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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Preconceito contra o homem do Campo

É impressionante a desinformação e a mentira espalhadas contra o Brasil Rural. Ontem, a culpa da não votação da PEC do Trabalho Escravo foi creditada à "bancada ruralista". Da mesma forma que os "ruralistas" foram demonizados pela devastação das florestas e pelo envenenamento dos rios na votação do Código Florestal. Contra as mentiras, nada melhor do que números.
A Frente Parlamentar da Agropecuária tem 218 deputados. Três estão licenciados. Treze são do PT, partido que ontem uivava e babava para aprovar a PEC que nem mesmo define o que é "trabalho escravo", delegando a um fiscal de plantão esta definição, tendo ele o poder de, forjando um ato de infração, confiscar uma propriedade, que será entregue, em seguida, ao MST. Portanto, restam 202 deputados, para uma Câmara com 513 representantes. Sem contar que a grande maioria destes deputados são da base do governo e, portanto, deveriam apoiar irrestritamente um projeto tão caro à presidente Dilma.
Agora, se você imagina que a FPA é um bando de fazendeiros com chapéu de vaqueiro e tocando berrante, está muito enganado. Na composição da Câmara, existem apenas 33 ruralistas ou proprietários rurais, contra 50 médicos, por exemplo. Veja aqui um retrato da Câmara.
O que existe, no fundo, é um preconceito arraigado contra o interior do Brasil. A esquerda é urbana. Nem mesmo é suburbana. Certa imprensa, que também é do asfalto, repercute este sentimento nojento e desumano contra o homem do Campo. O "ruralismo" é uma construção sistemática da esquerda para isolar uma parte do Brasil que não se entrega. Por isso, o "ruralismo", transformado em sinônimo do atraso, é  quem paga o pato. E paga porque, sendo minoria, é obrigada a defender com unhas e dentes a sua terra, a sua produção, a sua gente. 

Por que este ódio da Hebe Camargo, do Luciano Huck, da Camila Pitanga e de outros ícones urbanos contra o Campo? Porque não o conhecem, não sabem do que estão falando e embarcam no discurso fácil e cínico da sustentabilidade. Aquela sustentabilidade que coloca a árvore acima do homem. Ou melhor: em cima do homem que morre de fome aos milhões no mundo inteiro, por falta de comida.

O famigerado agronegócio é um modelo de sucesso. Só aqui no Brasil 61% do território está coberto de vegetação nativa. Apenas 27,7% da nossa terra é usada para produzir alimentos. Desta produção, 70% fica aqui dentro e só 30% é exportada. Nos anos setenta, o trabalhador brasileiro destinava mais de 40% da sua renda para comprar feijão do México, arroz da Indonésia, carne da Argentina. Hoje, este dispêndio está próximo de 15%. Os 30% exportados significam um superavit de U$ 77 bilhões de dólares anuais. O Campo sustenta todos os deficits dos demais setores na balança comercial. E o mais importante: menos de 20% da nossa população está no Brasil Rural. O que significa que 1 em cada 5 brasileiros é que produz 1/4 do PIB, gera 1/3 dos empregos e é responsável por 40% das exportações. O Campo sustenta a incompetência e a falência da cidade. E mesmo sendo o que existe de mais moderno no Brasil, em termos de pesquisa e tecnologia, aumentando a produção em 250% em cima de um aumento de pouco mais de 20% de área utilizada, nos últimos 20 anos, é chamado de atrasado e de conservador. Quanta estupidez!

Para encerrar: sabem qual é a perda do Brasil Rural se o novo Código Florestal for aprovado? Sim, porque existe perda, apesar de que toda a mídia e toda a manada informa que os "ruralistas" estão sendo beneficiados. Com o novo Código Florestal, a área de produção será reduzida em 13,9%, sem nenhuma indenização. A perda é de 33 milhões de hectares! Isto é pouco? Então saiba que todo o feijão do Brasil ocupa 3,9 milhões de hectares. Que todo o arroz ocupa 2,5 milhões de hectares. Que todo o café ocupa 2,1 milhões de hectares. 

Mais um parágrafo, talvez o mais importante. Quem perde mais é o bobalhão que abana plaquinha "Veta Dilma". O palhaço manipulado pelas ONGS internacionais. O bundão que acha que o Brasil vai melhorar roubando 33 milhões de hectares do homem do campo. Pois saibam eles que milhares de pequenos produtores serão expulsos do campo e irão morar na cidade. Irão subir morro, construir barracos e morar em APP como nas favelas cariocas que se debruçam sobre os apartamentos daquela gente imbecil que aplaudiu a Camila Pitanga. Naqueles 33 milhões de hectares que serão perdidos para a floresta da Marina Silva, aquela de onde o marido desviava um mogno, o Brasil produz U$ 68,9 bilhões! Quem vai pagar esta conta? O "ruralista"? Se os estúpidos que defendem o veto total do Código Florestal entendessem um pouco de economia, deveriam saber que o preço será pago lá no supermercado. Menos comida, comida mais cara.

Por isso, é hora de dar um basta na demonização do campo brasileiro. O campo que é o escravo da cidade, que sustenta esta gente urbanóide que faz de tudo para destruí-lo, marionetes de ongs internacionais e de políticos de vida fácil que estão lutando por tudo, menos pelo bem do nosso país, da nossa democracia, da nossa soberania. Que o veto, se houver, que sirva de lição para os macacos de auditório da Hebe Camargo, do Luciano Huck e da Camila Pitanga.

Perdão pelo post reinaldiano. Não tenho talento para isso. Obrigado pela atenção e, por favor, espalhem os dados que estão aqui. Eles são a verdade que a esquerda quer sepultar.

Dona Almerita, a gente vai lutar até o fim para que a Camila Pitanga não tire a senhora da sua terra e a jogue num barraco na favela da Rocinha:

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