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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Zumbi dos Palmares tinha escravos




Zumbi dos Palmares tinha escravos

Mãe África – verdades inconvenientes sobre a escravidão
Autor: Husc
Fonte: http://blogdoambientalismo.com/

O tráfico de escravos e a escravidão no Brasil são fatos propalados pelos grupos “afro-descendentes” como fruto da civilização branca. Eles se esquecem de que a escravidão negra é muito mais antiga do que a praticada pelos brancos e, na chamada Mãe África, é feita até hoje, inclusive com o canibalismo para colorir a festa. A princesa Isabel não proclamou a Lei Áurea porque era boazinha, mas o fez coagida por pressões da Ingaterra, que queria prejudicar a Espanha.

Os tráfico de ecravos que se operou para o Brasil e outros paíse americanos trouxe para cá o que de pior existia na África, pois o melhor ficava lá para uso e abuso por parte dos povos africanos dominantes – como escravos. Nenhuma nobreza negra africana se criou nessas terras. A verdade sobre Zumbi dos Palmares é completamente diferente da realidade. Ele era um ditador cruel e escravocrata.

Assim, o que de bom a civilização negra poderia trazer para o Brasil, além da cultura do tambor?
Mãe África: verdades inconvenientes sobre a escravidão
A filosofia do “politicamente correto” (porém incorreta) e as atitudes das chamadas “ações afirmativas”, aliadas à hipocrisia e às conveniências político-eleitoreiras, tendo por base a estratégia de “dividir para conquistar” que norteia o mundo político brasileiro, acabou por determinar, por definição, a atribuição da culpa pela escravidão e pelo tráfico de escravos, da África para as Américas, exclusivamente, à maldade do homem branco.

Em parte essa responsabilidade pode ser verdade, pois, de fato, foi através (em sua maioria) de navios comandados por brancos (portugueses e espanhóis cristãos, judeus e/ou árabes), que os futuros escravos negros eram levados da África para serem vendidos, não só nas Américas, como também em outros lugares do globo, como por exemplo, para os mercados de escravos do Oriente Médio – mercado este, diga-se de passagem, que existe até hoje.

No entanto, isso é apenas parte da verdade no que diz respeito ao tráfico de escravos negros. A outra parte da verdade, comumente não revelada, é a que diz respeito à própria participação dos negros africanos nativos no referido tráfico.

Os negros também praticavam – e ainda praticam – a escravidão (e o canibalismo)

Antes porém, é bom relembrar, ou esclarecer, um ponto importante naquele contexto. Trata-se de culpar, estrita e somente a civilização branca no que diz respeito à instituição e manutenção da escravidão – no caso, especificamente, a escravização dos negros da chamada “Mãe África”.

A escravidão não era – e nunca foi – privilégio esclusivo das raças ditas brancas. Provavelmente, muito antes da instituição dessa prática pelas sociedades brancas, a escravidão já era – e ainda é – praticada no seio do próprio continente africano, pelo fato de sabermos que, certamente, a raça negra é bem mais antiga do que a branca.
Sempre houve em África a escravidão – e sempre aliada o canibalismo.

As tribos (ou “nações”) mais poderosas e adiantadas daquele continente, em suas eternas lutas pelo poder hegemônico étnico e territorial, escravizavam as tribos vencidas. Até hoje existe escravidão na África, assim como, até hoje, há indícios da prática de sacrifícios humanos naquele continente – e de canibalismo. Já há algum tempo, exploradores, na maioria ingleses, descobriram e documentaram a existência de altares de sacrifício, cujo interior era repleto de crâneos humanos. Há literatura específica sobre isso (mas não em português, que eu saiba).

Não custa lembrar um episódio ocorrido já há algum tempo – veiculado na TV – quando um grupo de crianças, se não me engano da Suíça, foram à África, cada uma delas oferecendo US$ 50 pela libertação de cada escravo numa das tribos, lá localizadas, que mantinham escravos. As crianças pagaram os US$ 50 por cada cabeça libertada aos desconfiados líderes daquela tribo e os cativos foram libertados.

