, o desempenho dos alunos vai melhorar. Nesse caso, eu seria totalmente favorável à iniciativa."

·        6. "A tecnologia vai resolver o atraso escolar"

“Praticamente toda a pesquisa sobre o assunto, não apenas no Brasil como no exterior, mostra que não há relação entre a presença de computadores na escola e aprendizado. Ainda assim, o Ministério da Educação decidiu em 2012 dar tablets aos professores, um custo de 150 milhões de reais. O fracasso atual das tecnologias em sala de aula não quer dizer que elas não possam dar resultados no futuro. A utilização de softwares específicos para aprendizado tem mostrado resultados positivos, principalmente em matemática. Mas o melhor software educacional disponível hoje é, disparado, o cérebro de um bom professor."

7. "A escola tem que formar cidadãos críticos e conscientes"

·        “Esse argumento reflete a ideologização do ensino, presente em todas as escolas brasileiras. Pesquisas do Inep (órgão ligado ao MEC responsável por pesquisas educacionais) com professores mostram que nove em cada dez docentes concordam com a afirmação de que ‘o professor deve desenvolver a consciência social e política das novas gerações’. Menos da metade, no entanto, acredita que ‘o professor deve evitar toda forma de militância e compromisso ideológico em sala de aula’. Essa percepção, além de alterar o conteúdo a ser ensinado, afeta a forma como ele chega aos alunos: por isso, trabalhos em grupo passaram a se sobrepor a exercícios individuais, notas e provas passaram a ser vistas com maus olhos e recompensar o mérito acadêmico é equivalente a premiar uma competitividade nefasta. É impossível, porém, medir se essa filosofia está efetivamente criando cidadãos críticos e conscientes ou apenas se sobrepondo ao ensino dos conteúdos.”
     

·           8. "Rankings educacionais não levam em consideração a realidade

    das escolas

·        "É verdade que os rankings educacionais não consideram fatores socioecômicos. O que se esconde por trás desse mito, contudo, é a ideia de que por causa disso eles não podem ser considerados bons termômetros para a educação, como apontam os críticos das avaliações externas nacionais e internacionais. Os rankings estão certos em não considerar esses fatores, porque eles devem medir o conteúdo que está sendo ensinado em uma determinada etapa de ensino, independente da localidade da escola. Se eles considerassem o fator social, esse serviria apenas de muleta para justificar o fato de que em regiões mais pobres os alunos aprendem menos e não há nada a ser feito. Com os rankings isentos dessas peculiaridades, é possível saber onde está o problema e minimizar fatores externos ao ensino dos conteúdos com uma política educacional específica. Onde há déficit econômico, é preciso haver superávit educacional."

·        9. "Divulgar a nota do Ideb na porta das escolas estigmatizaria alunos"

·        A divulgação das notas do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, que mede o fluxo escolar e o desempenho dos estudantes em avaliações nacionais) nas escolas é uma campanha que defendo há algum tempo. A medida já foi aplicada em Estados como Minas Gerais e Goiás e até o momento não foi constatado nenhum prejuízo psicológico aos alunos, nem nas escolas com as piores notas. Não há explicação lógica em pensar que uma criança seria humilhada por saber que estuda em uma instituição que não está oferecendo bom ensino. Pelo contrário: a divulgação dos dados educacionais deve servir para que as famílias cobrem melhorias e, ao mesmo tempo, para que as escolas tomem consciência de que precisam melhorar."

