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domingo, 17 de novembro de 2019

O que é a guerra assimétrica

O que é a guerra assimétrica



"Inspirada na Arte da Guerra de Sun-Tzu, a Guerra Assimétrica consiste em dar tacitamente a um dos lados beligerantes o direito absoluto de usar de todos os meios de ação, por mais vis e criminosos, explorando ao mesmo tempo como ardil estratégico os compromissos morais e legais que amarram as mãos do adversário" (“Diferenças gritantes”, Olavo de Carvalho, O Globo, 15 de maio de 2004)



Até o século XVIII, as guerras se processavam entre duas ou mais nações, representadas por suas casas reais, e eram conduzidas através de exércitos de mercenários. Mas nos últimos cem anos isso mudou. Hoje, ninguém pode prever como se dará uma guerra.

Após os atentados de 11 de setembro, surgiu um novo tipo de guerra que figurava exclusivamente no plano das hipóteses estudadas em estabelecimentos militares: a guerra assimétrica, que nada mais é que uma guerra irregular travada no espaço mundial, ilimitado, uma guerra que não se restringe a um espaço nacional. Nesse tipo de guerra a mobilidade e os espaços não são mantidos e nem ocupados. Os espaços são contaminados. Ou seja, infiltrados.

O que distingue a guerra irregular da assimétrica é a periodicidade de seus atos e o teatro de operações em que ambas se desenvolvem. Enquanto a guerra irregular é travada mediante ações continuadas contra o poder constituído de um determinado país, com fundamentos políticos e com objetivos que vão ficando mais claros na medida em que ela avança, a guerra assimétrica se dá por ações mais espaçadas e no plano internacional, sem dirigir-se especificamente a esta ou àquela nação, e tem por objetivo derrubar a ordem internacional em um ou mais de seus aspectos: político, econômico, religioso, social, militar.

A guerra assimétrica pode, portanto, irromper em mais de uma região do cenário mundial, sem que o país em que ela se evidencie em um dado momento possa ser considerado um alvo em si. Em geral, a guerra assimétrica não deseja derrotar o poder político do país atacado, mas sim o que ele e a sua sociedade representam para aqueles que optam por esse tipo de combate.

Sobre a existência desse novo tipo de guerra concordam chineses e norte-americanos. Os chineses do Exército Popular de Libertação da China denominam, desde 1998, esse tipo de conflito de guerra irrestrita.

A adjetivação assimétrica significa desequilíbrio de várias ordens entre os litigantes: desequilíbrio de poder econômico e financeiro, desequilíbrio de recursos, desequilíbrio de capacidade bélica, desequilíbrio de estruturação organizacional (organização de rede para os que fazem a guerra assimétrica versus organização hierarquizada para as forças regulares), todos eles favorecendo os que adotam a guerra assimétrica em detrimento daqueles que a combatem.
Toda guerra busca objetivos políticos. Contudo, definir claramente um tipo de guerra é muito difícil. Mas tanto a guerra irregular quanto a guerra assimétrica se inserem no contexto de uma rebelião ou de uma revolução.

A rebelião e a revolução são espécies de guerra irregular, mas rebelião difere de revolução. Enquanto a revolução tem um determinado objetivo, a rebelião se refere a determinado comportamento. A revolução une credo, vontade, decisão e ação na política, buscando a mudança integral na ordem estabelecida, seja ela política, social ou econômica; a rebelião busca a fuga a uma dominação. A guerra assimétrica, portanto, assim como a guerra irregular, não ocorre no mesmo contexto de uma guerra convencional.

Como se sabe, impor uma vontade é o objetivo das guerras. O objetivo da guerra assimétrica é o mesmo da guerra irregular (que é uma guerra de menor espectro do que a assimétrica): exaurir o inimigo, desgastá-lo, enfraquecê-lo e imobilizá-lo. A imobilização do adversário significa sempre, em uma guerra, o começo da vitória. Assim o é também na guerra assimétrica.

