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segunda-feira, 28 de março de 2011

Recuperação de Menores




Recuperação de Menores
No Brasil temos uma doutrinação da vitimização onde aqueles da classe pobre são convencidos que eles estão naquela situação, pois foram roubados, enganados pelos mais ricos.

Dentro desta visão vitimizadora bandido é considerado sempre como aquele elemento que não teve uma oportunidade então é dever da sociedade sempre deixar uma porta aberta, já nos E.U.A se o indivíduo mostra-se arredio às investidas do sistema para ressocializá-lo, o seu lugar é atrás das grades mesmo (alguns casos para sempre).

Existe um componente cultural, uma percepção de que os bandidos estão apenas dando o troco a uma sociedade que lhes negou seus "direitos". Outro dia vi um documentário que mostrava uma rapaz cujo trabalho era "conscientizar" os moradores de comunidades carentes (não se pode dizer mais favela) através da musica.
Tinha um rap, ou funk, não consigo ver muita diferença, que dizia assim: você não e pobre, você foi roubado.
Ora, roubado por quem cara pálida? Pela classe media?

Então vivemos nesta hipocrisia, onde sobre a influência das Igrejas e das entidades que vivem da miséria dos menores abandonados e delinqüentes; sendo capaz de compreender, de uma vez por todas, que o elemento que comete crimes continuadamente não é passível de recuperação (seja que idade tenha).

O problema é que as pessoas querem ser mais justas do que o próprio Deus. Basta ver as lições duras que a vida nos dá dia após dia e mesmo assim não aprendemos.
O grande neurologista brasileiro, Carlos Bacelar, dizia que estudos científicos mostraram que cerca de três por cento da população mundial era constituído por psicopatas. Esse número é algo na casa dos 180.000.000 de pessoas. Quase um Brasil de indivíduos propensos a cometer atos de violência e que não são dotados de qualquer remorso ou sentimento por suas vítimas.

Sejam por causas genéticas ou ambientais é importante que uma nação identifique esses elementos e retire-os do meio de sua sociedade para que seja proporcionada a devida proteção para o cidadão de bem.
E é assim que os E.U.A. e muitos outros países lidam com o problema. Se o elemento mostra-se reincidente, o encarceramento é aplicado sem pudores. Mas, isso soluciona a problemática da violência?

Sob o nome de “SISTEMA IMPACT”, os condenados (até sete anos por crimes sem violência) têm as penas reduzidas a seis meses se aceitarem participar do programa voluntariamente.
O sistema funciona apoiado em uma duríssima disciplina militar. Pior do que o treinamento dos fuzileiros. Os jovens passam por uma bateria de exercícios físicos intensos, condicionamento militar a disciplina e a autoridade e são acompanhados por guardas “linha-dura” que fariam qualquer sargento maníaco parecer um anjo.

NA VISÃO DOS DEFENSORES DO E.C.A ISTO É MAIS JUSTO DO QUE O QUE VOCÊ VAI VER NO VIDEO.
Os defensores do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente – sempre citam o fato de que a legislação é um “avanço” e uma lei premiada internacionalmente como grande exemplo para outras nações.
O que eles esquecem de dizer é que nenhuma outra nação quer aplicá-la ou mesmo declara estudar sua implantação.



Ao contrário daqui, ao invés das associações de classe tentarem combater o projeto pela aparente “violação de direitos” e “humilhações” que os jovens sofrem ao se depararem com as exigências disciplinares severíssimas; por lá a sociedade entende que esse é o único caminho para doutrinar e recuperar jovens que tenham entrado para o mundo da delinqüência por problemas estruturais familiares e falta de limites impostos em seu ambiente.

A obediência, a autoridade e a disciplina imposta jamais podem ser contestadas. Os jovens devem pedir permissão para tudo. Até para ir ao banheiro é necessária uma autorização de um guarda-monitor. O adolescente rebelde aprende normas éticas, respeito à autoridade e a viver em sociedade; compreendendo os limites que isso pode representar. Estuda e pode obter o diploma do ensino médio e ainda faz cursos profissionalizantes. Ao sair em liberdade; é encaminhado para um emprego de acordo com as aptidões adquiridas no sistema.

Cada jovem pode desistir do programa a hora que quiser. Nesse caso, ele voltará para um presídio comum onde cumprirá a pena restante integralmente. Além disso, a cada desistência pretendida, os jovens são orientados quanto a seu potencial pelos instrutores e instados a continuarem no programa para se tornarem pessoas melhores. Há um apoio psicológico constante e reforço em atividades acadêmicas e laborais.
O nível de desistência gira em torno de trinta por cento.

Mas a reincidência no crime é baixíssima, o que calou a maioria dos opositores do programa.

Infelizmente um programa assim é simplesmente impossível de ser implementado por aqui graças ao E.C.A. (Estatuto da Criança e do Adolescente) e dos oportunistas idiotas que enxergam nos menores infratores apenas vítimas inocentes de uma sociedade vil.
Como se ser pobre desse automaticamente uma licença para matar.
Mas esse é o discurso padrão das esquerdas.
Os pobres foram "roubados" por não terem nascido em berço de ouro. E têm, portanto o direito de tomar à força "aquilo que é seu".

Parte de uma concepção bizarra de que as pessoas, por nascimento, deveriam ter igualdade de recursos materiais, e acesso a riquezas que não produziram, não conseguiriam produzir mesmo que quisessem, e têm raiva de quem produz.

Após o E.C.A., toda quadrilha tem pelo menos um menor para assumir “os serviços” e escapar ileso para cometer mais crimes.

Ou a sociedade coloca em debate esta PORCARIA do E.C.A ou amanhã só sairemos de casa em caravanas armados para ir ao mercado, ao cinema e etc.

Em uma sociedade em que Favela virou "comunidade". Tráfico virou "movimento" (social). Bandido virou vítima.
Você tem alguma dúvida sobre isso?


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2 comentários:

João Nicácio disse...

Meu pai era deficiente físico e ganhava meio salário mínimo (trabalhando), minha mãe negra, e nehum dos quatro filhos deles é bandido - muito elo contrário, todos são cidadãos de bem!

João Nicácio disse...

Meu pai era deficiente físico e ganhava meio salário mínimo (TRABALHANDO); minha mãe era negra - e nenhum de nós, seus quatro filhos, é bandido! Esta é a desculpa mais indecente do mundo, justificar a safadeza devido pobreza!

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