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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Os Dragões da Independência

O 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG), conhecido como Dragões da Independência — nome que ganhou em 1927 — faz a guarda e segurança do presidente da República, e, consequentemente, dos palácios da Alvorada, do Planalto, do Jaburu (vice-presidência) e da Residência Oficial da Granja do Torto. A função é dividida com o Batalhão da Guarda Presidencial (BGP).



As duas unidades são consideradas a elite do Exército Brasileiro. Têm funções iguais a qualquer batalhão de infantaria, mas recebem treinamentos específicos para proteger presidentes e os palácios, que incluem combate a terrorismo. Também têm armamentos sofisticados.

Os Dragões da Independência contam com 2 mil e 700 fuzis automáticos leves (FAL). Já o BGP é formado por 1,7 mil homens. Ambas as unidades têm em seus quadros aqueles que são considerados os melhores soldados do Exército. Cada componente fica no máximo sete anos no BGP e 1º RCG.

Os Dragões da Independência têm participações em quase todos os episódios marcantes da história brasileira, como as batalhas contra vizinhos da América do Sul e os golpes militares. Hoje, também são conhecidos pela excelência em treinamento para cavalos e cavaleiros.

Família real

O quartel, na imensa área à margem do Parque Nacional de Brasília (Estrada Parque e Acampamento, Setor Militar Complementar), é ocupados por centros de salto, adestramento, polo e equoterapia. Dom João VI foi quem criou o 1º RCG, em 13 de maio de 1808. Na época, o regimento tinha a função de fazer a guarda da família real, que naquele ano havia se refugiado no Brasil devido à invasão de Portugal pelo exército francês.

Eram os dragões (soldados da cavalaria) que acompanhavam D. Pedro I quando ele declarou a Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822. No famoso quadro de Pedro Américo, que retrata o Grito do Ipiranga, são eles que saúdam, com o príncipe, a emancipação do país.

Aquartelados em Brasília desde 1966, os Dragões da Independência usam um fardamento do século 19, em branco e vermelho, que são as cores tradicionais da cavalaria desde a Idade Média. Em festas cívicas e algumas competições esportivas de hipismo, os dragões e os animais do regimento se apresentam e fazem demonstrações de agilidade e destreza.

A farda característica dos Dragões da Independência, que traz brilho e garbo para as atividades de cerimonial da Presidência, foi concebido pelo pintor francês Jean Baptiste Debret, durante a missão artística francesa no Brasil, em 1816.

O fardamento homenageia a Imperatriz Maria Leopoldina, Arquiduquesa d' Áustria, e tem inspiração na tropa de Cavalaria de Dragões daquele Império. Originalmente metálico, o capacete é dourado e escamado, possui um dragão heráldico do brasão da Casa de Bragança, escorrendo farta crina por entre as asas abertas emolduradas. Atualmente, a cor do penacho obedece ao seguinte padrão: o branco, de uso exclusivo do Comandante do Regimento, o amarelo, para os oficiais, o vermelho, para os praças e o verde, para a Fanfarra.

O Regimento é formado pelos 1º e 2º Esquadrões de Dragões, cujas incumbências são a escolta a cavalo de autoridades, a apresentação do Carrossel Militar e o desfile alusivo à Independência do Brasil, pelo Esquadrão de Cerimonial, empregado em solenidades especiais, na qual se destacam a posse do Presidente da República, a entrega de credenciais aos Embaixadores e a recepção de Chefes de Estado estrangeiros em visita ao Brasil e pelo Esquadrão de Choque, para a garantia da lei e da ordem no âmbito de sua competência.

Além desses, há, ainda, o Centro Hípico Dragões da Independência que é responsável pelos esportes eqüestres no âmbito da Capital Federal, o Esquadrão de Comando e Apoio, cujo mister é a prestação de suporte logístico e operacional aos demais esquadrões, e a Fanfarra que se exibe em todas as solenidades que envolvam o cerimonial militar representativo do País.

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