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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Karl Marx, um racista brutal e grosseiro.

O escritor negro é hostilizado na UERJ por afirmar que Marx era racista
Carlos Moore é um escritor nascido em 1942 na pequena cidade de Camaguey, na ilha cubana. Viveu em Cuba até os 15 anos, quando mudou-se para Nova Iorque em 1958 para acompanhar os preparativos do golpe contra Fulgêncio Batista, presidente cubano. Moore juntou-se aos revolucionários sob a liderança do futuro ditador Fidel Castro e tomou o poder.

Moore em seu livro Pichón: Race and Revolution in Castro’s Cuba: A Memoir fala como abandonou o movimento depois do extremo racismo da militância comunista, na qual foi contrário à “política segregacionista levantada pelo movimento” (palavras do autor).


Depois de ter ficado preso em condições sub-humanas nas prisões cubanas, até meados de 1963, quando toma a liberdade e parte para a França.
Tornou-se jornalista na Agence France-Presse, iniciando também sua vida acadêmica. Moore é doutor em Etnologia (1979) e em Ciências Humanas (1983) pela Universidade de Paris, e atualmente reside no Brasil. Toda sua produção acadêmica gira em torno da problemática do racismo.


Moore é um conhecido ativista internacional contra o racismo. Ao longo de sua carreira, militou ao lado de Malcolm X, Alex Haley, e Aimé Césaire. E esteve nos auditórios da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) no último dia 14 de outubro, quando foi hostilizado pela presença de grupos marxistas do Partido Comunista Brasileiro (PCB), tão comuns nas universidades federais. O motivo? Carlos Moore apresentava o livro O Marxismo e a Questão Social (faça o download do livro aqui), na qual aponta, que Karl Marx e seu parceiro Friedrich Engels eram racistas.

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