Se na guerra convencional o adversário é a nação inimiga, na guerra irregular e na guerra assimétrica ele consiste nas forças regulares, oficiais, que as combatem. Essas forças podem ser as de um único país (no caso da guerra irregular) ou de um conjunto de países (na hipótese de guerra assimétrica). Seja como for, é muito difícil a um único país combater, sozinho, ambos os tipos de guerra. Até mesmo na guerra irregular ele geralmente precisa do apoio de um país amigo, seja em termos financeiros, estratégicos, operacionais (estabelecimento de redes de informações), ou mesmo materiais (armamentos).

Na guerra assimétrica, a luta pode se desenvolver em qualquer espaço e a qualquer tempo. A liberdade para operar nestes tipos de guerra constrói a sua própria força. Liberdade vista aqui como liberdade sobre o espaço e sobre o tempo.
Na guerra irregular e na guerra assimétrica o poder de fogo é menos relevante que a mobilidade. São guerras de mobilidade. Em ambas, o espaço não é mantido, nem ocupado. Como já foi dito acima, os espaços são contaminados. Contaminados pela infiltração. Mas a contaminação exige a presença do adversário. Nesses tipos de guerras, a assimétrica e a irregular, mais que a força, os determinantes últimos da vitória são o espaço e o tempo. O espaço e o tempo se materializam nos movimentos. São guerras de movimento e não de poder de fogo.

Dentre esses movimentos, os mais relevantes são os movimentos de infiltração. Os movimentos de infiltração são características centrais, tanto operacionais quanto táticos, dos dois tipos de guerra. As formas de infiltração diferem quanto à natureza e ao grau de conhecimento do terreno que os militantes possuam. A infiltração normalmente requer um terreno coberto que impeça não só a clara percepção como a rápida perseguição pelo inimigo. Uma grande área urbana pode ser um excelente espaço para infiltração, uma vez que uma grande cidade tem muitos alvos e nela a formação de grupos militantes é sempre fácil. Deve ainda ser assinalado que quanto mais moderna for a área urbana mais adequada ela se presta à prática da guerra irregular ou assimétrica.

A guerra assimétrica, portanto, não condiz com o agrupamento de forças. É uma guerra com o mínimo emprego da força buscando o máximo de efeito: destruir a organização do adversário, ou seja, do status quo.

O sistema de montagem e desmontagem das bases operativas pode representar o sucesso ou o fracasso de uma guerra assimétrica. Grandes bases são sempre inadequadas. A guerra assimétrica é feita com muitas pequenas unidades ou grupos de ação. Seus desfechos não decorrem de poucas grandes batalhas, mas sim de muitas pequenas escaramuças. É uma guerra de sombras e segue o princípio de que mais valem mil alfinetadas do que uma única estocada. A guerra assimétrica exclui, também, a delimitação exata dos alvos ou de qualquer linha ou definição nítida de terreno.

Os que fazem a guerra assimétrica não oferecem alvos, enquanto que os que a combatem constituem sempre alvos potenciais. Em função disso, do lado dos que fazem a guerra assimétrica, quaisquer instrumentos são utilizados como armas; e do lado dos que a combatem, há muita dificuldade no emprego de determinados tipos de armas militares. Um dos lados é uma mosca. Mas se uma mosca não pode matar um elefante, um elefante também não pode voar.

O militante assimétrico está para a guerra assimétrica como o guerrilheiro está para a guerra irregular. Do lado dos militantes todos são passíveis de ser classificados como militantes potenciais. Todavia, não é fácil estabelecer uma clara divisão entre militantes e não militantes. No entanto, eles podem ser divididos em militantes atuantes e militantes simpatizantes.

Militantes simpatizantes são aqueles que lutam na guerra assimétrica e se inserem no meio dos atuantes. São como sal se diluindo na água. Os atuantes, por sua vez, formam os chamados grupos de ação e são os participantes dos núcleos ou das células que se envolvem diretamente nas ações de combate.