Mas será que, depois que as crianças foram embora, aquelas pessoas continuaram livres?

Assim, é uma tremenda hipocrisia e uma grande mentira, taxar, exclusivamente, os brancos de escravocratas, não só pelo fato de os africanos também terem sido, como ainda são.

Os negros traziam – e vendiam – para os brancos os próprios negros
Isto posto, voltemos à escravidão e ao tráfico de escravos negros de outrora. Como se dava, operacionalmente, o processo de captura de escravos? A maioria das pessoas acham que os brancos, aportando em África com seus navios, capturavam negros (100, 200, 300 ou mais), de maneira simples e fácil.

Talvez trepando em cima de árvores e jogando em cima deles redes e capturando-s como se fossem cardumes de peixes, que são capturados através de tarrafas – e sem reação alguma por parte dos coitadinhos, quem sabe… Depois, colocavam-nos em seus navios negreiros, como sardinhas em lata, e os levavam para os pontos de comércio d’além mar. Nada mais ingênuo, falso e ridículo.

As tripulações daqueles galeões, na maioria europeus, não passava de uns 60 homens, se tanto. Na orla do continente africano, por outro lado, existiam centenas de tribos com milhares de guerreiros, quase tão bem armados quanto os brancos – à excessão das suas armas de fogo, as quais, entretanto, só davam um tiro de cada vez e isso não seria suficiente para deter uma horda de milhares de guerreiros. Assim, como é possível imaginar que umas poucas dezenas de brancos poderiam desembarcar em praias africanas, adentrar o território negro e capturar toda aquela quantidade de pessoas? Nem com uma expedição composta por um grupo grande de navios, operando em conjunto, poderia realizar tais feitos.

Os negros traziam seus prisioneiros de bandeja para os brancos
O que acontecia, então? Ora, os brancos, simplesmente, permaneciam a bordo de seus navios, esperando que guerreiros das nações vitoriosas e dominantes da área trouxessem os seus próprios escravos já de produtividade baixa, ou aqueles capturados, provenientes das tribos vencidas ou dominadas pelos primeiros, sendo estes os vencedores das guerras étnicas e territoriais que lá se desenvolviam.

Inclusive, em certas praias africanas, havia verdadeiros entrepostos de “passagem”, venda e “estoque” de lotes de prisioneiros negros, que eram comerciados pelos “reis” e outros grande chefes das tribos dominantes da região – entrepostos esses erigidos pelos próprios africanos para esse fim específico. Os entrepostos de comércio de escravos eram, muitas vezes, muito grandes, o que causava admiração aos “visitantes” estrangeiros.

Assim, o comércio de escravos negros era, na verdade – e antes de mais nada – fomentado, alimentado, incrementado e muito bem administrado pelo próprios negros da Mãe África.

Havia, inclusive, algumas tribos dominantes, como os ferozes ashantis, por exemplo, que a literatura da época relatava como “cobertos de ouro”, de tão grandes que eram os lucros por eles obtidos com a venda de outros negros. Esses mesmos negros que dominavam os demais povos negros, cultural e socialmente mais atrasados, e os vendiam aos traficantes europeus, ao ser a escravidão banida por imposição político-econômica da Ingaletrra – os brancos, portanto – dirigiram-se em comissão à Europa para protestar contra o término do comércio de escravos… Alguém já ouviu falar disso? Não? Pois isso é um fato histórico!

