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sábado, 11 de outubro de 2014

O socialista quer manter os pobres amontoados na favela


O liberalismo contra a pobreza: redução da carga tributária [TITULO ORIGINAL]

Viver na República Socialista das Bananas está cada dia mais caro. Muitos fatores contribuem para esse aumento do custo de vida no país: alta carga tributária, burocracia excessiva, inflação alta, juros altos, péssima infra-estrutura, excesso de leis trabalhistas, corrupção de servidores públicos, protecionismo da fraca indústria nacional e má gestão dos recursos públicos. Ufa, achei que a lista não acabaria. Se eu esqueci alguma coisa, me lembrem nos comentários, por favor.

Todas essas coisas têm em comum dois elementos: são gerados pelo Estado e prejudicam os mais pobres. Hoje, vou me ater ao fator que, em minha opinião, é o mais importante – A alta carga tributária, excesso de impostos.

Impostos são tarifas cobradas pelo Estado em cada produto, serviço ou dinheiro recebido por qualquer indivíduo, com o intuito de ser usado para o bem comum. Ou seja, o governo toma boa parte do seu dinheiro para lhe devolver em forma benefícios que você poderia pagar se ele não tivesse usurpado. O indivíduo trabalha 44 horas semanais sem ajuda alguma do Estado. Porém, no final de cada mês, o governo, além de morder parte do seu salário, embute uma alta taxa no valor final de produtos e serviços, com a desculpa de que será usada para pagar sua educação, saúde, manutenção das estradas, segurança, justiça… Estima-se que, na República Socialista das Bananas, o Estado fique com 70% de tudo que o trabalhador recebe anualmente. Portanto, se você está pagando pelo ensino dos seus filhos, plano de saúde, pedágio etc., você está sendo duplamente taxado.


Muitos socialistas vão me questionar agora – Mas e os pobres? Eles são isentos do IR e não podem pagar por serviços privados. Amigo inocente útil, cerca de 40% de tudo que ele ganha é perdido em impostos sobre o consumo; mais 8% de FGTS, que lhe é devolvido após rendimento pífio em aplicação na CEF e quando o governo bem entender. – Ah, mas agora o governo financia casas com o FGTS (retruca o inocente amigo). Então você acha certo o governo decidir onde, como e quando eu posso usar o MEU dinheiro? Ainda tem o INSS, que é obrigatório, independente da vontade do trabalhador. No final das contas, mesmo o mais pobre, que é isento do IR, deixa, aproximadamente, 60% de seu salário na mão do governo. Ex.: Um operário que ganha R$ 1500,00, tem apenas R$ 600,00 disponíveis para seu uso. Se não houvesse impostos, ele teria mais R$ 900,00 disponíveis. Com esse valor ele poderia pagar um plano de saúde e uma faculdade/escola particular, mesmo nesse sistema socialista falido em que vivemos. Que dirá num ambiente de livre mercado, onde os preços tendem a cair muito, dada a concorrência. Mas, isso é assunto para outro artigo.

Em suma: num ambiente livre de impostos, ou com impostos muito reduzidos, o poder de compra do indivíduo aumenta. Logo, reduz-se a pobreza.

Imposto é roubo
O Estado toma-lhe, a força, boa parte do dinheiro ganho com o suor do seu trabalho honesto e não lhe dá nada em troca. Se você se negar a pagar, eles entram na sua casa e te prendem. Se você reagir para proteger sua liberdade e propriedade, você é morto como um bandido.

Vamos exercitar a imaginação:
Junte um grupo de coleguinhas armados e passe a cobrar, no seu bairro, 10% de tudo que os seus vizinhos arrecadam. Em troca, lhes ofereça proteção. Alguns italianos fizeram isso em Chicago. O Estado irá usar o seu aparelho coercitivo, a policia, para prender todo o seu bando. Se houver reação, vocês serão mortos. Moral da história: o Estado não combate o crime, ele apenas quer monopolizá-lo. O imposto é a institucionalização do crime organizado.


Imposto de consumo x desigualdade social
A desculpa para a cobrança de impostos é a promoção igualdade social. Porém, aqui, na República Socialista das Bananas, como em outros países da América Latina e África, o tipo de imposto praticado gera ainda mais desigualdade. Por aqui, os impostos cobrados sobre o consumo representam 44% do total, enquanto os impostos sobre renda e patrimônio somam 26% do bolo. Se tomarmos países desenvolvidos como exemplo, veremos que acontece o inverso, a maior parte dos impostos é cobrada sobre renda e patrimônio e não sobre consumo. Nos EUA, apenas 18% do total incide no consumo e 56% é sobre renda e patrimônio; no Canadá, 24% contra 57%; no Reino Unido, 30% x 50%.

Quando o Estado cobra mais taxa no consumo que na renda e patrimônio, ele está prejudicando quem usa a maior parte do seu salário para fins de consumo. O indivíduo que ganha R$ 1500,00, consome todo o seu dinheiro, não conseguindo poupar nada. Logo, ele é altamente taxado em 100% de seu salário. O sujeito que ganha R$ 30.000,00 por mês, consome apenas parte do salário dele, poupando ou investindo o restante. Portanto, a taxação mais alta incide sobre uma porcentagem menor de seu salário do que a incidente no salário do mais pobre. Isso favorece o acúmulo de capital por parte dos ricos e impede o pobre de acumular riquezas, visto que não conseguem poupar, aumentando ainda mais o abismo social entre pobres e a classe média, e entre a classe média e os ricos.

Os governos de países em desenvolvimento alegam que este tipo de cobrança se dá, justamente, pelo fato de a renda em seu país ser baixa, por isso, sobretaxam o consumo a fim de arrecadar mais dinheiro. O que é um absurdo! Ao invés de reduzirem os gastos públicos, para que não haja a necessidade de uma arrecadação tão alta, preferem roubar os mais pobres. Evidente, políticos de esquerda vivem da miséria, se ela acaba, morre com ela o político populista.

Conclusão
O Estado lhe rouba para gerar mais pobreza e lhe tira a opção de escolha. A solução para este problema é, teoricamente, simples Porém, de difícil execução num país onde o político vislumbra os próximos 4 anos, ao invés de as próximas 4 décadas. Precisamos, urgentemente, diminuir o tamanho do Estado. Para que bancos estatais? Para que serviço de entrega de correspondências estatal? Para que empresa estatal de coleta de lixo, de esgoto, gás, eletricidade, ferrovias…? PARA QUE A PETROBRÁS?! E vou além: para que escola pública? Para que saúde pública? Para que justiça pública? O Estado é sempre um gestor menos eficiente que a iniciativa privada. Portanto, manter serviços sob gestão do Estado é impedir que os pobres tenham acesso à mesma qualidade de serviços que tem a classe média. O inocente útil que defende o uso do Estado para a promoção do bem estar ao pobre, é responsável pela péssima qualidade do ensino público, e tem as mãos sujas de sangue dos que morreram na fila do SUS. O inocente útil que defende uma solução socialista, inconscientemente (ou não), não quer seu filho estudando com o filho da empregada, ou sentar-se ao lado do seu pedreiro na cadeira do hospital. O Estado promove apartheid social e você é quem sustenta essa ideia. O socialista quer manter o pobre longe de seus hospitais e escolas, mantê-los amontoados na favela (consideram favela legal, pitoresco e ótima pauta pro “esquenta”, da Casé) e, por fim, tiram a vaga dos pobres na universidade gratuita, que deveria ser para quem não pode pagar.
O socialista sim, não suporta pobres!

FONTE:  Brasil ao Leite

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