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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Quem gera inflação é o governo.




A verdade sobre a inflação
O governo consegue parte dos fundos necessários para seu próprio financiamento através da inflação, isto é, aumentando a quantidade de dinheiro em circulação e a quantidade de saldos bancários acessíveis por meio de cheques (ou, para dizer de outro modo, pela diminuição dos depósitos compulsórios).

A conseqüência inevitável da inflação é o surgimento de uma tendência geral de aumento em todos os preços. Se o governo tivesse obtido todo o dinheiro necessário para suas operações através da taxação dos cidadãos, o aumento dessa demanda por parte do governo seria contrabalanceado por uma queda da demanda por parte dos contribuintes, que agora têm menos dinheiro. 
A expansão dos gastos do governo seria neutralizada no mercado por uma restrição do consumo dos contribuintes. 
Mas havendo inflação, a demanda adicional gerada pelos gastos do governo se junta à demanda não diminuída por parte do público - e, assim, os preços sobem.

O que os burocratas têm em mente quando falam em "combater" a inflação não é evitar a inflação, mas suprimir suas inevitáveis conseqüências através do controle de preços. 

Mas esse é um empreendimento infrutífero. A tentativa de se fixar os preços em um nível menor do que o determinado pelas livres e desimpedidas forças do mercado resulta em negócios nada lucrativos para alguns produtores - aqueles que estariam operando aos custos mais altos. E isso força-os a interromper a produção.

A inflação, em conjunto com o controle de preços, provoca escassez...
Os economistas sabem muito bem que há apenas um meio disponível para impedir mais aumentos nos preços de todas as commodities: acabar completamente com a inflação.

Se o governo obtiver todo o seu financiamento unicamente através da taxação e, assim, parar de aumentar a quantidade de dinheiro em circulação e parar de tomar emprestado dos bancos comerciais, os preços gerais permanecerão inalterados, e não haverá necessidade de termos controles ditatoriais de preços.

Mas o governo não tem qualquer motivo para querer parar com a inflação. Não é eleitoralmente popular para um governo coletar toda a quantia necessária para seus gastos unicamente através da taxação. É preferível iludir o público recorrendo ao aparentemente não oneroso método de aumentar a quantidade de moeda e crédito. 

Mas, não obstante, qualquer que seja o método de financiamento adotado - seja taxação, empréstimos ou inflação -, os gastos governamentais vão inevitavelmente incidir por completo sobre o público.

Tanto com a inflação, como com a taxação ou com empréstimos, são os cidadãos que irão pagar a conta final. A marca característica da inflação, quando utilizada como um método de complementar os cofres do Tesouro, é que ela distribui o ônus da maneira mais injusta possível, sobrecarregando aqueles que são menos capazes de arcar com suas conseqüências - a saber, os mais pobres.

Um truque semântico
Para evitar levar a culpa pelas conseqüências nefastas da inflação, o governo e seus seguidores recorrem a um truque semântico. Eles tentam mudar o significado dos termos. 
Eles chamam de "inflação" aquilo que é justamente a conseqüência inevitável da inflação: o aumento dos preços. Eles ficam ansiosos para relegar ao esquecimento o fato de que esse aumento dos preços é produzido justamente pelo aumento da quantidade de dinheiro e de substitutos monetários na economia. 
E eles nunca mencionam esse aumento.

Eles culpam as empresas e os empresários por esse aumento do custo de vida. Esse é o caso clássico do ladrão gritando "pega ladrão!". 

O governo, que é quem produziu a inflação ao multiplicar a oferta monetária, incrimina os produtores e os mercadores, e se jacta de ser o grande paladino dos preços baixos.

Enquanto o governo está ocupado molestando vendedores e consumidores com uma enxurrada de decretos e regulamentações, cujo único efeito é a escassez, o Tesouro e o Banco Central seguem com a inflação.

Ludwig von Mises  foi o reconhecido líder da Escola Austríaca de pensamento econômico, um prodigioso originador na teoria econômica e um autor prolífico.  Os escritos e palestras de Mises abarcavam teoria econômica, história, epistemologia, governo e filosofia política.  Suas contribuições à teoria econômica incluem elucidações importantes sobre a teoria quantitativa de moeda, a teoria dos ciclos econômicos, a integração da teoria monetária à teoria econômica geral, e uma demonstração de que o socialismo necessariamente é insustentável, pois é incapaz de resolver o problema do cálculo econômico.  Mises foi o primeiro estudioso a reconhecer que a economia faz parte de uma ciência maior dentro da ação humana, uma ciência que Mises chamou de "praxeologia".



