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sábado, 5 de setembro de 2026

Caseína e sua importância para o ganho de massa muscular

 Caseína e sua importância para o ganho de massa muscular 


O QUE É CASEÍNA

Caseína também conhecida como Milk Protein, a proteína do leite. Isso por que representa aproximadamente 80% da proteína total do leite. Assim como o Whey Protein, para chegar no suplemento que conhecemos hoje como caseína, é necessário passar por alguns processos de filtragem e secagem, com esses processos conseguimos manter a alta concentração de proteínas com aminograma completo e baixo teor de carboidratos, gorduras e lactose. Perfeito, parece bom, mas para que serve a Caseína?


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CASEÍNA PARA QUE SERVE


Um dos principais objetivos para o consumo de caseína é a hipertrofia, ou seja, ganho de massa muscular. É uma excelente opção para adicionar em sua dieta, diferente do Whey Protein que tem absorção rápida, a caseína é absorvida de forma gradativa em nosso organismo, ambos suplementos contém alta concentração de aminoácidos, que podem impedir o catabolismo muscular e também ajudar na formação muscular. 

A principal diferença desses dois suplementos é o tempo de absorção, não quer dizer que um seja melhor que outro, vai depender do horário de consumo. Mas quais os principais benefícios da caseína?

CASEÍNA BENEFÍCIOS

Os benefícios que a caseína pode oferecer são muitos! Como já comentamos 80% da proteína que contém no leite bovino é caseína, e muitas pessoas acham que se apenas ingerir o leite, terá os mesmos benefícios do suplemento.

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E infelizmente isso não é verdade, a absorção do leite ocorre de maneira muito mais rápida em nosso organismo pois contém soro do leite, lactose e carboidratos. Já a caseína em pó, aproveitamos todos os seus benefícios e absorção gradual, pois não contém soro do leite, tem baixo teor de lactose, gorduras e carboidratos.


Se você como atleta ou como amante de uma boa hipertrofia deseja ter resultados ainda mais satisfatórios, é muito importante ter um acompanhamento profissional. Quando você ingere a quantidade adequada de caseína para suas necessidades físicas, os resultados são muito melhores.

Para facilitar, vamos listar os principais benefícios da caseína para o seu organismo.

ATÉ 7 HORAS DE ANABOLISMO MUSCULAR


BAIXO TEOR DE GORDURAS E LACTOSE


PROMOVE A SENSAÇÃO DE SACIEDADE

EVITA O CATABOLISMO DURANTE O SONO

CASEÍNA COMO TOMAR? QUAL O MELHOR HORÁRIO?

Agora que sabemos que a caseína é uma proteína de liberação gradual, ou seja, de lenta absorção.

O ideal é ingerir caseína antes de dormir ou em jejum prolongado. Desta forma, o suplemento fornecerá aos poucos aminoácidos para ajudar na recuperação muscular (alguns hormônios importantes são produzidos durante o sono) é importante evitar a ocorrência de catabolismo (degeneração da massa muscular) para o ganho de massa muscular. Outra dica é consumir no intervalo entre uma refeição e outra, para também não interromper o fornecimento de aminoácidos aos músculos.


Para o uso do suplemento caseína Espartanos, como recomendação geral, é indicado o uso de 40 gramas por dose. Podendo ser consumido antes de dormir, entre as refeições ou no pós-treino.

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Você pode consumir com água gelada, adicionar o pó e amassar com alguma fruta ou alimentação.

Essas são as formas mais comuns do uso da caseína, mas antes do consumo não deixe de consultar um médico ou nutricionista para melhor incluir esse suplemento na sua dieta.


CASEÍNA FAZ MAL PARA QUEM TEM ALERGIA OU INTOLERÂNCIA A LACTOSE

Sim, muitas pessoas possuem alergia da proteína do leite ou intolerância a lactose. Por isso sempre recomendamos consultar um médico ou nutricionista antes do consumo, existem particularidades para cada indivíduo e devem ser analisadas. 

