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sábado, 24 de agosto de 2013

Campanha liberdade para os escravos cubanos.

 Tinha iniciado uma campanha na Revista Calibre no face. Mas, depois encontrei o material necessário para realmente auxiliar estes escravos.

Faça sua parte: Liberte um escravo!

Há casos em que a ação deve responder aos chamados da consciência. Combater a escravidão é um desses.
Estamos em 2013, a escravidão já é criminalizada em nosso país e na maior parte do mundo. Felizmente a humanidade abandonou essa prática tão antiga quanto talvez a própria vida em comunidade. Inicialmente a escravidão desenvolveu-se como prática que precedeu o que mais tarde se chamaria de “espólio de guerra”, e esse tipo de escravidão esteve presente no passado de praticamente todos os povos já estudados. 

Mais tarde, quando o mundo evoluía economica, cultural e tecnologicamente, sob forte influência também da Religião, a prática passou a ser abominada e aos poucos extinta. Tardiamente teve uma sobrevida no alvorecer de uma Ciência absurda que geraria a Eugenia, mas o impulso moral e evolutivo da sociedade foi mais forte no mundo todo, até que a escravidão como a conhecemos se tornou raridade.
Dois países foram particularmente atrasados na abolição da escravidão na América Latina: Cuba e Brasil. Novamente os países se debruçam sobre o tema.

O Governo Brasileiro atropelou a classe médica brasileira, o bom-senso e mesmo o noção de Igualdade em relação aos profissionais da Saúde ao redor do mundo ao seguir em frente em seu plano ideológico-companheiro de trazer médicos cubanos e, assim, financiar o regime autoritário Cubano. Acontece que não há outra forma de definir a forma de contratação dos cubanos senão como escravidão! Se é certo que eles não estarão sob chibatas e em casarões coletivos, mais certo ainda é que nosso estágio civilizatório achou por bem ampliar os conceitos do que seria um regime de trabalho escravo para não permitir nada que se aproxime desse absurdo histórico. Vejam novamente trecho de artigo publicado aqui em que um médico cubano naturalizado brasileiro,Juan López Linares, explica as coisas:
Nesse tipo de contrato do governo cubano, os médicos não têm as liberdades usuais dos profissionais do Brasil. Eles não são autorizados a viajar, participar de congressos ou fazer manifestações políticas contra o sistema de saúde do Brasil e muito menos de Cuba. Qualquer desvio no cumprimento desse “pacto de bom comportamento” implica o retorno imediato do médico a Cuba e outras represálias posteriores.
Se isso não basta para te convencer, veja outro exemplo da perseguição e total restrição de privacidades a que são submetidos no país-amigo Bolívia (notícia aqui):
Socialism_NewSlavery
Regulamento editado na época diz que o profissional deve informar imediatamente às autoridades cubanas caso tenha uma relação amorosa com alguma boliviana. Além disso, para que o namoro possa ir adiante, a parceira do médico deve estar de acordo com o pensamento revolucionário das missões cubanas.
Os profissionais também foram proibidos de falar com a imprensa sem prévia autorização, de pedir empréstimos aos nativos, e de manter amizade com outros cubanos que tenham abandonado a missão.
Outra proibição é a de beber em lugares públicos, com algumas poucas exceções, como festividades nacionais cubanas, aniversários e despedidas de outros médicos cubanos do país. Pelo regulamento, eles não poderiam sequer falar, sem prévia autorização, sobre seu estado de saúde com seus amigos e parentes que vivem em Cuba.
É escravidão, é uma violência.
Você, como cidadão brasileiro, ao encontrar um médico cubano deve cumprir seu papel humanitário e ajudar os pobres coitados. É tudo bastante simples! Basta informá-lo do “Cuban Medical Professional Parole Program”, programa instituído pela Presidência dos EUA para ajudar médicos cubanos ao redor do mundo a se livrarem da vida sob um regime ditatorial e num regime de trabalho abusivo. Para entender mais sobre o programa, você pode clicar no site do Departamento de Estado dos EUA e conhecê-lo. Mas aqui vamos ajudar o seu trabalho. Tudo que você deve fazer é:
  •  Ficar atento ao site do Ministério da Saúde para saber quais são os médicos estrangeiros que vão à sua cidade. Atualmente essa lista está visível neste link, a partir da 7a página;
  •  Encontrar o médico cubano de sua cidade e informá-lo de seus direitos. Passar a ele esse link, onde ele deverá preencher os dados pessoais no Formulário DS-156;
Formulario_DS156
  • Imprimir o Formulário DS-158, que pode ter seu download feito aqui neste link http://travel.state.gov/pdf/DS-0158.pdf;
  • Um processo de naturalização normal para os EUA requer passar em algumas provas de conhecimentos básicos em inglês. Por via das dúvidas, passar a ele o material contido nesse link para estudo;
  • Entrar em contato com a Embaixada Americana ou representação mais próxima e passar ao médico os contatos que ele pode consultar em caso de dúvidas e ajuda;
É uma causa justa. Os justos não se devem omitir numa oportunidade tão fácil de fazer uma grande justiça, dar os passos iniciais para uma mudança definitiva na qualidade de vida desses pobres médicos cubanos. Você que é médico profissional, deve exigir que os representantes locais de seu Sindicato (em São Paulo o link é esse) dêem todo apoio aos médicos para conseguirem se libertar. 

O Conselho Federal de Medicina também deve estimular o aconselhamento, contate-o por e-mail fm@portalmedico.org.br ou pelo formulário no site deles. Espalhe essa mensagem, imprima o formulário, ajude um ser humano a se livrar da escravidão.

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Um comentário:

Fabio Bonicontro disse...

Acho a idéia justíssima e a compartilharei, mas também penso que devemos ir além. Vamos nos aproximar dos colegas cubanos, mostrar a eles que existe vida além da escravidão, convidando-os e apoiando-os a rebelarem-se contra o sistema abusivo que os governa. Se todos agirem assim o que farão? Torturarão 4000 famílias em Cuba e ninguém ficará sabendo? Não é motivo para uma intervenção mundial? Ou "devolverão"de uma vez os 4000 médicos para Cuba? Qual a justificativa para a população? Máscaras cairão.

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