Quanto menor for o efetivo dos atuantes e quanto menor for o apoio que possuírem da população, melhores e mais bem treinados deverão ser os seus grupos de ação.
Os militantes simpatizantes se dividem em atuantes e simples colaboradores. Os simpatizantes atuantes se envolvem no apoio às ações de luta; os simpatizantes colaboradores só exercem sua ação pela empatia que demonstram com os demais militantes, ao adotarem uma posição de ausência sensitiva do processo: nada vêem, nada ouvem e nada falam, mas encorajam, ainda que à distância, as ações dos militantes.

Dois tipos de áreas são extremamente propícios à guerra assimétrica e à guerra irregular: as de baixíssima densidade populacional que impedem a observação ou tornam o reconhecimento no mínimo improvável, e as áreas de altíssima densidade, em que pequenos grupos ou indivíduos são absorvidos ou engolidos pela coletividade. Sem dúvida, a simpatia da população é a melhor maquiagem para os reais objetivos dos militantes, embora essa simpatia não substitua o tipo de terreno e nem as condições populacionais adequadas.

Para a guerra assimétrica não se mobilizam convocados. Ela é uma guerra de voluntários. Por isso, todos os militantes deste tipo de guerra têm de ter dentro de si a idéia de que detêm uma vantagem moral. A guerra assimétrica vai, progressivamente, ganhando força e espaço.

Na guerra assimétrica os militantes organizam-se em redes, em que a estrutura é pouco ou nada hierarquizada. A ligação entre os militantes é mais eficaz horizontalmente, em redes, do que verticalmente, como resultado de estruturas de comando. A primazia que os militantes têm no estabelecimento de sistemas de redes sempre redunda em vantagens estratégicas e táticas. As redes oferecem uma mecânica sistêmica altamente propícia para as ações motivadas por fórmulas políticas. As hierarquias têm dificuldade para combater as redes que precisam ser enfrentadas com outras redes. O soldado está preso às convenções da guerra e o militante está liberto de tudo, que não as regras de sua própria luta. Os militantes estudantes têm, tradicionalmente, um papel especial tanto na guerra assimétrica quanto na guerra irregular. Eles são tanto os proponentes como a vanguarda das grandes idéias e das grandes causas.

Estas são algumas das regras de luta do militante: a) não ter bases fixas nem posições determinadas; b) procurar sempre estabelecer uma conexão, se não for possível a união, com a população que os cerca; c) buscar a superioridade de força em cada batalha em que se engajem; d) não usar a força para manter territórios ou cidades; e) ante um inimigo mais forte, retrair-se para uma área neutra; f) procurar atacar o inimigo sempre que ele se desloque; g) perseguir o inimigo sempre que ele se retraia; h) criar condições para a divisão política do inimigo; i) apelar para o saque como solução de problemas logísticos; j) levar os soldados do inimigo a não acreditarem na própria vitória; l) buscar aniquilá-los psicologicamente; m) usar vários codinomes e documentos falsos para esconder a verdadeira identidade.

Ambas - a guerra irregular e a guerra assimétrica - diferem da guerra convencional muito mais nas formas de condução do conflito do que nas formas de emprego das forças. Todas as formas de guerra podem ser empregadas na guerra assimétrica. Quem tem a iniciativa determina a forma da guerra.

Existem três fases obrigatórias na condução de qualquer guerra: a conspiração (mesmo numa guerra convencional, em que há uma declaração formal), a preparação e o combate aberto. Contudo, a guerra assimétrica e a guerra irregular agregam duas outras fases entre a preparação e o combate aberto, que são o combate subterrâneo e a fase de transição do combate subterrâneo para o combate aberto.

São vários os instrumentos do combate subterrâneo: os atos de terror, os atos de sabotagem, as execuções, as incursões armadas, as emboscadas, os raptos, os roubos, os assaltos e outros. A guerra assimétrica não oferece alvos a um dos lados e oferece quaisquer oportunidades como alvos ao outro.

