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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A imprensa veicula o que quer e não o que acontece




Saiu, no portal G1, essa notícia peculiar

'Estou sem chão', diz mãe de garoto



um menino, de 13 anos, após ter ‘informado’ sua mãe de que era homossexual, em uma tarde de domingo avisou-a que iria sair com umas amigas quando, na verdade, teria marcado, pela internet, um encontro com 2 homens que, após dopá-lo, teriam abusado sexualmente dele. A notícia foi veiculada discretamente e apenas no portal de notícias da Globo e em alguns sites de menor expressão.

Em tempos de jornalismo ‘copiativo’, é estranho outras fontes de notícias não terem dado essa informação tão na moda, já que trata, de alguma maneira, de um caso de pedofilia.
No entanto, o que me chama mais a atenção, considerando que os fatos sejam verdadeiros, é a naturalidade que as pessoas estão sendo induzidas a ter em considerar a homossexualidade como algo absolutamente comum, mesmo em crianças.

No caso noticiado, um menino, de apenas 13 anos de idade, teria se afirmado homossexual, como se isso fosse uma questão certa, acabada e bem definida em sua mente.

Ocorre que, uma criança, nessa idade, ainda em plena puberdade, está sujeita a todo tipo de sensações e estímulos nada bem compreensíveis para ela e que não são, de maneira alguma, definidoras da sexualidade, seja no aspecto psicológico ou mesmo fisiológico. Qualquer atração homossexual, nessa idade, pode ser, muitas vezes, apenas resultado de movimentações hormonais e desenvolvimentos psíquicos que longe estão de serem definitivos na vida de qualquer pessoa.

Porém, em uma cultura bombardeada pelos meios de comunicação com a exaltação do estilo de vida homossexual, sendo mostrada nas telas por meio de atores cada vez mais jovens e bonitões, apresentando-os como pessoas bem resolvidas, amorosas e admiráveis, a sugestão fica muito forte nas cabecinhas das crianças que absorvem esse conteúdo. Então, cada vez mais meninos e meninas, ainda completamente incapazes de decidir as questões existenciais mais fundamentais, sentem-se completamente preparados para definir-se como homossexuais.

O problema é que os adultos, também absorvidos nesta cultura transviada, estão sendo doutrinados a aceitar isso como algo absolutamente normal e saudável. O que eles não percebem é que essas crianças não estão preparadas para tomarem uma decisão tão extrema e tão definitiva.
Sempre existiu, entre os jovens, o desejo de identificar-se, e isso faz parte de sua própria formação do caráter. Porém, antigamente, para transgredir, eles decidiam ser hippies, comunistas, dançarinos, surfistas, fazer tatuagem, fumar maconha e coisas do gênero. Tudo isso, numa tentativa de enxergar-se como parte de um grupo, de uma turma.

Invariavelmente, independente de eventuais malefícios que essas escolhas, em tão tenra idade, possam ter trazidos a vida desses jovens, na grande maioria, com a chegada da maturidade, e a superação dessas escolhas, eles ingressaram na vida adulta sem grandes traumas. Eu mesmo, na minha adolescência, fui um metaleiro convicto, de roupas pretas e cabelo comprido, com tudo muito bem superado na minha vida adulta, sem que tenha deixado alguma marca mais traumatizante.

No entanto, no caso desses jovenzinhos, que tão cedo decidem por ser homossexuais, com a total anuência de seus pais, já que, conforme é veiculado com tanta insistência, objetar-se a isso é sinal de homofobia, as consequências não serão tão inofensivas assim. Isso porque o homossexualismo, para servir como sinal identificador da pessoa, não pode manter-se apenas em potência, mas deve ser posto em ato.

Por isso, quando um menino, como esse da notícia apresentada, se afirma homossexual, não basta para ele ter isso apenas como uma fantasia infantil, mas precisa efetivar sua escolha, pois é exatamente a prática dessa escolha que o definirá como aquilo que ele escolheu ser. Daí, usar a internet para marcar encontro com homens, é um passo.

E por quê uma notícia como essa não é tão veiculada?
Simplesmente porque os tais homens são o quê?
Machões homofóbicos?
Pais de família?
Conservadores cristãos?
Padres ou pastores? Não!!! São eles, obviamente, homossexuais!!
O fato é um claro caso de abuso homossexual e pedófilo. porém, segundo os ditames do jornalismo atual, tratar-se de pedofilia é pauta para notícia, no entanto, como trata-se de uma pedofilia homossexual, a coisa fica mais complicada, como se o interesse midiático fosse anulado.

A imprensa veicula o que quer e não o que acontece.
Promover o homossexualismo lhes interessa, acusar a pedofilia dá uma aparência de seriedade, mas mostrar o quanto essas duas coisas estão intimamente ligadas é algo que decidiram, a muito tempo, esconder।

O que os órgão de imprensa, a mídia de entretenimento e os políticos estão fazendo neste país é um crime. Estão abrindo as portas e convidando as crianças, cada vez mais crianças, a entrarem e desfrutarem de um estilo de vida destrutivo e traumatizante.
E tudo isso, sob os nossos olhos, com o nosso silêncio e nossa conivência..

