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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Qual o futuro do Brasil dos maconheiros?




O relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para 2010, divulgado nesta quinta-feira (4), mostra o Brasil na 73ª posição entre 169 países. Os cinco primeiros colocados são, pela ordem, Noruega, Austrália Nova Zelândia, Estados Unidos e Irlanda. O cinco últimos são Zimbábue, República Democrática do Congo, Níger, Mali e Burkina Faso.
De acordo com o relatório, 8,5% dos brasileiros são pobres e "sofrem privação" em saúde, educação e renda. Destes, o principal item, segundo o relatório, é a educação. "O que mais pesa na pobreza é a educação. O novo IDH mostra que é necessário dar mais importância à educação no Brasil", disse Comim.

Educação
Segundo Comim, o novo IDH é mais exigente quando se trata de educação. "Foram introduzidas novas variáveis, uma nova fórmula de cálculo, e, dentro dessa nova fórmula, um padrão mais alto sobre o sistema educacional e a qualidade desse sistema", explicou o economista.

"Então, não basta mais colocar as crianças e os jovens na escola. Agora, eles têm que estar na série adequada, na série que se espera que eles estejam para que você consiga dar a eles uma oportunidade igual", disse Comim. Segundo ele, "o desafio para o Brasil evoluir ficou maior".



O Índice de desenvolvimento humano no Brasil em:
2008 estavam em 70,
2009 baixaram para 45,
2010 baixaram para 43, o que esperar dos próximos anos?

Brasil em 53º em ranking global de competitividade
Entre as três categorias básicas, o Brasil se sai melhor em fatores de inovação e sofisticação, no qual fica em 35º no ranking específico, e entre os promotores de eficiência (41º), mas aparece somente como o 83º na categoria requisitos básicos.


O Brasil é listado pelo WEF no grupo de países com estágio intermediário de desenvolvimento, impulsionados pela eficiência, para os quais a organização considera um peso relativo maior aos promotores de eficiência e aos requisitos básicos na elaboração do ranking geral.
Entre os itens mais bem avaliados da economia brasileira estão o tamanho do mercado consumidor (8º no ranking específico), segurança dos bancos (16º) e disponibilidade de serviços financeiros (25º).

No lado oposto, entre os itens mais mal avaliados no Brasil estão o peso das regulamentações governamentais (142º), extensão e efetividade dos impostos (142º), taxas de juros (137º) e qualidade de infraestrutura portuária (130º).
O WEF aponta que infraestrutura geral, item no qual o Brasil fica na 104ª posição, ainda é um dos pontos fracos do Brasil, apesar dos investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).


Qual o futuro do Brasil que faz marcha para liberar a maconha, mas não se movimenta para protestarem contra este governo que salta aos olhos totalmente ineptos para o cargo.
Uma juventude alienada com uma mentalidade totalmente esquerdista que grita fora capitalismo e usam youtube, redes sociais e tem o ultimo celular, quando resolvem ir para passeatas vestem camisetas estampando o assassino Che Guevara revelando sua penúria mental.

Onde universitarios expulsão deputados das faculdades aos gritos chamando repetindo como papagaios palavras que eles nem se deram ao trabalho de saber se existe ou não, como no caso da homofobia. PARA VER A NOTICIA CLIQUE AQUI
Para quem desconhece homofobia NÃO EXISTE!
Pois, o prefixo Homo, que vêm do grego, significa "igual", por isso temos palavras homônimas (com mesma grafia e pronúncia), homogêneo (mesma natureza). No caso, homossexual significaria aquela pessoa que sente atração pelo mesmo sexo.

Observada esta expressão, lato sensu, ter-se-ia: medo do homem, já pelo lado que considera "homo" como "igual", "do mesmo gênero", teria: medo do igual ou medo daquilo que é do mesmo gênero. Isto, porque "fobia" designa "medo", "receio" em qualquer dos casos.

A homofobia tem sido utilizada como termo sinônimo de "ódio", distorcendo, dessa maneira, sua verdadeira definição.
Portanto homofobia seria na verdade medo dos iguais.

Qual o futuro de um país onde se usa a universidade como palco para confrontar a Polícia Militar, na tentativa de impedir a prisão de três alunos flagrados com maconha.
Eis ai o quadro de um país onde a juventude, briga por futebol faz marcha pela maconha, protesta contra a lei e a ordem, mas não tem hombriedade intelectual para enfrentar a bandalheira da política, alimentados por informações esquerdistas estão jogando o próprio futuro no esgoto.
Em pleno ano de 2011 onde o acesso a web deveria fazer deles jovens muito mais, espertos se dá exatamente ao contrário, são usados como massa de manobra.
A verdade é a seguinte;
Onde todos andam de rastros ninguém se ateve andar de pé, e o panorama atual da sociedade Brasileira é um rastejamento universal.

Mas, apesar de tudo eu acredito que se o mundo fosse realmente acabar em 2012, não se perderia porra nem uma.


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