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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Grandes Discursos do Sr. Enéas.




Grandes Discursos do Sr. Enéas.
Discurso proferidos por Enéas a respeito do desarmamento:

O SR. ENÉAS (PRONA-SP. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Inocêncio Oliveira, colegas Parlamentares, povo brasileiro, existe uma razão última para todas essas questões apresentadas no nosso Congresso Nacional e nos congressos de outros países, que habitualmente não é abordada.

O que existe de fato é um projeto mundial de dominação, e ele está em franco andamento. Esse projeto se assesta fundamentalmente em países como o nosso, que se apresentam no cenário internacional.

E mesmo dentro do contexto social de cada um deles como países livres, quando, de fato, não o somos. Nós, na nossa terra, no nosso querido Brasil, somos uma colônia gigantesca, que obedece aos ditames de um poder mundial diabólico, que determina de fora para dentro tudo o que é feito no País.

Não adianta gritar, como muitos colegas vêm fazendo aqui. Não adianta dizer que alguns países estão copiando modelos. Os países apresentados como modelo são tão dependentes como o nosso.

São absolutamente subalternos ao poder mundial, que padece de iniqüidade extraordinária e dita as normas de tudo o que se passa no Brasil.
Assim entendemos o que ocorreu nos últimos tempos, desde que, por exemplo, chegamos a esta Casa. Tudo foi determinado fora das nossas fronteiras.

O mais curioso é a desfaçatez com que se apresentam essas fórmulas, como se fossem a solução de todos os problemas nacionais. Quem, com honestidade, não sabe que, nas grandes metrópoles e megalópoles, as pessoas são assassinadas não por armas compradas, como disse o ilustre Deputado Alceu Collares, mas por armas sobre as quais não se tem o menor controle?

Nos presídios entram armas - claro que com a conivência das autoridades ali constituídas.

Todas as pessoas que possuem um mínimo de lucidez intelectual sabem que a cada instante dezenas, centenas de pessoas são assassinadas. O desarmamento, que inclusive já foi votado na Casa, não leva a resultado algum, a não ser fazer - como disseram os colegas, que lamentavelmente se excederam - com que pessoas desarmadas não tenham condição alguma de defesa.

Há poucos dias uma amiga minha teve sua casa invadida no Rio de Janeiro. Desesperada, não sabia o que fazer, porque ninguém tinha uma arma em casa. Ora, se qualquer pessoa tem o seu lar invadido, tem de rezar, colocar-se de joelhos e pedir ao criminoso que não atire, pelo amor de Deus.

Isso é um absurdo colossal! Repito o que disse muitas vezes nesta Casa, quando se falou de reforma previdenciária e tributária e de tantas outras veleidades que foram aprovadas: é partir do pressuposto de que a maioria dos seres humanos não pensa coisa alguma.
É preciso dizer que o referendo é importante?
Claro que sim! Mas, por que fazê-lo de maneira tão açodada?
Por que gastos tão vultosos?

Não interessa se são de 200 milhões, se não são vultosos. Por que a precipitação de resolver a questão com tanta pressa, uma vez que a lei já está em vigor? Se é desejo da opinião pública, por que não se faz o referendo no ano eleitoral?
Quais as razões mais profundas que fazem com que todas essas coisas sejam feitas de maneira tão precipitada?

Certamente, por trás disso há interesses extraordinários não apresentados.

O que se pretende, mais uma vez, é enganar a população. Foi dito aqui que a população será esclarecida. Será mesmo? Será que já o foi alguma vez? Será que os meios de comunicação falam, de fato, a favor da população?

Será que os meios de comunicação, dominados por esse poder diabólico a que me referi - o poder mundial -, vão informar a população?
Não acredito.

Digo isso de cátedra porque acompanho esse processo há 16 anos, desde que, em 1989, pela primeira vez, entrei como ator no cenário político. É preciso que o povo que assiste aos nossos pronunciamentos tenha plena consciência - perdoem-me, senhores - de que, mais uma vez, está sendo enganado.

Mudam os atores, a peça é a mesma.
A população, na verdade, é enganada a cada ato governamental, sempre com a ilusão de que a situação vai melhorar.

O nosso voto e do nosso partido é contra o que está sendo apresentado, a favor da emenda do Deputado Onyx Lorenzoni.
Muito obrigado. (Palmas.)


Discurso proferido por Enéas a respeito dos casos de Mensalão:

O SR. ENÉAS (PRONA-SP. Como Representante. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Severino Cavalcanti, Sras. e Srs. Parlamentares, povo brasileiro, quem anda pelas ruas de qualquer cidade de qualquer Estado do Brasil percebe, em todos os lugares, a presença de miasmas pútridos que contaminam o ar atmosférico do País e que, lamentavelmente - e é triste reconhecer -, são egressos desta Casa.