·        10. "Universidade pública deve ser gratuita"

·        "A cobrança de mensalidade para alunos ricos foi uma das primeiras bandeiras que defendi. Quando fui aprovado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde estudei apenas três semanas antes de ir para os Estados Unidos, cheguei a procurar a reitoria para que eu pudesse colaborar com a instituição de alguma forma, pagando mensalidade ou fazendo doações. Minha família pagou pelo ensino básico e não via razões para eu estudar gratuitamente no ensino superior. A universidade negou minha tentativa veementemente. A prática funciona perfeitamente em outras nações, como Austrália, Estados Unidos e Chile, que recentemente anunciou a gratuidade a todos os alunos. Será um retrocesso em um sistema educacional que colocou o país entre os melhores do mundo. No Brasil, é fato conhecido por todos que os aprovados em instituições públicas vêm de grupos econômicos mais favorecidos e a maioria esmagadora dos alunos mais pobres acaba em faculdades privadas de baixa qualidade. A cobrança não prejudicaria o sistema de ensino e traria subsídios para financiar os estudos de quem precisa."

·        11. "A sociedade está engajada na melhoria da educação"

·        É socialmente aceitável ter um discurso que mostra preocupação com a educação, mas a maioria das pessoas não se importa realmente. Uma pesquisa do Inep com pais de alunos mostrou que, em uma escala de satisfação de 0 a 10, sendo zero muito insatisfeito e 10 muito satisfeito, a nota média dada pelos pais às escolas de seus filhos foi 8,6. Se as famílias brasileiras apontam esse nível de satisfação com o ensino público, muito dificilmente elas vão protestar por melhorias. É preciso ponderar, contudo, que esses dados não revelam falta de interesse por parte das famílias. Em muitos casos, os pais que não têm instrumentalização para medir a qualidade da escola, pois sequer terminaram o ensino básico. Para um pai, é muito difícil conviver com a ideia de que o filho está com problemas na escola e que ele não pode ajudar. Se ele sabe que tem um problema, mas não consegue apontá-lo, acaba se baseando em critérios mais palpáveis, como o recebimento de uniforme, transporte e outros fatores que não estão ligados diretamente ao aprendizado dos estudantes. Para reverter esse quadro, é preciso voltar a um passo anterior: mostrar a ele a realidade do sistema. O engajamento vem depois da conscientização do problema."

·        12. "O ensino brasileiro está melhorando na velocidade desejada"


"Governantes e até órgãos internacionais, como Unesco e OCDE, gostam de ressaltar o crescente esforço do Brasil para melhorar a educação no país. As melhorias, porém, são pífias se comparadas ao gastos no setor. O problema do acesso ao ensino pode ter sido praticamente sanado, mas a qualidade da oferta definitivamente não traduz o discurso feliz e eleitoreiro de muitos porta-vozes."
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Bastão Retrátil de Mola

12:47:00
BASTÃO RETRÁTIL FLEXÍVEL 


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BASTÃO RETRÁTIL para defesa pessoal, com sistema TIPO MOLA, no qual o BASTÃO enverga, sendo indicado para aplicação na qual se quer ferir gravemente o meliante . 
Possui 24” aberto e 9.5” fechado. 

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- Comprimento: 24” aberto – 9.5” fechado

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- Aplicação: Defesa Pessoal

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- Embalagem: 1 unidade

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Sobre Importação.

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- Motivos de força maior (inundação, incêndios, falta de segurança pública, fechamento de estradas ou ruas, etc.);
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- Retenção do objeto postal para efeito de fiscalização;
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Contato direto ligue
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Relógios De Bolso no Mercado Livre

06:43:00
Os artigos anunciados nessa página são vendidos sob encomenda.
Envie um e-mail para filmesonline@ymail.com

Relógios De Bolso no Mercado Livre

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A mentira de Karl Marx

16:47:00
A mentira como sistema [titulo original]

Logo que me afastei do Partido Comunista, aos 22 anos, conservei uma visão do marxismo como teoria errada, mas valiosa. Três décadas de estudos persuadiram-me de que ele é uma doutrina não apenas falsa, mas mentirosa até à medula.

Marx mente nos seus pressupostos filosóficos, mente na sua apresentação da História, mente nas suas teorias econômicas e mente nos dados estatísticos com que finge comprová-las. De sua obra nada se aproveita, exceto o treino dialético que se ganha em duelar com um mentiroso astuto.

