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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Policia controla terroristas e agrada paulistano



O titulo original deste artigo é esse

Protestos em São Paulo e as janelas quebradas: nenhuma preocupação com a tarifa do ônibus



“Se você acha que o transporte coletivo é caro hoje,
espere até você ver o que custará quando for grátis.”
— Roberto Chiocca

Os protestos em São Paulo parecem apenas mais um na rotina de protestos interditando a Avenida Paulista. Como já é consabido, manifestantes ocuparam a avenida contra o aumento das passagens de ônibus, de R$ 3,00 para R$ 3,20. Colocadas na perspectiva correta, as coisas tomam outra grandeza.

Barricadas foram armadas, ônibus foram incendiados (tentou-se até invadir a garagem de uma companhia no parque D. Pedro), a principal avenida do hemisfério teve todas as pistas fechadas, estações de metrô foram destruídas, lixeiras pegaram fogo, palavras de ordem e discursos de políticos foram proferidos, símbolos revolucionários foram pichados e bandeiras de partidos políticos comunistas pregando marxismo desabridamente foram vistas por todos os lados comandando a revolta.


Fazendo as contas, o aumento de R$ 0,20 (meia pra estudante) dá R$ 146 por ano (ida e volta), R$ 73 pra estudante. Quanto gastaram no protesto hoje? A conta simplesmente não bate. Incrivelmente, absolutamente nenhum jornalista até agora parece ter feito a mesma conta e concluído o inescapável: este protesto nada tem a ver com o preço da passagem.


Sob um discurso que conquista até os jornalistas que estão narrando a própria violência (como o aumento da passagem), propaganda partidária do PSOL, PSTU, PCO, UNE (comandada pelo PCdoB) e afins grassaram a olhos vistos.


Quando atos de violência destróem o patrimônio da população, reivindicando algo que custa muito menos do que o próprio protesto, cabe sempre fazer três perguntas, que nos dão o prisma completo da situação: quem quebra? Quem paga? E, se quem quebra e quem paga são pessoas distintas, quem sai ganhando com isso?

Quem quebra

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