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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Desarmamento uma campanha de intimidação





Para brasileiro ver

Campanha Nacional do Desarmamento não recolhe armas em número suficiente e só tira as armas de pessoas de bem


Armas ilegais: são essas as que os bandidos utilizam, mas a campanha de desarmamento não as atinge
KAMILA ARRUDA / Da Reportagem
FONTE: www.diariodecuiaba.com.br

O Ministério da Justiça anunciou anteontem (27) a renovação da Campanha Nacional do Desarmamento, que deveria se encerrar no fim deste ano. Este ano 36.834 armas foram entregues. Mas, considerando-se que há 16 milhões de armas em circulação no país, percebe-se que o alcance da campanha foi pífio – e não mudará as estatísticas da criminalidade, haja vista que a maior parte das armas entregues estava nas mãos de pessoas sem a menor intenção de cometer crimes.

Ademais, as estatísticas do próprio Ministério da Justiça mostram que o problema não são as armas legais, entregues voluntariamente por pessoas de bem – e sim as armas ilegais, que estão nas mãos de criminosos. Há cerca de oito milhões de armas ilegais no Brasil, que estão nas mãos de bandidos e não serão entregues voluntariamente. E precisamente essas são as responsáveis pela maioria esmagadora das 34 mil mortes causadas anualmente por armas de fogo.

A associação civil sem fins lucrativos Movimento Viva Brasil é totalmente contra a campanha governamental. Segundo a ong, a campanha não age no verdadeiro foco do problema, que é o abastecimento de criminosos com armas e munições, mas joga sobre o cidadão honesto a responsabilidade que não lhes cabem. Desta forma, não contribui em nada para a redução da criminalidade, e nem traz mais segurança para a população, pelo contrário.

De acordo com um estudo recente da ONU (Global Study On Homicide), não há como se estabelecer cientificamente uma relação entre a quantidade de armas em circulação e as taxas de homicídio, sendo possível, inclusive, que esta correlação se opere de forma inversamente proporcional – ou seja: nos países onde há mais armas legais em circulação, menores são os índices de homicídio.

Segundo o pesquisador em segurança pública Fabrício Rebelo, que coordena a ONG Movimento Viva Brasil na Região Nordeste, o Mapa da Violência 2011, divulgado em fevereiro pelo governo federal, já havia deixado claro que a relação entre a quantidade de armas em circulação e a de assassinatos é imprópria, pois a região do país campeã em tais crimes é a mesma onde há menos armas: o Nordeste.

Para o Viva Brasil, essas campanhas de desarmamento organizadas pelo Governo Federal são fundamentadas em questões subjetivas, pois manipulam números e visam somente ao convencimento do cidadão honesto em abrir mão de um direito individual garantido por lei.

Além disso, o Viva Brasil questiona o estatuto do desarmamento. Segundo o movimento, ele contraria a soberania popular e agride o exercício de opção individual de possuir ou não uma arma de fogo legalmente. Além disso, impõe custos e trâmites burocráticos capazes de tornar a compra de uma arma de fogo praticamente impossível, sobretudo para a parcela da população menos favorecida economicamente. No entanto, a associação ressalta que não está incentivando a população a se armar, mas defendendo o direito de escolha de cada um.

Paulo (nome fictício), de 48 anos, diz que possuía três armas diferentes em casa, sendo uma para defesa própria e outras duas de coleção, pois têm um grande valor sentimental para ele. A que utiliza para sua proteção, Paulo preferiu entregar à polícia em outubro, pois tem medo de ser confundido com um criminoso.

“Entreguei uma, porque a polícia não pergunta antes de fazer, já chega agindo, e se achar a arma vai pensar que sou bandido. Mas as outras duas são muito importantes pra mim, ganhei do meu avô, mas ta estão sem munição”, diz. Segundo ele, a arma que entregou foi comprada pensando na segurança de sua família, pois sua casa já foi assaltada mais de uma vez.

Um comentário:

Empório Bruxaria disse...

Cansado de ler isso, cidadão entrega arma por medo de ser confundido com bandido...

Pior é a idéia que se cria que em meio aos moldes de uma cidadania fraca, fim de semana conversávamos sobre e meu primo disse que seu sogro tinha duas winchester e um 38, ele é aposentado da marinha. Na mesa saiu a pergunta o que era winchester, ele explicou e as pessoas fizeram cara feia, reprovando a atitude dele ter uma arma em casa... Ou seja, é melhor "morrer" do que defender seu patrimonio... Isso soa meio aos moldes do cristianismo. de caridade, de apanhar calado...

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