Digestão Lenta e Liberação Sustentada de Aminoácidos

Estudo: Ingestion of whey hydrolysate, casein, or soy protein isolate: effects on mixed muscle protein synthesis at rest and following resistance exercise in young men. (Tang et al., 2009 - Journal of Applied Physiology).

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19589961/

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Ingestão Antes de Dormir e Estímulo da Síntese Proteica Noturna

Estudo: Protein Ingestion Before Sleep Improves Postexercise Overnight Recovery. (Res et al., 2012 - Medicine & Science in Sports & Exercise).

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22330017/

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Hipertrofia e Ganho de Massa Magra em Longo Prazo

Estudo: Pre-Sleep Protein Ingestion Increases Muscle Mass and Strength Gains During Prolonged Resistance-Type Exercise Training in Young Men. (Snijders et al., 2015 - The Journal of Nutrition).

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25926415/

domingo, 16 de agosto de 2026

Aos 59 anos eu escolhi não virar estatística de UTI

 Aos 59 anos eu escolhi não virar estatística de UTI

Todo ano eu vejo a mesma cena se repetir: alguém da minha idade entra no hospital por qualquer motivo — uma gripe forte, uma cirurgia simples, um acidente bobo — e não sai mais igual. Não porque a doença foi tão grave assim. Mas porque o corpo não tinha massa muscular de sobra pra aguentar o tranco.


Ninguém te conta isso, mas seu músculo não é só estética. É a sua reserva funcional. É o que o seu corpo vai "comer" primeiro quando você ficar doente, acamado ou em jejum forçado. Quem chega numa UTI com pouco músculo tem muito menos chance de sair andando. Quem chega com reserva, sai. Simples assim — e é isso que eu expliquei com números no vídeo aí em cima.

O problema é que a maioria passa dos 40, 50, 60 anos perdendo músculo silenciosamente (isso tem nome: sarcopenia) porque acha que "malhar" é coisa pra quem quer ficar bonito na praia. Não é. É seguro de vida.

Foi por isso que escrevi o Guia Essencial Massa Muscular.

Não é fórmula mágica, não é atalho, não é bomba. 

É o protocolo que eu mesmo uso: alimentação low carb / cetogênica-carnívora pensada pra sintetizar proteína de verdade, sem depender de suplemento caro nem de promessa de influencer. 

Direto ao ponto, sem enrolação — porque depois dos 50 a gente não tem mais tempo a perder com dieta da moda.





Para receber o guia faça o PIX de R$ 99,00

CHAVE: filmesonline@ymail.com  /  Francisco Amado / Banco Inter 

Envie o comprovante para esse mesmo email, para receber o acesso ao guia. 


Francisco Amado / Ortomolecular

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Melhor creatina: a mais bem avaliadas de 2026

 Melhor creatina:  a mais bem avaliadas de 2026

Durante exercícios intensos, a creatina armazenada nos músculos se esgota rapidamente, o que resulta em fadiga precoce, queda de desempenho e recuperação mais lenta. Esse desgaste natural afeta não só atletas, mas qualquer pessoa que busca manter uma rotina ativa e melhorar a força muscular no dia a dia.

É por isso que a suplementação com creatina faz diferença: o composto repõe os estoques musculares, garantindo energia extra para treinos mais pesados, aumento da força e recuperação mais rápida. No entanto, com o aumento da demanda, surgiram no mercado diversas creatinas de baixa pureza — e até falsificações — que comprometem os resultados.
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Aqui estão 3 evidências científicas sólidas dos benefícios da creatina

1. Ressíntese de ATP via fosfocreatina
A creatina aumenta os estoques intramusculares de creatina e fosfocreatina (PCr), o que facilita a ressíntese rápida de ATP durante esforços de alta intensidade e curta duração. Esse é o mecanismo bioquímico central por trás do ganho de potência e força em exercícios explosivos
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Melhor creatina:  a mais bem avaliadas de 2026
Soldiers Nutrition Creatina 500g

