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quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Tal bilhete premiado da Dilma é uma fraude.

[titulo original] Produção estagnada há três anos leva Petrobrás a criar plano de emergência

Sergio Torres e Sabrina Valle, de O Estado de S. Paulo RIO - A produção nacional de petróleo está estagnada há três anos e desde 2003 a Petrobrás fracassa em atingir as suas metas de extração de petróleo e gás. A origem do problema está na queda de eficiência operacional da Bacia de Campos, a principal do País, responsável pela produção de até 85% do petróleo consumido internamente.

O nível de eficiência na bacia caiu de 90% para 70% em três anos, de acordo com diagnóstico reservado da própria Petrobrás. A constatação levou a nova direção da estatal a montar um plano emergencial na tentativa de recuperar os níveis perdidos.
Além da queda de eficiência na capacidade de processamento e produção, grandes áreas produtoras da Bacia de Campos, como o Campo de Marlim, passaram a produzir uma quantidade maior de água. É normal, na produção de petróleo, serem extraídos água, óleo e gás.

Mas o ideal é uma proporção menor de água. Os técnicos da Petrobrás estão avaliando o que está ocorrendo em Campos. A produção de petróleo na bacia, que se estende por cerca de 100 mil quilômetros quadrados, do litoral sul do Espírito Santo ao norte do Estado do Rio, estancou em 2009, quando atingiu 1,69 milhão de barris diários, contra 1,54 milhão no ano anterior.

Desde então, esse recorde não foi superado. A derrocada produtiva em Campos pode ser apontada como uma das causas da crise que atinge a Petrobrás. As metas de produção estipuladas pela estatal não são atingidas há nove anos, em parte porque desabou o índice de eficiência das unidades de Campos. Incômodo.

A queda da eficiência operacional pode ser traduzida da seguinte forma: as unidades da bacia que historicamente produziam até 90% da capacidade passaram a produzir 70%, sem que a petroleira tenha conseguido reverter esse decréscimo ao longo dos últimos anos.

O tema incomoda tanto a cúpula da estatal que, ao tomar posse, no início de fevereiro, a presidente Graça Foster determinou como prioridade número um de sua gestão a recuperação da Bacia de Campos.

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