Perguntar se suas mentiras são propositais ou inconscientes - e nesta última hipótese tentar salvar uma suposta "boa intenção" por trás da falsidade - é ignorar por completo as diferenças entre consciência normal e sociopática.

Karl Marx foi com toda a evidência um sociopata, uma alma na qual a nebulosa mistura de verdade e falsidade era um traço permanente, uma compulsão irresistível, não se aplicando a esse caso a distinção entre a reta intenção da vontade e as falhas involuntárias da inteligência, com que explicamos os erros dos homens normais.

É impossível não perceber algo dessa mistura já em Hegel, seu antecessor e, de certo modo, mestre. Toda a filosofia de Hegel funda-se na premissa de que "o Ser, sem suas determinações, é idêntico ao Nada", uma afirmação à qual ele confere validade objetiva absoluta embora sabendo que ela só tem significado quando referida não ao Ser e sim apenas ao conhecimento que temos dele, e que ampliada para fora desse domínio é uma sentença totalmente desprovida de significado. Digo "embora sabendo" porque é impossível que um homem dotado da destreza lógica de Hegel não percebesse, nessa pedra fundamental da sua doutrina, a rachadura lógica entre uma meia-verdade e um "flatus vocis". Mas Hegel, firmemente decidido a construir um sistema universal, não se deteve ante o que, aos olhos de sua ambição, pareceu um detalhe desprezível. Seguiu em frente, misturando em doses cada vez mais complexas as meias-verdades às meias mentiras à medida que a construção se avolumava.

Marx partiu dessa monstruosa falsificação teorética para erigir, em cima dela, a falsificação da existência real, a ação historicamente falseada de milhões de seres humanos que consagraram suas próprias vidas e sacrificaram milhões de vidas alheias no altar da mentira sistematizada.

Como foi possível que chegasse a recrutar tantos discípulos, a agitar tão vastas forças sociais e políticas, a desfigurar a face do mundo a ponto de torná-lo indistingüível do inferno?

O sociopata, como o esquizofrênico, é uma alma dividida, mas dividida de tal modo que as partes separadas, sem jamais juntar-se num confronto consciente, concorrem para uma meta comum determinada pela vontade, o que o torna notavelmente capacitado para a ação - ao contrário do esquizofrênico - na mesma medida em que incapacitado para o julgamento moral de si próprio.

Enquanto na psique normal a base da ação eficaz é a coerência entre consciência cognitiva e vontade, no sociopata é a separação delas que produz aquela desenvoltura, aquela liberdade, que lhe permite agir eficazmente onde o homem são seria detido por escrúpulos de consciência. A força de vontade, no sociopata, não reflete a firmeza de uma convicção madura e consciente, mas a inescrupulosidade de um desejo avassalador que vence todas as hesitações sufocando a voz da consciência quando esta lhe cobra os direitos da verdade ou simplesmente lhe relembra a fragilidade da condição humana. A força do homem são está na unidade da sua alma; a do sociopata, na impossibilidade de unificar-se, que o leva a espalhar a dubiedade e a confusão por onde passe. A primeira é idêntica à "simplicidade" bíblica; a segunda, à complexidade irremediável de uma ruptura interna que se automultiplica indefinidamente. A primeira reflete o "sim, sim - não, não" do mandamento de Jesus; a segunda é a voz do "bilingüis maledictus", o homem de língua bífida incapaz de dizer sem desdizer.

Daí a diferença entre a dialética clássica, de Sócrates e Aristóteles, e a dialética moderna de Hegel e Marx. A primeira era a arte de reduzir as contradições à unidade; a segunda, a técnica de fazê-las proliferar até que não possam mais ser abrangidas na unidade de uma visão intelectual e extravasem para a vida ativa, semeando o ódio e a guerra sem fim. A primeira supera as contradições da "práxis" na unidade superior da consciência contemplativa; a segunda alastra para o reino da "práxis" o ódio a si mesmo que atormenta o intelecto incapaz de repouso contemplativo.