Um dos modelos mais bem avaliados do mercado. Indicado para ganho de força, resistência e aumento de massa muscular


2. Hipertrofia muscular com treino de força
Uma revisão sistemática com meta-análise de ensaios controlados randomizados mostrou que a creatina, combinada ao treino de resistência, aumenta o total de creatina no músculo esquelético (livre e fosfocreatina), ampliando a capacidade de ressintetizar ATP rapidamente e melhorar o desempenho em exercícios de alta intensidade. O mesmo estudo aponta que a creatina também influencia IGF-1, fatores reguladores miogênicos, células satélites, hidratação celular e cinética proteica — mecanismos que contribuem para o ganho de massa muscular ao longo do tempo.
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Benefícios cognitivos
Uma meta-análise publicada na Frontiers in Nutrition (2024), com 16 ensaios clínicos e 492 participantes, encontrou que a suplementação de creatina teve efeitos positivos significativos sobre a memória e sobre o tempo de processamento de informações. Os autores sugerem que, no cérebro, a creatina pode melhorar o desempenho cognitivo ao aumentar as reservas de energia celular e reduzir o estresse oxidativo.
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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Enzimas Digestivas: A Chave para a Absorção de Nutrientes

 À medida que ultrapassamos a barreira dos 50 anos, nosso organismo passa por transformações naturais. Entre as mudanças mais impactantes — e muitas vezes negligenciadas — está a redução gradual na produção orgânica de enzimas digestivas.


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Se você tem notado sensação de peso no estômago, estufamento, gases constantes ou fadiga após as refeições, saiba que isso não é apenas "coisa da idade". Trata-se de um sinal claro de que seu sistema digestivo precisa de suporte para quebrar os alimentos de forma eficiente e extrair o máximo de nutrientes.

Neste artigo, explicamos a ciência por trás do declínio enzimático na maturidade, como as enzimas facilitam a absorção dos nutrientes e como o Super Digestive Enzymes 1000mg Nutrivitalle (Kit com 3 Potes) pode devolver seu bem-estar digestivo.

Por Que a Produção de Enzimas Diminui Após os 50 Anos?

As enzimas digestivas são proteínas especializadas produzidas pelo pâncreas, estômago, glândulas salivares e intestino delgado. A função principal delas é atuar como "tesouras moleculares", fracionando macronutrientes complexos (proteínas, gorduras e carboidratos) em partículas minúsculas para que possam ser absorvidas pela corrente sanguínea.

Com o envelhecimento fisiológico, ocorre um fenômeno conhecido como senescência pancreática e diminuição do suco gástrico. O pâncreas reduz gradativamente a secreção de enzimas exócrinas, o que torna a digestão mais lenta e trabalhosa.

Evidência Científica 1:

Estudos revisados sobre a função pancreática na maturidade demonstram que as alterações estruturais e funcionais do pâncreas ao longo dos anos levam a uma diminuição significativa na secreção de lipases e proteases, favorecendo episódios de dispepsia e desconforto abdominal.

🔗 Fonte: Pancreatic Senescence and Its Clinical Manifestations (NCBI / PMC)

O Impacto Direto na Absorção de Nutrientes

Comer de forma saudável é essencial, mas de nada adianta ter uma dieta equilibrada se o seu corpo não consegue absorver o que você consome.

Quando os alimentos não são adequadamente quebrados pelas enzimas:

  1. Partículas grandes chegam ao intestino: O alimento mal digerido fermenta no trato intestinal, alimentando bactérias nocivas e gerando gases, estufamento e má digestão.

  2. Deficiência Nutricional Invisível: A capacidade do intestino delgado de absorver aminoácidos essenciais, ácidos graxos e vitaminas lipossolúveis cai consideravelmente.

  3. Perda de Massa Magra e Vitalidade: A má absorção de proteínas prejudica a manutenção dos músculos (sarcopenia), enquanto a má assimilação de gorduras saudáveis afeta o cérebro e as articulações.

