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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Metralhadora automática atira mais de 500 elásticos





O fascismo em praça pública


 O estado deve ser não apenas um criador de leis e instituições, mas um educador e provedor de vida espiritual. Deve ter como objetivo reformular não apenas a vida, mas o seu conteúdo – o homem, sua personalidade, sua fé.



A frase acima parece estar sendo adotada por muitos políticos no Brasil. A mais nova prova disso é a lei aprovada no Distrito Federal sobre a proibição da venda de armas de brinquedo, cuja concepção já bem revela o autoritarismo e a ingerência do Estado sobre a liberdade individual do cidadão. Pais, mães e responsáveis não poderão mais presentear seus rebentos com o brinquedo que lhes bem aprouver.

E a lei não para por aí. Em pleno século XXI e num país dito democrático, ela obriga lojistas a afixar cartazes com os dizeres “Este estabelecimento não comercializa armas de brinquedo. Lei Distrital nº 5.180, de 20 de setembro de 2013”. Mas, se a lei proíbe a comercialização, e isso não é algo facultativo, por qual motivo devem os lojistas afixar tais cartazes? 


Procuro analogia melhor, mas a imagem que me vem à cabeça é aquela de soldados nazistas pregando cartazes pelas ruas dos territórios ocupados durante a Segunda Guerra Mundial…

Acham que acabou? Pois não. “O Poder Executivo, em ato público e solene, promoverá a destruição das armas de brinquedo”. Acreditem, isso é um trecho do texto da lei! Ou seja, além de haver a entrega voluntária de brinquedos em postos de coleta, o governo terá a obrigação de, em “praça pública”, destruir esses símbolos da “violência”. 


Realmente, impossível não ser remetido aos regimes autoritários que sempre se socorrem das praças públicas para mandar seus recados à população – quem não se lembra das fogueiras de livros?

E enquanto se flerta com o autoritarismo em sua mais visceral essência, a criminalidade real, as armas ilegais e as drogas invadem diuturnamente em nossas escolas e comunidades. Mas parece que com isso o governo não se importa realmente.

Ah, quase me esqueci. A frase que abre este artigo é de Giovanni Gentile, o filósofo de estimação de Benito Mussolini, e traduz uma das máximas fascistas que prega ao Estado o dever de controlar até a alma de seus cidadãos.

Não me espantarei no dia que formos obrigados a comparecer em praça pública e gritar “viva il duce”!  Mas também me permito não esquecer que “il duce”, Mussolini, acabou pendurado pelos pés nesta mesma praça pública...


Bene Barbosa
é especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil.


Quem nunca brincou de guerra de elásticos com os amigos em casa, na escola ou mesmo no escritório quando o chefe não está?
Talvez você não saiba, mas agora a brincadeira ficou séria, já é possível encontrar no mercado armas de forte poder de “destruição”, como esta metralhadora modelo Gatling por exemplo capaz de atirar 504 elásticos em poucos segundos.
O modelo é o P503. Quem os fabrica é a japonesa OGG Craft. A empresa fabrica artesanalmente mais de 50 modelos diferentes de armas de elástico, todas de madeira. Entre elas há também pistolas que apesar de atirarem poucos elásticos também são super bem feitas.
Apesar da aparência inofensiva de madeira da P503, a arma é automática e seu tambor chega a atingir uma velocidade de 1200 RPM.
Pensando bem com algumas destas armas dá pra juntar a galera e criar um “paintball” versão “rubber” em casa, o único problema será ter limpar a bagunça depois.


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Um comentário:

Silas Bianchi disse...

Em Brasília não pode mais! se for pego com uma "perigosa arma" dessas você será preso sem direito a fiança...

ONDE O ANARCO CAPITALISMO FUNCIONOU?

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