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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Marxistas fazem filho de brasileiro refém no Paraguai

O que era para ser mais uma ação guerrilheira para financiar o Exército do Povo Paraguaio (EPP), grupo marxista radical que atua em Concepción, no norte do Paraguai, está se transformando em uma complicada operação política e militar no país.

Na sexta-feira, um combate entre forças oficiais do Paraguai e o EPP levou mais insegurança às vilas à beira da Rota 3, que liga a capital federal à capital do Estado de Concepción. O confronto terminou com pelo menos três mortos e dois helicópteros atingidos por tiros de guerrilheiros, em Arroyito, vizinha de São Pedro de Yacuamandyu, a 320 km de Assunção. O confronto começou com uma operação de buscas por Arlan em um acampamento guerrilheiro.

Uma Força-Tarefa Conjunta (FTC), criada pelo governo do presidente Horácio Cartes para prender os sequestradores, cercou o local com auxílio de quatro helicópteros.

Arlan foi sequestrado pela guerrilha no dia 2 de abril, durante outro tiroteio na Vila de Azotey. A família diz que pagou no dia 12 de abril o resgate de US$ 500 mil exigido. O EPP queria ainda a distribuição de US$ 50 mil em alimentos (açúcar, farinha, arroz, azeite e outros víveres) para as Vilas de Arroyito e Nueva Fortuna e a divulgação de um vídeo no qual a líder do EPP, Liliana Villalba Ayala, conhecida como comandante Anahy Ayala, exalta a ação guerrilheira de dois companheiros mortos no sequestro de Arlan.

 TERROR E MEDO
O local, protegido por trincheiras de sacos de terra, já foi atacado a tiros da guerrilha duas vezes, fica a menos de 6 km do local da batalha da manhã de anteontem. A tensão na área assusta brasileiros e seus descendentes, os brasiguaios, que vivem na região. No sequestro de Arlan, os epepistas foram surpreendidos por uma patrulha da FTC. No tiroteio, morreram dois deles: Bernardo Bernal, conhecido como tenente Coco, e Claudelino Silva ­ e um soldado das forças oficiais.
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