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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Reflexão Sobre a Desobediência Civil



"A man for all seasons", título original de "o homem que não vendeu sua alma", é uma peça de teatro escrita em 1954 e que ganhou adaptação cinematográfica em 1966 e 1988. A obra conta a história real de Sir Thomas More, o santo católico patrono dos chefes de estado e que costuma ser lembrado hoje em dia como o autor de "Utopia", que inaugurou o gênero literário de utopias/distopias, tão populares hoje em dia.

Os trechos selecionados neste vídeo vêm do filme de 1966 e tratam do tema ancestral da relação do homem com as leis e os limites que as leis do homem devem ter quando confrontadas com as leis da natureza e as leis de Deus. E, mais que isso, qual deve ser a conduta do homem bom, justo e consciente quando se vê diante desse conflito.
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Hoje em dia, muitos autores e entusiastas do liberalismo/libertarianismo pregam a desobediência civil como uma ferramenta tipicamente revolucionária, como mais uma arma em seu arsenal anti-estatista.

Acredito que seja uma visão equivocada. A desobediência civil não deve ser buscada como uma forma de autoafirmação, mas deve ser admitida quando as circunstâncias da situação não permitem que nossa consciência possa se apaziguar de outra forma.

Como a filha de Thomas More, devemos suplicar a nós mesmos que não nos tornemos mártires em uma guerra imaginária, mas como o próprio Thomas More, devemos admitir a hipótese de sacrifício por meio da desobediência quando a alternativa for pior: a perda de nossa alma, a perda de nossas convicções mais íntimas, a perda do alicerce de nosso ser.

Aquele que se rebela por se rebelar, que faz arruaça e grita ao mundo "olhem como sou rebelde" não passa de uma criança buscando atenção. Coisa de rapazolas invadindo a sala do reitor da universidade ou de mascaradinhos quebrando vidraça de banco. Quando pegos, são os primeiros a se fazerem de coitadinhos, choramingando por ajuda de terceiros.

A desobediência civil não deve servir a esse tipo de causa superficial e infantil, como propaganda política de nível mais rasteiro.

Não é à toa que muitos dos grandes mártires da história defendiam causas conservadores, intimamente costuradas à própria essência de suas pessoas.

É no exemplo dessas pessoas que os liberais devem se espelhar quando falam de desobediência civil, não no exemplo patético do radicalzinho de esquerda.

Um comentário:

mensagensnanett disse...

Manifesto em divulgação


PARA DEFENDER A DEMOCRACIA TÊM-SE QUE TRABALHAR!!!
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-» O contribuinte não pode passar um cheque em branco a nenhum político!!!
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O contribuinte tem que se dar ao trabalho!
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---»»» Democracia Semi-Directa «««---
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-» Isto é, votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco... isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos... só que depois... a 'coisa' terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte).
-» Explicando melhor, em vez de ficar à espera que apareça um político/governo 'resolve tudo e mais alguma coisa'... o contribuinte deve, isso sim, é reivindicar que os políticos apresentem as suas mais variadas ideias de governação caso a caso, situação a situação, (e respectivas consequências)... de forma a que... o contribuinte/consumidor esteja dotado de um elevado poder negocial!!!
-» Dito de outra maneira: são necessários MAIS E MELHORES CANAIS DE TRANSPARÊNCIA!
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Exemplo 1:
Todos os gastos do Estado [despesas públicas superiores, por exemplo (para que o contribuinte não seja atafulhado com casos-bagatela), a 1 milhão], e que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...], devem estar disponíveis para ser vetados durante 96 horas pelos contribuintes na internet num "Portal dos Referendos"... aonde qualquer cidadão maior de idade poderá entrar e participar.
-» Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.
{ver blog « http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/ »}
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Exemplo 2:
Concorrência a sério!
Leia-se: não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização... agora, em produtos de primeira necessidade (sectores estratégicos) - que implicam um investimento inicial de muitos milhões - só a concorrência de empresas públicas é que permitirá combater eficazmente a cartelização privada.
Explicando melhor: o contribuinte/consumidor precisa de empresas presentes no mercado de forma transparente e honesta, isto é, sem cartelização nem dumping.
{ver blog « http://concorrenciaaserio.blogspot.pt/ »}
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Uma opinião um tanto ou quanto semelhante à minha: Banalidades - jornal Correio da Manhã (antes da privatização da transportadora aérea):
- o presidente da TAP disse: "caímos numa situação que é o acompanhar do dia a dia da operação e reportar qualquer coisinha que aconteça".
- comentário do Banalidades: "é pena que, por exemplo, não tenha acontecido o mesmo no banco BES".
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P.S.
Direitos que já há alguns anos (comecei nos fóruns clix e sapo) aqui o je vem divulgando:
1- O Direito à Monoparentalidade em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas:
- Promover a Monoparentalidade (sem 'beliscar' a Parentalidade Tradicional, e vice-versa) é evolução natural das sociedades tradicionalmente monogâmicas -» ver blog http://tabusexo.blogspot.com/.
2- O Direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones:
- Democracia sim, nazismo-democrático não; isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que evocam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros (nota: nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!); isto é, ou seja, os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins... que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa -» ver blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.

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