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sábado, 17 de dezembro de 2011

Dilma o João Cândido e o Fracasso




No dia 29/08/2011 eu postei um vídeo no Youtube falando sobre o petroleiro João Candido, hoje retorno ao assunto antes que o navio afunde, e você não tenha o privilegio de ver a nossa presidenta Dilma afirmando na inauguração que faria uma indústria naval de primeiro nível.
Dizendo que iria gerar empregos aqui, riqueza aqui e reconstruiria a indústria naval.
Assista ao vídeo e depois veja o que diz a reportagem do Jornal do Comércio do Ceará desta semana passada.




Segundo os técnicos, se o petroleiro fosse abastecido, afundaria.

A nossa equipe, fazendo uma reportagem sobre petróleo no Nordeste, deparou-se com uma curiosidade: Por onde anda o petroleiro João Cândido, lançado ao mar há mais de um ano, (7 de maio) em uma cerimônia presidida pelo então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na época, a Ministra Dilma Rousseff. Batizado com o nome de um dos nossos heróis, marinheiro negro João Cândido, filho de escravos e líder da Revolta da Chibata, o navio tem 247 metros de comprimento.

O lançamento do navio foi uma festa de destaque na cidade-sede do estaleiro, Ipojuca (PE). Lula e a atual Presidente Dilma abraçaram os operários destacando o valor dos construtores da obra. Conforme os especialistas, na indústria naval, entre o lançamento ao mar e a entrada em operação de um navio, passam-se, em média, três meses, período de realização de testes. O nosso João Cândido, de acordo com o que foi anunciado, deveria estar apto para navegar em agosto de 2010. Mas não foi isso que aconteceu.

Buraco

Atendendo às curiosidades, informamos que o navio petroleiro voltou ao Estaleiro Atlântico Sul, no litoral de Pernambuco, de onde nunca deveria ter saído, sem antes um rigoroso controle de qualidade. Apesar de parecer normal um provável retorno ao píer da indústria naval pernambucana, pois existe o período de três meses de testes, como já falamos, o problema do primeiro navio petroleiro da Transpetro foi mais grave: um enorme buraco no casco.

Buraco este que está sendo reparado desde o mês passado, quando uma equipe de marítimos especialistas que operam no Terminal do Pecém foi até lá para botar o gigante novamente no píer. Um rebocador cearense foi quem fez a operação delicada de retorno ao local de operação, com risco de maior avaria. Segundo os técnicos, se o petroleiro fosse abastecido, afundaria.

Fracasso e maus –tratos

Numa história de maus tratos e fracasso, portanto, a previsão da Petrobrás Transporte S.A. (Transpetro), diga-se industria naval brasileira, de que a partir de agosto do ano passado o João Candido estaria pronto para realizar viagens de longo curso, furou. A embarcação foi batizada em homenagem ao célebre marinheiro João Candido (1880-1969), líder da Revolta da Chibata, em que liderou, em 1910, cerca de 2.000 marinheiros negros rebelados contra os maus-tratos a que eram submetidos pelos comandantes da Marinha.

Ele é o primeiro de um total de 22 navios encomendados ao estaleiro Atlântico Sul pela Petrobrás. Conforme notícias amplamente divulgadas, a EAS demitiu neste ano a maior parte dos executivos responsáveis pela construção do petroleiro. Perderam o emprego o presidente Ângelo Alberto Bellelis ; o diretor industrial, Reiqui Abe, e seu adjunto, Domingos Edral; e o diretor de Planejamento, Wanderley Marques
[ FONTE: http://www.jcce.com.br/] Jornal do Comércio do Ceará.


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