A princesa Isabel assinou a Lei Áurea sob pressão da Ingaterra
É oportuno ressaltar aqui outra falácia no que diz respeito, especificamente, à escravidão no Brasil. Deve-se, de acordo com a história “politicamente correta” – e cínica – à princesa Isabel a abolição da escravatura por essas paragens, e por isso ela é endeusada pela população “afro” pela sua salvação e liberdade, fruto, obviamente, da boa índole, da bondade e do sentimento de justiça daquena nossa princesa…
Só que não foi por nada disso que a princesa Isabel assinou a lei da abolição dos escravos no Brasil. Ela o fez por imposição política por parte da Inglaterra. Na época, Portugal era “aliado” (melhor dizendo, “controlado”) da Inglaterra, e esta, tinha como arqui-inimiga a Espanha. Grande parte das riquezas espanholas e outras tantas mercadorias vitais ao seu país em guerra, vinha de suas colônias da América do Sul, inclusive ouro e prata – assim como Portugal mandava para a Inglaterra nosso ouro, prata e diamantes – provenientes de minas operadas por escravos negros. Impedindo o comércio de escravos e proibindo a escravidão negra na América do Sul, a Inglaterra debilitava fortemente a economia espanhola. Daí a iniciativa de forçar o Brasil a abolir a escravidão e o comércio de escravos, pois a maioria deles, que ainda trabalhava em outros países sulamericanos, numa espécie de segunda fase do tráfico, chegavam à América do Sul através de portos brasileiros, e pelo interior do Brasil, eram conduzidos aos demais países. Lembramos na oportunidade, que o Brasil foi uma das últimas nações – se não a última – a abolir a escravidão.

Assim, vê-se que a nossa princesa não era – e não foi – tão boazinha assim como parece, como diz a história oficial, por sua livre e espontânea vontade…

A nobreza negra ficou por lá - suas cabeças nas pontas das lanças dos negros dominantes
Há uma outra consideração a fazer no que diz respeito ao tráfico de negros. Trata-se da eventual (e sempre midiatizada) “nobreza negra” que veio junto aos demais negros traficados. Ora, sabe-se que em qualquer guerra, os primeiros elementos procurados pelos agressores são, justamente, os líderes (“reis”, “rainhas” e “príncipes”) dos povos a ser – e que são – conquistados. Matando-se seus líderes, praticamente, vence-se uma batalha, pois seus “súditos”, sem suas lideranças, acabam debandando e perdendo o combate. Não é provável, portanto, que nenhum “rei” tenha sido vendido aos brancos pelos escravocratas negos vencedores. Muito inversamente.

É de se supor, também, que as tribos vencedoras ficassem para si com os melhores elementos sobreviventes das conquistas, por motivos óbvios, e só tenham tido interesse em se desfazer daqueles indivíduos menos aptos ao seu próprio uso, ou seja, os mais fracos, mais velhos, doentes e feridos – e isso se aplica, de maneira mais obvia ainda, no que diz respeito às mulheres capturadas…

Não veio para cá nenhuma nobreza…
Assim, o que provavelmente foi vendido aos brancos era a escória dos vencidos. Isso sem se contar o fato de que as populações vencidas já eram as mais débeis, mais frágeis, de menos cultura e de menos recursos humanos e técnicos – tanto que perdiam as guerras. Aqueles que, por motovos físicos ou outros quaisquer, não interessavam aos vencedores das nações negras detentoras do poder, eram, justamente os que eram colocados à venda. Isso se mostra bastante claro pelas muitas mortes de negros durante as duas semanas ou mais (apenas) que duravam as viagens de África para as Américas.

Indivíduos – homens ou mulheres – fortes e sadios poderiam, com relativa facilidade, resistir àquelas viagens, mesmo nas condições em que eram feitas, mas grande parte deles não conseguia fazê-lo, justamente por serem aqueles negros os que se encontravam em piores condições.

“Nobreza negra”? Nem pensar. Suas cabeças estariam, em praticamente todos os casos, adornando as pontas das lanças dos guerreiros e líderes das tribos vencedoras, ou foram, simplesmente, comidos pelos vencedores – pois, mais uma vez, deve ser anotado que o canibalismo existia em África desde tempos imemoriais e ainda existe até hoje. Certamente. Isso também é fato documentado. Não diziam que o ditador de Uganda Idi Amim era canibal? Essa afirmação, sem dúvida, não era à toa. De maneira que não veio nenhuma “nobreza negra” para o Brasil, como costuma ser apregoado – pelo contrário.