Quantos meninos que hoje decidem tão cedo viver uma vida de orgias homossexuais não superarão essa fase com a chegada da maturidade e decidirão ter suas famílias com suas esposas e seus filhos e terão que conviver com as marcas do trauma de terem sido ludibriados e abusados por outros homossexuais mais velhos?
E quantos jamais conseguirão superar esses traumas, criando uma geração de homens inseguros e vacilantes?
São vidas indefesas, joguetes nas mãos de interesses sórdidos, condenadas a sofrerem os traumas de uma escolha induzida por quem não tem o mínimo escrúpulo: os defensores dessa maldita agenda homossexual.

FONTE: discursosdecadeira.blogspot.com
POR: Fabio


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3 comentários:

Lisa disse...

Como é que é?
Um menino de 13 anos diz pra mãe ser homossexual. Marca um encontro com dois homens e é abusado sexualmente.
Porque ele marcou um encontro com "dois homens" que conheceu na internet? Se ele já se diz homossexual, esta dedução não vem do dia pra noite. Ou eu estou ficando muito maliciosa ou esta história não está bem contada.
Existem homossexuais bem camuflados. Mas eu não acredito que a homossexualidade se manifeste aos 13 anos. Acredito que desde a infância ela já dá os seus sinais.
Pode até ser que ele tenha sido abusado sexualmente pelos homens com quem marcou encontro na internet. Pode até ser que ele não tenha percebido que estava sujeito a isto. Tudo é possível. Mas as probabilidades apontam ao contrário. De qualquer forma ele deve ter comentado com estes dois homens que era homossexual. E, até, ter alimentado este desejo neles.
Eu assisti uma reportagem no programa Fantástico, da rede Globo certa vez. Um homem se fazendo de uma jovem de 15 anos, mantem contato constante pela internet com outro homem de 50 anos.. Depois marca um encontro e manda uma jovem de 15 anos a este encontro e fica observando de perto. A conversa entre ele e a menina é até gravada e este homem é pego em flagrante.
Tudo é tão relativo. Eu conheço crianças de 08 anos que não sabem nada sobre sexo e outras que sim. Meninas de 15 anos que sabem pouco e outras muito. Porque existem diferenças de saberes? Porque exitem diferenças de interesses. Não sei até onde a "criança" é considerada indefesa. Cada caso é um caso.

Observe este vídeo e tire as suas conclusões. Esta menina de 12anos não parece estar fazendo nada a força.
http://youtu.be/d40aXc6fLnQ

Lisa disse...

Eu queria completar o comentário que fiz anteriormente.
Aconteceu um fato ontem a noite quando eu conversava com um grupo de amigas que vem bem de encontro a este assunto.
Uma delas trabalha como assistente social e estava muito fragilizada. Então ela desabafou pra gente e diante do seu desabafo comentamos sobre o assunto.
Uma menina deficiente física e mental (nasceu assim), foi adotada por um casal. A mulher morreu e esta menina ficou com o pai adotivo.
A menina tem hoje 32 anos e fica sempre dentro de uma caixa de madeira construída pelo pai adaptado devida a sua deficiência. A cabeça da moça com muitos piolhos e os dentes em estado deplorável. Aparecendo, visivelmente, nos dentes da frente as placas de tártaro.
O que mais chamou a atenção da assistente social é que quando ela levantou a blusa para analisar melhor a sua condição de higiene esta, passou a mãozinha pelo rosto, num gesto de aflição e disse "vai ser rapidinho. É só ser boazinha".
Então, logo após, colhendo algumas informações do pai adotivo descobriu que eles dormem na mesma cama. A assistente disse quem seria bom ela ter sua própria caminha para se sentir mais a vontade e ele disse "sou eu quem cuida dela e sei qual o melhor pra ela". Diante deste relato ficou evidente que este "cidadão" abusa sexualmente da menina. Ele também, em estado deplorável de higiene.
E depois dizem que ato de adoção é um ato de amor.
Bem, voltando ao assunto do texto. Não cabe a nós julgarmos,mas ninguém nasce deficiente física e mental por ter sido um anjinho. Mas isto não dá direito a este "pai" abusar sexualmente de sua filha adotiva.
Sei que deve-se ter um olhar crítico diante a situação de pedofilia. Porém devemos considerar as inclinações da criança e buscar um meio de trabalhar, dentro de uma educação apropriada, em cima destes "energias" não muito bem canalizadas.
Vamos analisar dois grandes teóricos da educação. Vycotsky nos diz que o processo de aprendizagem se dá devido a convivência( então sofremos influenciações). De contra partida Piaget, através da minuciosa observação de seus filhos impulsionou a Teoria Cognitiva, onde propõe a existência de quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: o estágio sensório-motor, pré-operacional (pré-operatório), operatório concreto e operatório formal.Isto significa que a criança aprende, também, sozinha.
Portanto o que determina o caminho que esta criança vai seguir quando adulto, e até mesmo, ainda no estágio infantil, são suas inclinações.
Crianças de rua que se comprazem ao ato sexual tem esta inclinação. O exemplo desta filha adotiva, onde o pai se aproveita de sua deficiência física para abusar sexualmente dela já é outra coisa. Mas, repito, nenhum dos casos exclui a responsabilidade do cidadão perante este tipo de abuso.

Francisco Amado disse...

Sen duvida que ele deve ter comentado isso como os homens.
Agora o que causa espanto é o controle da mãe com o filho.
Ou seja ele com 13 anos faz o que quer e quando quer.
Os pais não se responsabilizam mais.
Depois quando se jogam dos edificios, ou nas drogas ou se mantam no transito eles ficam espantados.

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