[Sou capitalista com orgulho.]

O básico sobre a inflação
1. Inflação é um aumento na quantidade de dinheiro e de crédito criado em decorrência desta criação adicional de dinheiro.  A principal e mais visível consequência da inflação é a elevação dos preços.  Portanto, uma inflação de preços — atenção para o termo correto — é causada unicamente pelo aumento da quantidade de dinheiro na economia.
2. A quantidade de dinheiro na economia é uma variável decorrente das políticas monetárias do governo — mais especificamente, de seu Banco Central.

3. Um dos principais motivos para a criação de mais dinheiro é a existência de um orçamento deficitário por parte do governo.  Orçamentos deficitários são gerados por gastos crescentes e extravagantes, os quais o governo é incapaz de cobrir utilizando exclusivamente suas receitas de impostos.  Gastos excessivos decorrem principalmente dos esforços do governo em redistribuir riqueza e renda para setores privilegiados — isto é, esforços para retirar recursos dos produtivos para sustentar os improdutivos de todas as classes.  Isto corrompe a ética e desestimula os incentivos trabalhistas tanto dos produtivos quanto dos improdutivos.

4. As causas da inflação de preços não são, como se diz frequentemente, "múltiplas e complexas"; elas são simplesmente a consequência inevitável de uma criação excessiva de dinheiro.  Não existe algo como "inflação gerada pelo aumento dos custos".  Se salários e outros custos trabalhistas ou de produção forem forçados para cima, mas não houver um aumento na quantidade de dinheiro na economia, e os produtores tentarem repassar estes aumentos aos consumidores elevando os preços de venda, a maioria deles irá apenas vender menos produtos.  O resultado será um menor nível de produção e a perda de empregos.  Custos maiores podem ser repassados para os preços somente quando os consumidores têm mais dinheiro para pagar por estes preços mais altos.

5. Controles e congelamentos de preços não podem interromper ou arrefecer a inflação de preços.  Eles podem, no máximo, atrasar a sua manifestação.  Pior ainda: eles irão sempre desorganizar a economia.  Controles de preços simplesmente comprimem ou eliminam por completo as margens de lucro, desarranjam a estrutura de produção da economia, e geram gargalos e escassezes.  Todo e qualquer controle de preços e salários implantado pelo governo, ou até mesmo a sua "monitoração", é apenas uma tentativa de políticos de jogar a responsabilidade pela inflação sobre produtores e vendedores, e não em suas próprias políticas monetárias.
6. Uma prolongada inflação nunca "estimula" a economia.  Ao contrário, ela desequilibra e desorganiza a estrutura produtiva da economia, direcionando a produção e o emprego para investimentos que mais tarde revelar-se-ão insustentáveis, gerando prejuízos, desperdício de recursos escassos e maior desemprego.  O desemprego assim gerado permanecerá em níveis elevados enquanto o salário demandado estiver acima do real valor de mercado — seja por demandas sindicais, por leis de salário mínimo (que mantém adolescentes e mão-de-obra pouco qualificada fora do mercado de trabalho) ou por prolongados e generosos seguros-desemprego.

7. Para se evitar estragos irremediáveis, a noção de que expansões monetárias podem estimular permanentemente a economia deve ser irreversivelmente rejeitada.  Adicionalmente, o governo deve ser retirado por completo do controle da oferta monetária, deixando esta área a cargo das forças de mercado.  Por fim, o orçamento do governo deve ser equilibrado o mais rapidamente possível, e não de maneira gradualista e indolor.  O equilíbrio deve ser alcançado por meio de um acentuado corte de gastos, e não pelo aumento de uma carga tributária já extremamente elevada, que comprime salários e desestimula o trabalho árduo e a produção.

(1894-1993) foi um dos membros fundadores do Mises Institute. Ele foi um filósofo libertário, economista e jornalista do The Wall Street Journal, The New York Times, Newsweek e The American Mercury, entre outras publicações. Ele é mais conhecido pelo seu livro Economia em uma Única Lição.




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