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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O Capitalismo venceu e melhorou a vida do pobre.



Talvez o leitor fique surpreendido com o titulo deste artigo, que busca esclarecer algumas mentiras propagadas pelos socialistas. Temos agora nas redes sociais como facebook o tal Mídia Ninja e Black Block Br auxiliando na propagação destas mentiras e escorados na falta de informação, apoiados por uma mentalidade de esquerda.

Nós conservadores defendemos a total liberdade econômica, e isto significa que quanto menos impostos e regulamentações houver, melhor!

Entretanto defender esta ou aquela teoria econômica sem fatos concretos, que provem ser ela a mais correta não passa de opinião pessoal. Portanto, para acabar com suas dúvidas e apresentar fatos reunimos aqui alguns dados.


Para derrubar de uma vez por todas as dúvidas acerca das vantagens da liberdade econômica, institutos organizam estudos e pesquisas anualmente em todo o mundo, definem em cada país o que eles chamam de "Índex of Econômica Freedom" (Índice de Liberdade Econômica), e no final fornecem a listagem do ranking de liberdade econômica entre todos os países pesquisados.

É como diz o velho ditado: "Uma imagem vale mais que 1000 palavras." Ilustramos este artigo com CINCO fotos com os quatro países mais livre economicamente e o extremo no outro lado o Brasil com sua posição 100.




Portanto não confunda opinião pessoal com fatos. Pois, não tem a mesma origem para refutar este artigo não bastam argumentos é preciso apresentar fatos concretos que provem que mais liberdade econômica provoca a pobreza e não a riqueza.




Os dois primeiros países, por exemplo, chegaram a ser titulados como "tigres asiáticos” devido ao seu extraordinário desempenho econômicos nos últimos anos. A Irlanda, após a maior abertura econômica, se transformou de um dos países mais pobres da Europa, a uma das economias que mais se desenvolve naquele continente, e se antes ela era lugar de saída de emigrantes, hoje ela recebe imigrantes, tamanha a abundância de oportunidades que foram geradas.




Já os países que têm as economias menos livres do mundo, "coincidentemente" também estão entre os países mais pobres do mundo. A maioria deles possui governos autoritários, e que alegam controlar a economia para "desenvolver o bem comum" e "distribuir a riqueza", mas tudo indica que esta receita simplesmente NÃO funciona! Suas populações vivem na miséria, e enfrentam GRAVES PROBLEMAS SOCIAIS, como corrupção e PÉSSIMA distribuição de renda (concentração de riqueza nas mãos de poucos).
Enquanto países como Hong Kong e Cingapura, que não chegam nem sequer ao tamanho do menor estado brasileiro, e não possuem nem 1% dos recursos naturais do Brasil, dá um show de desenvolvimento econômico, nós apenas vemos os problemas crescerem por aqui.



Se a grande liberdade econômica já faz milagres em países minúsculos, imagine o que a total liberdade econômica poderia fazer aqui no Brasil.

TEXTO ABAIXO DO INSTITUTO MISES BRASIL
Agora este texto não acaba aqui, você precisa espalhar e esclarecer outras pessoas.
 "Ideias são mais poderosas que exércitos." (Ludwig von Mises)

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Anualmente, o instituto conservador Heritage Foundation publica um ranking de todas as nações do mundo de acordo com seu próprio critério de liberdade econômica.  Em 2012, a nação #1 foi Hong Kong.  A nação #2 foi Cingapura.  Ambas têm sido #1 e #2 desde que o relatório começou a ser divulgado no início de 1995.

Ambas são nações integralmente voltadas para o comércio.  Elas possuem apenas um único recurso natural: sua população. 

O resto é tudo importado.  A ética do trabalho é robusta nas duas economias.

O que costuma surpreender as pessoas é a nação que vem em terceiro: a Austrália.  A sexta posição ficou com o Canadá.  Os EUA estão em décimo.  [O Brasil é o 99º].  O ranking completo está aqui.


Antes da turbulência da crise de 2008/2009, um dólar de Cingapura comprava 80 ienes japoneses.  Após o tumulto e uma subsequente desvalorização perante o iene, o dólar de Cingapura voltou a se valorizar e atingiu seu pico em relação ao iene no início de 2010.  Ali, um dólar de Cingapura comprava 69 ienes.  Depois, ele voltou a cair em relação ao iene, chegando ao mais baixo nível no final de 2011, quando um dólar cingapuriano comprava menos de 60 ienes.  No início de 2012, ele voltou a se valorizar.  Lá pelo meio do ano, caiu de novo.  Desde então, o dólar de Cingapura vem lentamente, porém de maneira contínua, se valorizando em relação ao iene japonês.
(...)  Mas eis o que me chamou a atenção.  O Banco Central de Cingapura está se recusando a expandir a base monetária.  Ele não quer desvalorizar a sua moeda.  Capital do mundo todo está fluindo para Cingapura, aumentando a demanda pela moeda local, mas o Banco Central de lá não quer fazer nada para impedir a valorização de sua moeda.  O Wall Street Journal publicou isso em meados de outubro:

A pequena e extremamente aberta economia de Cingapura foi uma das primeiras a serem atingidas pela onda de liquidez que está sendo derramada sobre a economia global à medida que os grandes bancos centrais vão intensificando suas políticas expansionistas para estimular suas economias.  As autoridades monetárias de Cingapura estão especialmente preocupadas com a hipótese de que esse dinheiro especulativo irá aumentar ainda mais os já elevados preços dos imóveis.

"O dinheiro que está sendo impresso pelos bancos centrais de todo o mundo irá eventualmente acabar sendo direcionado para portos seguros, e Cingapura é um dos principais beneficiários deste fluxo", disse Bhaskar Laxinarayan, chefe de investimentos da Pictet Wealth Management, que possui US$377 bilhões em ativos em sua carteira global.




FONTE: INSTITUTO MISES BRASIL
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