Evidência Científica 2:

Pesquisas sobre absorção intestinal em adultos maduros apontam que o declínio da capacidade digestiva compromete a assimilação de macronutrientes e micronutrientes cruciais, aumentando o risco de desnutrição subclínica e perda muscular.

🔗 Fonte: Nutrient Absorption and Intestinal Adaptation with Ageing (PubMed)

Conheça o Papel das Principais Enzimas Digestivas

Para garantir uma digestão completa de todos os grupos alimentares, o organismo necessita de um espectro diversificado de enzimas. Entenda a função de cada uma:

  • Protease (e Protease SP): Quebra as proteínas da carne, ovos e vegetais em aminoácidos, essenciais para reparar tecidos, preservar massa muscular e sintetizar colágeno.

  • Lactase: Decompõe a lactose (açúcar do leite), prevenindo diarreias, cólicas e estufamento causados pela sensibilidade aos laticínios.

  • Lipase: Responsável por digerir as gorduras e facilitar a absorção das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K.

  • Cellulase, Hemicellulase e Pectinase: Quebram as fibras celulares e paredes vegetais de frutas, verduras e legumes, facilitando a extração de vitaminas e minerais.

  • Alpha Galactosidase: Fundamental para quebrar carboidratos complexos e oligossecáridos encontrados em feijões, grãos, lentilhas e vegetais crucíferos (como brócolis e couve-flor), eliminando os gases constrangedores.

  • Bromelain e Xylanase: Enzimas complementares que ajudam a reduzir a inflamação intestinal e otimizam a quebra de fibras e proteínas complexas.

Solução Completa: Super Digestive Enzymes 1000mg Nutrivitalle

Para quem busca restaurar o equilíbrio digestivo com praticidade e eficiência, o Super Digestive Enzymes 1000mg Nutrivitalle foi formulado especificamente combinando 10 enzimas digestivas de alta performance em uma única cápsula.

Destaques do Produto:

  • Fórmula Completa de Amplo Espectro: Conta com Protease SP, Bromelain, Lactase, Cellulase, Lipase, Alpha Galactosidase, Hemicellulase, Pectinase, Protease e Xylanase.

  • Alta Dosagem: Oferece 1000mg por dose diária recomendada (2 cápsulas).

  • Kit Econômico com 3 Potes (180 Cápsulas no total): Garante o tratamento contínuo por 3 meses, proporcionando consistência na melhora da digestão.

  • Qualidade e Pureza: Desenvolvido pela Nutrivitalle com padrão rigoroso de matéria-prima.

Como Tomar e Dicas para Potencializar a Digestão no Dia a Dia

  • Modo de Uso: Consuma 2 cápsulas ao dia, preferencialmente junto ou logo antes das principais refeições (almoço e jantar).

  • Garanta o seu Kit com 3 Potes do Super Digestive Enzymes 1000mg Nutrivitalle (60 Cápsulas por Pote) e experimente a diferença de ter uma digestão leve e eficiente todos os dias!


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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Trio Magnésio Fortalvit

 A Combinação Perfeita para Saúde, Energia e Bem-Estar

O magnésio é um dos minerais mais essenciais para o funcionamento do organismo humano, participando de centenas de reações bioquímicas diárias. No entanto, contar com apenas uma forma desse mineral pode limitar os resultados.

O TRIO.MAGNÉSIO da Fortalvit reúne as três melhores formas de magnésio em uma única fórmula de alta concentração (260mg), desenvolvida para entregar o máximo de performance e absorção para o seu corpo.

Por que escolher o TRIO.MAGNÉSIO (Bisglicinato + Dimalato + Taurato)?

Ao combinar três tipos nobres de magnésio, o suplemento atua de forma completa e integrada. Entenda o papel de cada componente nessa fórmula exclusiva:

  • Magnésio Bisglicinato: Ligado ao aminoácido glicina, possui altíssima absorção e é gentil com o trato gastrointestinal. É ideal para auxiliar no relaxamento, na qualidade do sono e na redução do estresse.