O combate aberto se caracteriza pela existência do engajamento do poder e de forças substantivas de ambos os adversários em uma batalha. Toda batalha deve ser vista como uma interação de poder de fogo e de movimento.

A batalha - como bem coloca Clausewitz - é o processo em que as duas forças correm o risco de assumir possíveis perdas, na certeza de serem capazes de infligir ao inimigo maiores danos do que possam sofrer. A batalha traz, além desta presunção de maiores perdas ao adversário, o credo de que é possível se obter, caso ela venha a ocorrer, uma decisiva vantagem tática.

Antes da transição, a luta psicológica se recrudescerá, na guerra assimétrica, em busca do apoio da população, pois o maior risco que se corre em uma guerra é o isolamento. Como se sabe, na guerra irregular assim como na guerra assimétrica, o elemento decisivo é o povo.

Na transição, que se inicia com a primeira batalha, há uma dualidade que se expressa pela alternância na atuação dos militantes que ora se envolvem em combates abertos, ora se envolvem em combates subterrâneos. A transição se dá como o dirigir em um nevoeiro: em dado momento tudo se vê, em outro não se vê nada. Transição para o combate aberto não deve ser entendida como o fim do combate subterrâneo. A escolha do momento da transição, ou seja, da primeira batalha, é a chave do seu sucesso e depende muito da atitude da população.

A transição em si representa uma vulnerabilidade. A descoberta do militante é o seu fracasso. Mas, na transição, o militante transforma-se e a força dos militantes se explicita.

A transição também exige mudança de armamento que, no combate aberto, tem de ser mais pesado.

Combater os militantes é diferente de combater a guerra assimétrica propriamente dita. O combate à guerra assimétrica se dá no plano estratégico, enquanto que o combate aos militantes se dá no plano tático e operacional.
Combater a guerra assimétrica corresponde a combater suas causas e seus efeitos. Combater as causas pressupõe, primeiro, identificá-las. É possível modificar as relações que configuram uma causa. Entretanto, com a guerra já iniciada isto se torna muito mais difícil.

Os efeitos da guerra assimétrica, por sua vez, se fazem sentir principalmente no campo psicológico. Combater os efeitos pressupõe a utilização maciça de operações psico-informativas (guerra psicológica). Estas devem ser voltadas para informar continuamente a população sobre o perigo representado pelos militantes, mostrando-lhe a ineficácia da causa por que esses militantes lutam, ao mesmo tempo em que se procura promover a elevação dos padrões de vida das populações envolvidas, em particular daquelas camadas que revelam simpatia pelos militantes, como foi feito, por exemplo, quando da Guerrilha do Araguaia.

É nas operações psico-informativas, presentes durante todas as fases do conflito, que o combate à guerra assimétrica e à guerra irregular se sustenta, pois envolvem várias ações para gerar e divulgar informações e indicadores específicos para audiências também específicas, com o propósito de influenciar suas emoções, seus raciocínios e seus comportamentos.

O primeiro objetivo que deve ser buscado no combate aos militantes é conhecê-los bem: quem são eles, o que querem, onde eles se reúnem e como se organizam. Para isto, a adoção de medidas preventivas de Inteligência é primordial.
Os órgãos de Inteligência devem informar, o mais cedo possível, sobre o movimento de formação das células dos militantes, ou, já havendo a sua existência, sobre seus objetivos e suas intenções. Mas essas medidas devem ser secundadas por outras, de caráter preventivo, no tocante à proteção dos objetivos para o combate aos militantes, à vigilância de pessoas, aos grupos suspeitos e a outras medidas de segurança. Deve-se, na verdade, evitar as ações de guerra assimétrica dos militantes.

