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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Superando a ignorância econômica




por Walter Williams é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros.
Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.



Ao defender a liberdade, enfrentamos três grandes grupos de pessoas no mundo: do primeiro, fazem parte aquelas que são simplesmente más; do segundo, aquelas que fazem coisas más por ignorância econômica; e, no terceiro, encontramos pessoas boas que são apenas ignorantes economicamente. Pouca coisa pode ser feita por organizações não-governamentais para combater os que são verdadeiramente maus. O que constitui a principal missão dos think tanks é o relacionamento com estes dois últimos grupos.
Infelizmente, a ignorância econômica é intuitiva.

As posições a favor do aumento do salário mínimo são um exemplo. Que pessoa decente seria capaz de não querer salários mais altos para trabalhadores com pouca qualificação? Se uma pessoa acredita que um empregador precisa de determinado número de trabalhadores para executar uma tarefa, então o efeito da implementação compulsória de um aumento salarial será a simples elevação dos salários dos trabalhadores pouco qualificados.

E esse é o tipo de coisa que ouvimos nos telejornais: “A partir de primeiro de janeiro todos os trabalhadores que ganham um salário mínimo verão seus salários subirem de 5,15 dólares por hora para 6,75.” Aqueles que têm essa visão pensam que o único efeito vindo do aumento obrigatório dos salários será a elevação dos ganhos do trabalhador sobre o lucro do empresário.

Por outro lado, se você entende que um empregador simplesmente não precisa de um número fixo de trabalhadores para executar um trabalho, você ainda pode estar sinceramente preocupado com o bem-estar dos trabalhadores não qualificados, mas ser contra o aumento do salário mínimo por meio de uma lei. Você apenas se daria conta de que quando o preço de um recurso aumenta, os empregadores irão buscar substitutos. Ele pode substituir capital por trabalho ou pode automatizar a produção.

Ele também pode reorganizar sua técnica produtiva, de forma a economizar nos custos da mão-de-obra. Ele pode transferir suas operações para um país onde os salários são mais baixos.

A vida dos trabalhadores que perderão seus empregos piorará. Claro que a daqueles que mantiverem seus trabalhos melhorará, mas às custas de seus companheiros, agora desempregados.
Algumas das respostas à recente alta de preços da gasolina mostram exatamente como a ignorância econômica pode ser intuitiva. Eu ouvi pessoas utilizarem algumas delas como “prova” de abuso de preços por parte da indústria de combustíveis. Eles explicam, dizem que conseguem entender como um problema para o fornecimento como o Furacão Katrina ou a instabilidade política no Oriente Médio podem causar a alta dos preços.

Mas estão perguntam: e todo aquele petróleo que já está nos barris ou em trânsito, que foi comprado antes do furacão ou da ruptura política? Por que seu preço sobe? É isso que vêem como abuso dos preços por parte das companhias petrolíferas.

O que essas pessoas não percebem é que o histórico dos preços – quanto você pagou por algo ontem – não necessariamente determina o preço de hoje. Por exemplo, em 1973, eu paguei 58 mil dólares por minha linda casa na região de Valley Forge, na Filadélfia. Agora, se você quiser, pode me acusar de cometer um abuso de preços, mas eu estaria ferrado se a vendesse por 58 mil dólares em 2006. Eu a venderia pelo preço de reposição de hoje, da mesma forma como as empresas cobram por seus produtos.

Eu sou otimista em relação ao futuro porque acredito que a ignorância explica muito do que nós vemos. Sou otimista, pois a ignorância é curável. Se há algum ponto negligenciado pelos economistas em seus trabalhos, é não transformar princípios econômicos relativamente simples em trabalhos claros e acessíveis às pessoas comuns.

A esse respeito, o trabalho feito pelos think tanks se enquadra perfeitamente no que precisamos.

FONTE: extrato de uma palestra apresentada na Foundation for Economic Education (FEE)


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