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terça-feira, 26 de abril de 2016

O Pensamento Conservador

Os romanos, no decorrer das suas imparáveis conquistas, iam capturando inúmeros escravos, que eram utilizados nos mais diversos serviços. Sendo a escravatura um fenômeno tão difundido entre os romanos, é natural que se servissem de uma terminologia abundante a este respeito. Na verdade, há quem diga que existiam cerca de trezentas espécies de escravos, segundo as funções que exerciam. 
Por exemplo, o atriensis era o guarda-mor do atrium, o topiarius podava as árvores, o ostiarius era o guarda da porta, o lactarius preparava o creme, o placentarius fazia pastéis, o cellarius tinha a seu cargo a adega ou o celeiro, o degustator provava todas as comidas antes de as apresentar, isto para referir apenas alguns exemplos...

Além destes termos mais especializados, os romanos recorriam a outros mais genéricos, que indicavam a condição do escravo sem considerar propriamente a função exercida pelo mesmo. Entre estes termos, os mais frequentes eram servus, que designava o escravo do ponto de vista jurídico ou político, famulus (pronuncia-se “fámulus”), que indicava o escravo do ponto de vista patriarcal, e mancipium, que denominava o escravo do ponto de vista econômico, ou seja, considerando-o como propriedade ou mercadoria.

O termo famulus, provavelmente oriundo do osco, designava o escravo que servia em casa, sob a autoridade de um patriarca. Ao conjunto de escravos que serviam sob o mesmo teto chamava-se familia. Era preciso mais do que um famulus para se constituir uma familia. 
Cícero dizia (Cæcin. 55) que unus homo familia non est («um só homem não constitui uma familia»), e o jurisconsulto Julius Paulus Prudentissimus (séc. III d. C.) completava (V, 6, 39) que familiæ nomine etiam duo servi continentur («com dois escravos já se constitui o que se chama uma familia»). É claro que, quanto maior a opulência, maior era o número de escravos ao serviço de uma casa e, portanto, maior era a família.
Era este o significado primordial de família. No entanto, por extensão de sentido, os romanos serviam-se do termo para designar também toda a casa sob cujo teto serviam esses escravos, a qual compreendia o chefe – o chamado pater familias –, a sua esposa, os filhos, os ditos escravos e até os animais e as terras, ou seja, tudo o que era indispensável à economia familiar. De acordo com a Digesta Justianiana (50, 16, 195, 2), familiam dicimus plures personas quæ sunt sub unius potestate («chamamos família a um conjunto de pessoas que se encontram sujeitas ao poder de um só»). 
Em termos jurídicos, e em sentido pessoal, o termo designava apenas a chamada família agnatícia, ou seja, a linhagem masculina, como se conclui do seguinte preceito do códice referido anteriormente (50, 16, 195, 1): mulier familiæ suæ et caput et finis est («a mulher é o início e o fim da sua própria família»). 

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 O conservadorismo é a arte de expandir e fortalecer a aplicação dos princípios morais e humanitários tradicionais por meio dos recursos formidáveis criados pela economia de mercado. 
 O conservadorismo é a civilização judaico-cristã elevada à potência da grande economia capitalista consolidada em Estado de direito.



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