As medidas repressivas devem começar por evitar a infiltração dos militantes no seio dos que os combatem, o que só se consegue mediante a obtenção de informantes entre os próprios militantes ou entre aqueles que têm acesso a eles. Para o estabelecimento de medidas repressivas é de vital importância a obtenção de informes e informações. Na repressão ao combate subterrâneo é necessário efetuar as operações de busca, a prisão de suspeitos e a punição de pessoas culpadas. E no combate aberto devem ser feitas a varredura de áreas contaminadas por militantes infiltrados, a reconquista de territórios "liberados" (territórios que se encontram em poder dos guerrilheiros), além do desmantelamento dos vários grupos de militantes

Deve-se sempre procurar destruir os militantes que tenham conduzido ações de guerra assimétrica, ou incapacitá-los permanentemente para a continuação do combate e para a sua retomada. Medidas de Inteligência, preventivas e repressivas, reforçam-se mutuamente. Se os que combatem os militantes deixarem de lado qualquer uma dessas atividades, estarão lhes oferecendo oportunidades. Os militantes só sobrevivem pelos erros de quem os combatem.

Uma ação contra os militantes só será bem sucedida se os que os combatem obtiverem, o mais cedo possível, isto é, ainda na fase preparatória da guerra assimétrica, um quadro nítido dos seus objetivos, de seus planos e de suas potencialidades. Se os militantes ainda se encontrarem na fase preparatória, terão prioridade as medidas de Inteligência. Mas, lado a lado com as medidas de Inteligência, os militantes deverão ser confrontados com as demais medidas de combate à guerra irregular ou assimétrica. Importante ressaltar que as medidas preventivas e de repressão dependerão sempre da qualidade dos informes e das informações obtidas pelas forças regulares.

As operações psico-informativas geralmente só produzem efeitos após períodos mais longos de tempo. Portanto, quanto mais cedo forem postas em execução e quanto mais específicas forem, tanto maiores serão as chances de êxito. As operações psico-informativas não podem ter a função de extinguir incêndios que já tenham irrompido.

Na fase de combate subterrâneo, as medidas preventivas e repressivas contra os militantes serão fundamentais. As medidas de Inteligência e as operações psico-informativas iniciadas na fase preparatória serão, contudo, continuadas, de forma intensificada, por uma força que tenha a determinação de destruir os militantes. No âmbito das medidas repressivas, essa força se restringirá, na fase de combate subterrâneo, a colocar em ação a força policial, não devendo envolver as Forças Armadas.

Lançar mão das Forças Armadas nessa fase preliminar do combate aos militantes constituiria um grave equívoco. Durante a fase de combate subterrâneo, as Forças Armadas devem se restringir às medidas de Inteligência, assim como às medidas que visem à sua própria segurança.

Quando se sabe o que está em jogo numa guerra assimétrica não se perde nunca de vista o objetivo de isolar psicologicamente os militantes com medidas preventivas e repressivas e, conseqüentemente, de analisar, antes de seu desencadeamento, quais os efeitos psicológicos que cada uma dessas medidas poderá exercer sobre a população. Querer superar a guerra assimétrica - aqui entendida como guerra total, na qual a própria existência está em jogo - exclusivamente por meio de instrumentos militares e policiais, ou mesmo através da intensificação do terror, é o maior erro que se pode cometer no combate aos militantes.

Quem combate os militantes deve colocar em ação parte de seu poder de fogo somente na fase de transição para o combate aberto. Assim, as Forças Armadas se defrontarão com os militantes empregando os seus próprios métodos. As unidades leves – grupos de combate - desdobradas contra os militantes terão que ser tão móveis quanto as destes e lançar suas ações com irregularidade sistemática, explorando a surpresa tática e operacional como instrumento de êxito, exatamente como agem os militantes.

OBS: Em qualquer tipo de combate, assim como no combate subterrâneo,o informante assume um papel fundamental e deve ser preservado a todo custo.
Fonte de consulta:
Visualizações da Guerra Assimétrica, engenheiro Darc Costa, chefe do Centro de Estudos Estratégicos da Escola Superior de Guerra, dezembro de 2001, texto elaborado para o CEE/ESG


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

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