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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Deputado usa IMB para questionar Banco Central




Chegou-nos uma informação deveras interessante: o deputado Edmar de Souza Arruda (PSC/PR) baseou-se nas informações contidas aqui no site do IMB — chegando, inclusive, a copiar trechos extensos de nossos artigos — para criar um requerimento que pede "informação ao presidente do Banco Central do Brasil sobre os procedimentos relativos à condução da política monetária no País."

Como se trata de um texto atipicamente bem escrito (para os padrões de Brasília), vale muito a pena colocá-lo aqui na íntegra. Nossa intenção é mostrar como estas ideias a respeito da perniciosidade que é a existência de um Banco Central, até então restritas unicamente a algumas poucas pessoas do meio acadêmico (se muito), felizmente já começam a se disseminar, e com potencial até mesmo para incomodar os donos do poder.

Antes, algumas considerações.

A teoria econômica ensina que monopólios legalmente protegidos e que não precisam prestar contas a ninguém serão sempre ineficientes. Sem estarem sujeitas à concorrência, ao monitoramento e ao escrutínio do mercado, tais organizações sempre tenderão a tomar decisões economicamente insensatas. Pior ainda: serão capturadas por interesses especiais. E com os bancos centrais o raciocínio não é nada diferente.

Um banco central, por meio de suas expansões monetárias, de suas intervenções nos juros e no mercado de crédito, faz com que os agentes econômicos aloquem recursos de maneira insustentável, o que gera destruição de capital e, consequentemente, um menor crescimento econômico real no longo prazo. Manipulações dos juros estimulam investimentos irresponsáveis tanto nos mercados financeiros quanto em vários setores da economia real, causando bolhas e subsequentes recessões.

A criação de dinheiro feita por um banco central também gera um redistribuição maciça de renda dos pobres para os ricos, para os bancos, para todo o setor financeiro e para o governo.

Não apenas a teoria fornece explicações profusas, como a prática seguidamente já se encarregou de comprovar estas teorias. Nos EUA, desde 1913, quando o Federal Reserve foi criado, o dólar já perdeu mais de 96% do seu poder de compra. As recentes manifestações contra a concentração de riqueza são uma mera consequência das políticas do Fed. O movimento Occupy Wall Street faria melhor se atacasse o real gerador da concentração de renda, mudando seu nome para Occupy the Federal Reserve.

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