  • Magnésio Dimalato: Combinado ao ácido málico, é um grande aliado da produção de energia muscular e celular, sendo excelente para afastar a fadiga e as dores musculares.

  • Magnésio Taurato: Associado à taurina, tem papel fundamental na saúde cardiovascular, no suporte neuromuscular e no foco mental.

Principais Benefícios da Fórmula Sinergicamente Otimizada

A união dessas três fontes no Trio Magnésio Fortalvit oferece vantagens muito superiores às versões tradicionais:

  • Maior Biodisponibilidade: Cada tipo de magnésio utiliza vias de absorção diferentes em várias partes do intestino, garantindo que seu organismo aproveite até a última gota do mineral.

  • Ampliação dos Benefícios: Em vez de focar apenas em uma área da saúde, você obtém suporte simultâneo para energia, sono, músculos, coração e cérebro.

  • Sinergismo Avançado: As diferentes formas potencializam os efeitos umas das outras, proporcionando um resultado mais rápido e completo para a sua rotina.

Diferenciais do Trio Magnésio Fortalvit

📦 Longa Duração: 2 Meses de Uso (120 Cápsulas)

Esqueça a necessidade de recomprar suplementos todos os meses. Com o pote de 120 cápsulas, você garante um tratamento contínuo e prático por 2 meses inteiros, mantendo seus níveis de magnésio sempre otimizados.

260mg de Alta Concentração

Sua dosagem diária entrega a quantidade certa que o seu corpo precisa para repor nutrientes, sem desperdício e com máxima eficiência.

🛡️ Segurança e Qualidade Certificada pela ANVISA

A Fortalvit se compromete com os mais altos padrões de exigência. Nossos produtos são fabricados em laboratórios de referência nacional, certificados pela ANVISA, garantindo rigoroso controle de qualidade, desde a seleção dos ingredientes até o produto final.

Como incluir o Trio Magnésio na sua rotina?

Para obter todos os benefícios de maior energia durante o dia, recuperação muscular eficiente e noites de sono revigorantes, basta consumir as cápsulas diariamente conforme a recomendação da embalagem ou do seu profissional de saúde.

Sinta a diferença de um organismo equilibrado. Invista na sua saúde com quem entende de nutrição e qualidade.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A maior revisão de nutrição esportiva

 Este artigo, publicado na Endocrine Reviews, é uma revisão extensa sobre um tema que atravessa décadas de debates no esporte: o que a ingestão de carboidratos durante o exercício realmente faz com o metabolismo e com o desempenho

Os autores analisam mais de 100 anos de evidências e mais de 160 estudos, revisitando desde pesquisas clássicas até dados mais recentes para responder uma pergunta prática: por que, afinal, carboidrato “funciona” em esforços prolongados?


O ponto central que a revisão defende (e que muda o foco do debate)

Ao longo do texto, os autores argumentam que a explicação tradicional — “o desempenho cai porque o glicogênio muscular acaba” — foi tratada como doutrina por muito tempo, mas não explica bem vários resultados observados em estudos. O trabalho destaca, de forma repetida, que um marcador aparece com força quando o exercício é prolongado: a hipoglicemia induzida pelo exercício (EIH), isto é, a queda da glicose no sangue durante o esforço.

Na síntese dos autores, a EIH se correlaciona fortemente com o momento em que o exercício é interrompido, enquanto a depleção de glicogênio muscular, sozinha, não explica de maneira consistente a fadiga global nem a interrupção do exercício em muitos cenários.

Principais achados relatados pelos autores

1) Carboidrato durante o exercício: o “benefício principal” não seria reabastecer músculo

A revisão descreve que a ingestão de carboidratos durante esforços prolongados tende a preservar a glicose no sangue, em parte por efeitos sobre a produção hepática de glicose, e que isso pode ocorrer sem necessariamente reduzir a quebra de glicogênio muscular, um ponto tratado como paradoxal em diversos trechos do trabalho. A implicação prática apresentada é que o benefício central estaria mais ligado a evitar queda de glicose do que a “poupar glicogênio do músculo” como explicação universal.