Olavo de Carvalho
Jornal da Tarde, 23 de novembro de 2000
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Curiosidades do Império brasileiro!

12:36:00
Curiosidades do Império brasileiro, conforme as fontes: Biblioteca Nacional, IMS, Coleção Teresa Cristina, Diário de Pedro II, Correspondências do acervo do Museu Imperial de Petrópolis, Biografias como As Barbas Do Imperador, Imperador Cidadão, Filho de uma Habsburgo, Chico Xavier e D. Pedro II, Cartas da Imperatriz, Teatro de Sombras, Construção da Ordem, D. Pedro II Ser ou Não Ser, Acervo Museu Histórico Nacional entre outros.

O Imperador pegava empréstimos no Banco do Brasil para pagar suas viagens.  Sua tolerância com a imprensa era grande. Hoje qualquer deputado estadual tem mais regalias com recursos públicos do que a família imperial à época. Moralmente, regredimos.

(1880) O Brasil era a 4º Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História.

(1860-1889) A Média do Crescimento Econômico era de 8,81% ao Ano.

(1880) Eram 14 Impostos, atualmente são 92.

(1850-1889) A Média da Inflação era de 1,08% ao Ano.

(1880) A Moeda Brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina.

(1880) O Brasil tinha a Segunda Maior e Melhor Marinha do Mundo. Perdendo apenas para Inglaterra.

(1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.

(1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km.
 
 Outras :

1. A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental em (1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados.

2. Entre 1850 e 1890, o Rio de Janeiro era conhecido na Europa como "A Cidade Dos Pianos" devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos.

3. O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.

4. O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de "O Guarani" foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.

5. Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto em tramito até hoje nunca saiu do papel.

6. Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.

7. Ratificando boatos, D. Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos.

8. Oficialmente, a primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro, data de 1893, 4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.

9. Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular.

10. José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada "A Guarda Negra". Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.
 
Mais estas:

1. O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico

2. O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina.

3. Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.

4. A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.

5. A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.

6. D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.

7. D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.

8. A primeira tradução do clássico árabe "Mil e uma noites" foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.

9. D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.

10. D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.

11. Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.

12. Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.

13. Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.

14. D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.

15. Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois "Never!" bem enfáticos.

16. Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.

17. A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.

18. Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.

19. Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.

20. D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo no bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.... 


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Proclamação de Anistia e Perdão

Proclamação de Anistia e Perdão Concedida a todos os indivíduos com ascendência europeia - Considerando que europeus mantiveram meus antepassados em cativeiro e trabalhando sem pagamento por três séculos, - Considerando que os europeus ignoraram as garantias de direitos humanos da Declaração de Independência e da Constituição dos Estados Unidos, - Considerando que a Proclamação de Emancipação, a Décima Terceira e Décima Quarta emendas significaram pouco mais que palavras vazias, Então os americanos com ascendência europeia são culpados por crimes contra meus ancestrais Mas, reconhecendo que os próprios europeus foram vítimas de variadas violações dos direitos humanos, tal como a Conquista Normanda da Inglaterra, a Grande Fome da Irlanda, o Declínio da Dinastia Habsburgo, as aventuras czaristas e napoleônicas, além de insultos gratuitos e especulações sobre a inteligência dos descendentes de poloneses, Eu, Walter W. Williams, declaro anistia e perdão gerais e irrestritos a pessoas de ascendência europeia tanto por suas queixas quanto pela escravidão que praticaram contra o meu povo. Portanto, de hoje em diante os americanos com ascendência europeia podem ficar tranquilos, cientes de que estão livres de qualquer culpa e desobrigados de agir como idiotas simpáticos quando se relacionam com americanos de ascendência africana. Walter W. Williams, generoso outorgante

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