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quarta-feira, 16 de julho de 2014

MTST quer pautar preços de empresas.

Movimento dos Trabalhadores SEM TETO agora luta por tarifas de dados e celular. Eles Invadiram a sede da TIM. Que esquisito!

  Depois de serem adulados pela Presidente e ditar a pauta das resoluções sobre moradia em São Paulo, o MTST resolveu diversificar suas ações. O grupo agora há pouco invadiu a sede da operadora TIM, em São Paulo. O Movimento chama de abusivas as tarifas cobradas pela operadora e diz que deve ainda invadir as sedes da OI, Vivo e Claro. Ocorreram protestos em três pontos da cidade de São Paulo.

 As ações do MST denunciam que o grupo pretende, mais do que reivindicar moradias para seus membros, se tornar, sem autorização de ninguém, numa espécie de porta voz das reivindicações da sociedade paulista. Bem dentro da linha esquerdista de valorização do que chama de movimentos sociais. E pior do que isso, seu sucesso ajuda a endossar a idéia de que reivindicações podem ser satisfeitas por meio da baderna, invasão de propriedade e impedimento do direito de ir e vir de outras pessoas. 


O grupo pede, além da redução de tarifas, a re-estatização da Telebras, que foi privatizada em 1998.
Já há grupos nas proximidades da OI e da ANATEL.
O grupo MTST realmente é bem instruído nas novas tecnologias e extremamente dependente da transmissão de dados por meio da internet, possuem um site bem estruturado e uma página no facebook com mais de 27 mil seguidores.

Por meio dessas ferramentas virtuais as mobilizações são convocadas e as informações divulgadas em tempo real.
Um dos cartazes na manifestação de hoje diz: “Queremos sinal a preço justo.
Em seu site o MTST se gaba de ter alcançado o seu objetivo nas manifestações do mês passado. Veja:
Nossas 3 principais pautas foram atendidas hoje pelo Governo Federal, com participação dos Governos Estadual e Municipal.


1. OCUPAÇÃO COPA DO POVO: Será feito projeto para a construção de cerca de 2 mil moradias no terreno da ocupação para atender a demanda do MTST. O Empreendimento contara com recursos federais do MCMV, com complemento de subsidio do Governo Estadual e Prefeitura de São Paulo. A concretização deste ponto ainda depende da aprovação do Plano Diretor do município.

2. COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE DESPEJOS: Será criada pelo Governo Federal uma Comissão interministerial para a prevenção de despejos forçados no país, visando evitar conflitos e violência policial.

3. MUDANÇAS NO MCMV: Medidas, que detalharemos posteriormente, que fortalecem a gestão direta dos empreendimentos e a qualidade e melhor localização das moradias. Além disso, alteração em Portaria, fortalecendo o atendimento de famílias com ônus excessivo de aluguel pelo Programa.


Mas, afinal quem coordena essa tropilha de ordinários?
Guilherme Boulos, o radical chique que é tratado como santo pela idiotia deslumbrada
 

Que coisa! Numa cidade de 12 milhões de habitantes, o dito Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, o MTST, espalha uns quatro mil em várias manifestações. Nesta quinta, até agora, a manifestação maior ocorreu nas imediações do Itaquerão. O chefão da turma é um sujeito chamado Guilherme Boulos. Atenção para o currículo do rapaz: é professor, formado em filosofia, com especialização em psicanálise. Vem de uma família de classe média alta. Na verdade, rica mesmo. Mas ele decidiu abraçar a causa dos sem-teto. Até aí, problema dele.

Isso, a muitos, parece irresistível. Remete a uma espécie de renúncia religiosa. É o João Pedro Stédile das cidades, para lembrar o chefão do MST, o Movimento dos Sem-Terra. Trata-se de um economista que está a muitas léguas da formação intelectual do povo que ele mobiliza.

Desde Lênin e Trotsky, dois dos líderes da revolução russa, que vinham de famílias ricas — o pai do primeiro era um burocrata do czar; o do segundo, um rico latifundiário —, esses extremistas oriundos da elite econômica assumem certa aura de santidade, de intocabilidade, como se tudo lhes fosse permitido. Afinal, pensam alguns, se eles renunciaram aos bens materiais, então não estão pensando em si mesmos e só no bem do próximo
.
Continua aqui

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