2) Dose: mais carboidrato nem sempre significa mais desempenho

Nos “pontos essenciais”, os autores afirmam que a evidência revisada não sustenta um ganho claramente dose-dependente acima de ingestões baixas a moderadas durante o exercício (o texto cita aproximadamente 15–30 g/h como faixa em que o benefício já aparece, com ênfase na prevenção de EIH como eixo principal).

3) O trabalho propõe um ajuste de mira nas estratégias nutricionais

Perto do final, a revisão apresenta uma interpretação direta: estratégias para maximizar desempenho em exercício prolongado deveriam priorizar manter o “pool” de glicose circulante durante o esforço, em vez de focar apenas em “encher” estoques antes do exercício. Nesse contexto, os autores mencionam que isso pode ser alcançado com quantidades relativamente pequenas de carboidrato durante o exercício (por exemplo, ~10 g/h), conforme discutido no texto.

Agora, a parte que interessa às dietas de baixo carboidrato e alta gordura

Aqui aparece uma ironia fisiológica bem documentada no próprio artigo: o corpo consegue sustentar altas taxas de oxidação de gordura, e isso nem sempre vem acompanhado de queda automática de desempenho — embora a manutenção da glicose no sangue continue sendo um ponto crítico em esforços longos.

1) Atletas adaptados a alta gordura podem oxidar muita gordura e manter desempenho

No resumo, os autores destacam que evidências emergentes mostram atletas adaptados a alta gordura apresentando oxidação de gordura excepcional e desempenho equivalente, apesar de menores estoques de glicogênio e menor oxidação de carboidrato, o que desafia a crença de que carboidrato seria um combustível “obrigatório” para desempenho em todos os contextos.

2) Dieta baixa em carboidrato e o “calcanhar de Aquiles” em esforço prolongado: a glicose no sangue

Ao discutir estudos clássicos, o artigo descreve situações em que um padrão de baixa ingestão de carboidratos antes do exercício se associou a hipoglicemia precoce e interrupção antecipada do esforço em determinados indivíduos, com altas taxas de oxidação de gordura coexistindo com queda de glicose. Essa linha histórica é usada para reforçar a tese do trabalho: em exercício prolongado, o problema determinante pode ser a EIH — não um suposto “apagão inevitável” por falta de glicogênio muscular em qualquer circunstância.

3) Um resultado particularmente relevante: baixo vs. alto carboidrato por 6 semanas, e o papel de uma dose pequena durante o exercício

A revisão descreve um estudo em que atletas foram habituados por 6 semanas a dieta alta ou baixa em carboidratos e, depois, testados em exercício prolongado. O ponto salientado pelos autores é que o desempenho submáximo prolongado não diferiu entre os padrões, mas a ingestão de ~10 g de carboidrato por hora durante o exercício esteve associada a melhora de desempenho (12%–20%) e à eliminação da EIH, fortalecendo a interpretação de que estabilizar a glicose sanguínea pode ser decisivo nesse cenário.

O que este artigo adiciona ao debate, em termos práticos

A revisão não trata carboidrato como “inútil”, nem vende a ideia de que “glicogênio não importa”. O que ela faz é reposicionar o centro da discussão: ao compilar um grande volume de estudos, os autores defendem que, em exercícios prolongados, prevenir hipoglicemia induzida pelo exercício aparece como explicação mais consistente para o benefício da ingestão de carboidratos do que a narrativa clássica de “poupar glicogênio muscular”. Dentro disso, dietas de baixo carboidrato e alta gordura entram como um exemplo importante de que o organismo pode operar com alta oxidação de gordura e, ainda assim, sustentar desempenho — desde que a fisiologia da glicose circulante não seja ignorada.

Fonte: https://doi.org/10.1210/endrev/bnaf038

A história corrupta da pirâmide alimentar

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