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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

6.000 produtores rurais vão perder suas casas.

Confirmado mais 6.000 produtores rurais vão perder suas casas.

A repórter Daniela Castro, do Canal Rural, obteve do Exército e da Funai a confirmação de que a expulsão dos produtores rurais que ocupam área demarcada como Terra Indígena Awá-Guajá teve início. Tropa do Exército já está em São João do Caru, no Maranhão, para dar andamento às ordens de desintrusão de pequenos produtores rurais a pedido da Secretaria Geral da Presidente Dilma Rousseff. Soldados deverão ficar no município até 31 de janeiro.
Entrevista com Daniela Castro


A expulsão dos agricultores deve acontecer da mesma forma como aconteceu na Suiá-Missu, no Mato Grosso. O Exército deve fechar os acesso aos três povoados que existem na área demarcada. Esses bloqueios devem ser armados próximos às pontos para evitar desvios e devem ocorrer, tanto nas estradas que dão acesso a São João do Caru, no Maranhão, quanto nas estradas que dão acesso a Paragominas, no Pará.



A entrada e a saída do perímetro estabelecido pelas barreiras deve ser controlada. A partir de um determinado momento, o Exército só permitirá a saída do perímetro.

Entre o Natal e a virada do ano, o Exército e as forças federais devem entrar na área e retirar na marra todos os que não tiverem saído. A operação entre os feriados é para fugir da atenção da mídia.

As mesmas violações de direitos humanos já reconhecidas pelo Governo na operação da Suiá-Missu devem voltar a acontecer. As 1200 famílias perderão tudo e passarão a perambular pelas cidades da região como indigentes.

Relembre o ouvidos nacional de direitos do próprio Governo afirmando que houve violações de direitos na operação de desintrusão da Suiá-Missu (Marãiwatsédé) e afirmando que aquele formato de desintrusão não poderia voltar a ocorrer. Apesar do alerta da própria secretaria de direitos humanos, o governo volta a executar o mesmo formato.
Governo violou direitos humanos na desintrusão da Suiá-Missu




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