No entanto, há autores que dizem que muitos “reis” negros africanos e seus séquitos refugiaram-se no Brasil por ocasião de guerras em seus países de origem em África, mas, ao que se sabe, após essas “quarentenas”, eles sempre acabavam voltando para lá. Também é observado que muitos “nobres” africanos vieram estudar no Brasil – o que pode, realmente, ter ocorrido. Porém, estudar no Brasil por que motivo, se eles poderiam muito bem estudar na Europa? Assim, não creio que a “realeza” africana tenha deixado muitos descendentes por aqui.

Zumbi dos Palmares: ditador cruel e… escravocrata!
Parta finalizar, não custa lembrar alguns detalhes, igualmente inconvenientes sobre o chamado Quilombo dos Palmares, comandado pelo não memos famoso e tantas vezes honrado e cultuado, Zumbi dos Palmares.
Para começar, é fato histórico que ele assassinou Ganga Zumba para tomar o poder do enclave totalitário negro que naquele local se formava. Tendo cometido tal assassinato, auto-intitulou-se “rei” (sim, eles não fazem por menos) dos Palmares. Um “rei” que já começou assassino. E como “rei”, agia como qualquer líder agiria em sua querida “Mãe África”: era um tirano cruel e, como escravocrata que era, tinha escravos e escravas para seu bel-prazer.
Negros que fugiam para o quilombo, pensando que lá encontrariam paz e liberdade, muitos deles, lá chegando, provavelmente, se depararam com uma realidade completamente diferente daquela que imaginavam: escravidão, servidão, prisão, desonra e crueldade.
Sabe-se que Zumbi dos Palmares, a fim de manter seu poder, exercia sua liderança com mão-de-ferro e não havia nada de democrático em seu comportamento e decisões. Pelo contrário.

Hoje, um assassino e escravocrata é herói!
Assim, é incrível que um ditador assassino desse porte seja hoje homenageado como um herói, como um exemplo de líder democrático no mundo negro, como assim é propalado pelos grupos “afro-descendentes” brasileiros, a despeito de toda a realidade que cerca aquela triste figura.
Tudo isso deve-se ao “politicamente correto” – e não ao historicamente correto – à hipocrisia, à mentira e aos interesses eleitoreiros junto à população negra e parda do Brasil. Bem, ao menos, deve-se à “cultura negra” aquilo que se pode chamar de a “civilização do tambor”, nada mais do que isso.
E como “vítimas” do homem branco, ainda reivindicam “indenizações” pelo fato de terem sido escravos, como se ser escravo para eles fosse uma exceção! Não era uma exceção. Era uma regra.

O livro a ler é: «Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil», de Leandro Narloch (Leya/Textos Editores Ltda., SP).



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Um comentário:

Rosangela Araujo disse...

Nossa! Que artigo interessante. E que bela síntese de uma história que os acadêmicos não conhecem. Pois se conhecessem não esconderiam de seus alunos. Como pode conter em livros didáticos tanta informação errada?
Também...dá até um certo receio mudar o conteúdo destes livros. Como mudar a história de uma hora pra outra.
Agora, eu recebi uma mensagem, através de e-mail, falando dos africanos albinos que eram vítimas dos próprios africanos negros para magia negra. Fotos destes albinos sem um membro porque, segundo a crença de certos africanos, o sangue deles é considerado "diferente" e, de certa forma usado para certas sessões de magia onde poderia trazer riqueza para quem faz estes sacrifícios. Ao saber disto eu já observei que os africanos negros "discriminam" os africanos albinos. E este já é um indício de que o preconceito está na Africa também. Então não é de se estranhar de que a escravidão do próprio africano começou entre os "seus semelhantes".
Ainda, nos dias de hoje existe canibalismo na África? O berço da civilização? Que civilização?
Lembro do meu pai dizer pra mim ser um pouco mas civilizada quando eu respondia "mal" para os mais velhos. rsrsrsrsrs

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