É infinitamente triste reconhecermos um fato hoje repetido em verso e prosa em todos os rincões da nossa Pátria: colegas nossos - e não cito o nome de ninguém -, para votar a favor de um Governo absolutamente antinacional, teriam vendido a consciência.

De acordo com as informações, isso teria ocorrido nas reformas previdenciária e tributária, no projeto sobre desarmamento, enfim, praticamente em todas as grandes questões em que S.Exa., o Presidente da República, nas madrugadas, obteve maioria absoluta nesta Casa.

Causa-nos espécie o furor com que a imprensa vem tratando o assunto, quando ela própria não chama atenção para algo muito pior: a entrega da riqueza nacional, que continua sendo feita da forma mais deslavada possível.

Ontem, em reunião a que compareceram 20 mil agricultores, convidados pelo Presidente da Comissão de Agricultura, eu disse que nunca se viu tamanha evasão oficial de recursos, e tive a felicidade de ver milhares de agricultores, de pé e de público, reconhecerem a veracidade da minha afirmação.

Este ano, segundo declarações do Secretário do Tesouro, são 176 bilhões de reais. Repito: 176 bilhões! Isso sai de maneira oficial, e, quando não sai, se emitem títulos, e a imprensa silencia, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Ora, diante disso, se alguém nesta Casa recebe 30 mil por mês, perdoem-me, não passa de um "trombadinha". Na verdade, o maior de todos os desvios de recursos é o oficial. Lamentavelmente, porém, não se fala nisso. Existe uma conivência sórdida do Poder constituído que faz com que isso pareça ser normal.
Se somarmos as verbas de educação e saúde, chega-se a 50 bilhões. Mais que o triplo é gasto no pagamento dos serviços da dívida pública!

E o curioso é que, se há pagamento a Parlamentares, isso é feito para que essa situação seja mantida. Isso, sim, é altamente criminoso; isso, sim, é crime de lesa-pátria, porque aqueles que para cá vieram, quero crer, se não pensando de maneira mentirosa, pelo menos diziam que iriam lutar contra esse estado de coisas.

Tenho uma felicidade dentro de mim que de quando em quando transborda: a de, desde o dia em que aqui cheguei, ser absolutamente fiel a todos os meus compromissos. Em nenhum momento participei dessa atitude pútrida, sórdida, vil, repugnante que caracteriza o Governo atual; em nenhum momento estive do lado de medidas contra a população.

Entrei nesta Casa, junto com 6 Deputados, com os meus votos, e é bom que fique claro: foram 1 milhão e 570 mil votos. Sem aliança com Prefeito, com Vereador, com ninguém, tive 1 milhão de votos a mais do que o homem que era o Chefe da Casa Civil e que hoje desceu para o alojamento de cabos e soldados, como diz o Deputado Jair Bolsonaro.

Quero deixar claro que essas convicções as levarei até o túmulo.
Aos que traem a própria pátria, acompanho o dizer antigo de um homem que chegou a ser centenário, o Prof. Barbosa Lima Sobrinho, que do alto de sua longevidade disse: "Aos traidores, a forca".
Muito obrigado, Sr. Presidente. (Palmas.)


Sobre a CPI do
O SR. ENÉAS (PRONA-SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é evidente que os ânimos se exaltaram. Diatribes são proferidas de lado a lado. Diatribes quer dizer ataques, para traduzir.
Sr. Presidente, é compreensível que fique assim, mas é interessante que atentemos para alguns fatos.
Primeiro, por que os governistas querem esta CPI específica para investigar a compra de votos no passado? Por que, como disse o Deputado Babá, esperaram 2 anos e alguns meses para isso? Por quê? Não há resposta. Os governistas silenciaram.

Segundo fato, também importantíssimo, diz respeito ao Vice-Presidente, a egrégia figura do Deputado José Thomaz Nonô, quando apresentou aquela folha de papel amarfanhada, um diário oficial feito às pressas... (Tumulto no plenário.)
O SR. PRESIDENTE (Severino Cavalcanti) - Está assegurada a palavra a V.Exa.
O SR. ENÉAS - Eu sou o Deputado que menos fala na Casa. Sr. Presidente, lembro que não chateio, não incomodo a platéia.
O SR. LUIZ SÉRGIO - Quando fala além do tempo previsto no Regimento, chateia, sim.
O SR. ENÉAS - V.Exa. tem de aprender a falar primeiro. Fala muito mal, comete erros de português. Vá aprender a falar primeiro! Estude primeiro! E peço ao Líder do PT que aprenda a ouvir, porque não sabe. Vá estudar! (Tumulto no plenário.)
O SR. ENÉAS - Sr. Presidente, o Governo está esfacelado, em frangalhos, já acabou, é um zumbi, é um morto e vivo.
O PRONA vota "não" à interrupção. O PRONA quer continuar discutindo até a madrugada.
Obrigado, Sr. Presidente.


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